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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Mulher trans é condenada a 15 anos por assassinato de drag queen em Belo Horizonte

Policial

Mulher trans é condenada a 15 anos por assassinato de drag queen em Belo Horizonte

Mulher trans é condenada a 15 anos de prisão por matar drag queen em Belo Horizonte.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h48
Mulher trans é condenada a 15 anos por assassinato de drag queen em Belo Horizonte

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A Justiça de Minas Gerais condenou, nesta segunda-feira (22), uma mulher trans a 15 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte de uma drag queen ocorrida em 2019 no bairro Carlos Prates, região Oeste de Belo Horizonte.

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A condenação ocorreu após a análise da denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Segundo o órgão, a motivação do crime permanece indefinida, mas o documento menciona que o homicídio foi cometido por “prazer sádico”.

A vítima, que se apresentava como drag queen, tinha orientação sexual homoafetiva e residia sozinha em um quarto alugado. O MPMG detalhou que, no dia do crime, a ré e a vítima mantiveram relações sexuais no interior do quarto da drag queen. Durante esse encontro, a mulher trans asfixiou a vítima utilizando um “tecido sintético”.

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A juíza Fabiana Cardoso Gomes Ferreira, responsável pela sentença, destacou que a ré já possuía condenações anteriores, que não são passíveis de recurso. Além disso, o direito de apelar em liberdade referente à condenação atual foi negado pela magistrada.

Este caso gerou repercussão na sociedade, levantando discussões sobre a violência contra a comunidade LGBTQIA+, além de evidenciar a necessidade de políticas mais eficazes para a proteção de grupos vulneráveis.

“O crime foi cometido com uma motivação que permanece obscura, mas que revela um padrão de violência que não pode ser ignorado”, afirmou a juíza em sua decisão.

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A Justiça de Minas Gerais condenou, nesta segunda-feira (22), uma mulher trans a 15 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela morte de uma drag queen ocorrida em 2019 no bairro Carlos Prates, região Oeste de Belo Horizonte.

A condenação ocorreu após a análise da denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Segundo o órgão, a motivação do crime permanece indefinida, mas o documento menciona que o homicídio foi cometido por “prazer sádico”.

A vítima, que se apresentava como drag queen, tinha orientação sexual homoafetiva e residia sozinha em um quarto alugado. O MPMG detalhou que, no dia do crime, a ré e a vítima mantiveram relações sexuais no interior do quarto da drag queen. Durante esse encontro, a mulher trans asfixiou a vítima utilizando um “tecido sintético”.

A juíza Fabiana Cardoso Gomes Ferreira, responsável pela sentença, destacou que a ré já possuía condenações anteriores, que não são passíveis de recurso. Além disso, o direito de apelar em liberdade referente à condenação atual foi negado pela magistrada.

Este caso gerou repercussão na sociedade, levantando discussões sobre a violência contra a comunidade LGBTQIA+, além de evidenciar a necessidade de políticas mais eficazes para a proteção de grupos vulneráveis.

“O crime foi cometido com uma motivação que permanece obscura, mas que revela um padrão de violência que não pode ser ignorado”, afirmou a juíza em sua decisão.

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