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Aracaju, Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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PT classifica interrupção de aula de Haddad como ataque da direita

Política

PT classifica interrupção de aula de Haddad como ataque da direita

PT classifica interrupção da aula de Haddad como ataque da direita na Unicamp.

03/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h23
PT classifica interrupção de aula de Haddad como ataque da direita

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O Partido dos Trabalhadores (PT) classificou a interrupção da aula magna do ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, ocorrida na quinta-feira (2 de julho de 2026), como um ataque “perpetrado por integrantes da direita”.

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Haddad palestrava na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) quando foi interrompido por membros do Movimento Brasil Livre (MBL) e do partido Missão. Entre os que participaram da interrupção estava o pré-candidato a deputado estadual pelo Missão, Matheus Pereira, conhecido como Matheus Campinas.

Pereira declarou que foi ao evento para questionar Haddad sobre a chamada taxa das blusinhas e a atuação do ex-ministro. “Mal chegamos e fomos recebidos com socos e chutes pelos estudantes. A todo momento deixamos claro que não queríamos briga. Fui agredido por um indivíduo que estava participando do evento e por um funcionário”, relatou.

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Apesar da declaração de Pereira ao site Campinas Notícias, várias pessoas que estavam presentes no evento afirmam que ele chegou ao local questionando sobre o escândalo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Haddad visivelmente confuso durante a interrupção.

O PT se manifestou sobre o incidente, afirmando: “Pela segunda vez, integrantes desse grupo político provocam conflitos em atos do nosso pré-candidato. Haddad tem percorrido o Estado com o objetivo que deveria ser de interesse de todos dispostos a disputar as eleições: debater propostas para o desenvolvimento econômico e social para todos os paulistas”.

A sigla também fez referência à confusão que ocorreu durante a cerimônia em que Haddad recebeu o título de cidadão honorário de Santo André (SP), evento no qual o pré-candidato a deputado federal Gabriel Piauhy interrompeu a cerimônia para questionar sobre o escândalo do INSS. Até o momento, a equipe de campanha de Haddad não se manifestou sobre a interrupção da aula magna.

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O Partido dos Trabalhadores (PT) classificou a interrupção da aula magna do ex-ministro e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, ocorrida na quinta-feira (2 de julho de 2026), como um ataque “perpetrado por integrantes da direita”.

Haddad palestrava na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) quando foi interrompido por membros do Movimento Brasil Livre (MBL) e do partido Missão. Entre os que participaram da interrupção estava o pré-candidato a deputado estadual pelo Missão, Matheus Pereira, conhecido como Matheus Campinas.

Pereira declarou que foi ao evento para questionar Haddad sobre a chamada taxa das blusinhas e a atuação do ex-ministro. “Mal chegamos e fomos recebidos com socos e chutes pelos estudantes. A todo momento deixamos claro que não queríamos briga. Fui agredido por um indivíduo que estava participando do evento e por um funcionário”, relatou.

Apesar da declaração de Pereira ao site Campinas Notícias, várias pessoas que estavam presentes no evento afirmam que ele chegou ao local questionando sobre o escândalo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Haddad visivelmente confuso durante a interrupção.

O PT se manifestou sobre o incidente, afirmando: “Pela segunda vez, integrantes desse grupo político provocam conflitos em atos do nosso pré-candidato. Haddad tem percorrido o Estado com o objetivo que deveria ser de interesse de todos dispostos a disputar as eleições: debater propostas para o desenvolvimento econômico e social para todos os paulistas”.

A sigla também fez referência à confusão que ocorreu durante a cerimônia em que Haddad recebeu o título de cidadão honorário de Santo André (SP), evento no qual o pré-candidato a deputado federal Gabriel Piauhy interrompeu a cerimônia para questionar sobre o escândalo do INSS. Até o momento, a equipe de campanha de Haddad não se manifestou sobre a interrupção da aula magna.

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