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Lula extingue ‘taxa das blusinhas’ e 92% dos brasileiros aprovam decisão

Política

Lula extingue ‘taxa das blusinhas’ e 92% dos brasileiros aprovam decisão

Pesquisa mostra que 92% dos brasileiros apoiam a revogação da taxa sobre compras internacionais.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h02
Lula extingue ‘taxa das blusinhas’ e 92% dos brasileiros aprovam decisão

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Medida provisória presidencial revogou imposto de 20% em compras internacionais de até US$ 50. Pesquisa da Proteste com 1.300 consumidores mostra amplo apoio popular à extinção da cobrança.

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Uma pesquisa realizada pela associação de consumidores Proteste revelou que 92% dos brasileiros são a favor da revogação da chamada “taxa das blusinhas” pelo governo federal. Esse imposto, que incidia em 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, foi sancionado e posteriormente extinto por meio de uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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De acordo com o levantamento, apenas 8% dos entrevistados consideram que a eliminação da cobrança não é a medida correta. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 21 de maio de 2026, entrevistando 1.300 consumidores com idades entre 18 e 65 anos e renda familiar mensal superior a R$ 1.600. As entrevistas foram feitas presencialmente em 12 capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém e Manaus.

A taxa, que atingia compras realizadas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress, foi instituída em junho de 2024. No entanto, em 12 de maio de 2026, o presidente Lula assinou uma medida provisória para revogar esse imposto. A MP, no entanto, perderá a validade em setembro e ainda precisa passar pela análise de uma comissão mista do Congresso Nacional, composta por deputados e senadores, antes de ser votada nos plenários da Câmara e do Senado. Até o momento, essa comissão ainda não foi instalada pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre.

Em termos de arrecadação, a Receita Federal informou que o governo obteve R$ 5 bilhões com o imposto sobre encomendas internacionais em 2025. No ano anterior, o valor arrecadado foi de R$ 2,88 bilhões. No mesmo período, o número de remessas ao Brasil caiu de 189,1 milhões para 165,7 milhões, indicando um impacto direto da taxa na atividade de compras internacionais dos brasileiros.

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Uma pesquisa realizada pela associação de consumidores Proteste revelou que 92% dos brasileiros são a favor da revogação da chamada “taxa das blusinhas” pelo governo federal. Esse imposto, que incidia em 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, foi sancionado e posteriormente extinto por meio de uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o levantamento, apenas 8% dos entrevistados consideram que a eliminação da cobrança não é a medida correta. A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 21 de maio de 2026, entrevistando 1.300 consumidores com idades entre 18 e 65 anos e renda familiar mensal superior a R$ 1.600. As entrevistas foram feitas presencialmente em 12 capitais brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia, Brasília, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém e Manaus.

A taxa, que atingia compras realizadas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress, foi instituída em junho de 2024. No entanto, em 12 de maio de 2026, o presidente Lula assinou uma medida provisória para revogar esse imposto. A MP, no entanto, perderá a validade em setembro e ainda precisa passar pela análise de uma comissão mista do Congresso Nacional, composta por deputados e senadores, antes de ser votada nos plenários da Câmara e do Senado. Até o momento, essa comissão ainda não foi instalada pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre.

Em termos de arrecadação, a Receita Federal informou que o governo obteve R$ 5 bilhões com o imposto sobre encomendas internacionais em 2025. No ano anterior, o valor arrecadado foi de R$ 2,88 bilhões. No mesmo período, o número de remessas ao Brasil caiu de 189,1 milhões para 165,7 milhões, indicando um impacto direto da taxa na atividade de compras internacionais dos brasileiros.

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