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Política

Ministério reforça vacinação e alerta para risco de sarampo na Copa

Ministério da Saúde alerta para riscos do sarampo e reforça importância da vacinação.

16/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h53
Ministério reforça vacinação e alerta para risco de sarampo na Copa

Nota técnica de junho de 2026 aponta risco de reintrodução do sarampo no Brasil devido ao aumento de viajantes para a Copa do Mundo. Órgão recomenda dose zero da tríplice viral em bebês de 6 a 11 meses.

O Ministério da Saúde emitiu um alerta em junho de 2026, destacando o risco iminente de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil, especialmente devido ao fluxo intenso de viajantes para a Copa do Mundo 2026. A nota técnica ressaltou que a alta transmissibilidade da doença nas Américas pode resultar na chegada de novos casos ao país.

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Em resposta a essa situação, o órgão recomendou a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses, visando reforçar a proteção contra o sarampo, principalmente na faixa etária considerada mais suscetível à doença. No mesmo período, a zona norte de São Paulo registrou 3 casos em crianças menores de 2 anos, e atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo confirma pelo menos 23 casos em 2026.

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. Embora os avanços na vacinação tenham contribuído para o controle da doença, o sarampo ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.

A transmissão do sarampo ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, ao tossir, espirrar ou falar. Uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. A infecção é transmissível de 6 dias antes até 4 dias após o aparecimento das manchas vermelhas características.

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Os sinais e sintomas principais do sarampo incluem manchas vermelhas (exantema) e febre alta, acompanhados de tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite) e mal-estar intenso. As manchas geralmente aparecem de 3 a 5 dias após o início da febre, começando pelo rosto e se espalhando pelo corpo.

As complicações do sarampo podem ser graves, incluindo pneumonia, otite média aguda e encefalite aguda. Além disso, a doença pode levar à morte em até 3 de cada 1.000 crianças infectadas. O diagnóstico pode ser clínico ou laboratorial, mas não há tratamento específico, apenas medicamentos para aliviar os sintomas.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. As vacinas disponíveis incluem a dupla viral, a tríplice viral e a tetraviral, cada uma com indicações específicas. A recomendação é que todas as pessoas de 12 meses a 59 anos sejam vacinadas, e aquelas com esquema vacinal incompleto devem iniciar ou completar a vacinação conforme as diretrizes do Calendário Nacional de Vacinação.

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Nota técnica de junho de 2026 aponta risco de reintrodução do sarampo no Brasil devido ao aumento de viajantes para a Copa do Mundo. Órgão recomenda dose zero da tríplice viral em bebês de 6 a 11 meses.

O Ministério da Saúde emitiu um alerta em junho de 2026, destacando o risco iminente de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil, especialmente devido ao fluxo intenso de viajantes para a Copa do Mundo 2026. A nota técnica ressaltou que a alta transmissibilidade da doença nas Américas pode resultar na chegada de novos casos ao país.

Em resposta a essa situação, o órgão recomendou a aplicação da dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses, visando reforçar a proteção contra o sarampo, principalmente na faixa etária considerada mais suscetível à doença. No mesmo período, a zona norte de São Paulo registrou 3 casos em crianças menores de 2 anos, e atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo confirma pelo menos 23 casos em 2026.

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. Embora os avanços na vacinação tenham contribuído para o controle da doença, o sarampo ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.

A transmissão do sarampo ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, ao tossir, espirrar ou falar. Uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. A infecção é transmissível de 6 dias antes até 4 dias após o aparecimento das manchas vermelhas características.

Os sinais e sintomas principais do sarampo incluem manchas vermelhas (exantema) e febre alta, acompanhados de tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite) e mal-estar intenso. As manchas geralmente aparecem de 3 a 5 dias após o início da febre, começando pelo rosto e se espalhando pelo corpo.

As complicações do sarampo podem ser graves, incluindo pneumonia, otite média aguda e encefalite aguda. Além disso, a doença pode levar à morte em até 3 de cada 1.000 crianças infectadas. O diagnóstico pode ser clínico ou laboratorial, mas não há tratamento específico, apenas medicamentos para aliviar os sintomas.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. As vacinas disponíveis incluem a dupla viral, a tríplice viral e a tetraviral, cada uma com indicações específicas. A recomendação é que todas as pessoas de 12 meses a 59 anos sejam vacinadas, e aquelas com esquema vacinal incompleto devem iniciar ou completar a vacinação conforme as diretrizes do Calendário Nacional de Vacinação.

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