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Aracaju, Domingo, 11 de outubro de 2026
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Política

Paes desiste da disputa após STF negar recurso no RJ

Paes desistiu da candidatura ao governo do Rio após ministro do STF negar recurso; TSE retotalizou votos e Ruas alcançou mais de 50% em primeira apuração.

11/10/2026 · 03h37 · Atualizado às 16h33
Paes desiste da disputa após STF negar recurso no RJ

Eduardo Paes renunciou à candidatura ao governo do Rio após o ministro Cristiano Zanin negar ao STF pedido para invalidar a anulação dos votos de Anthony Garotinho, que levou Douglas Ruas ao 1º turno. Paes afirmou que o eleitorado queria segundo turno.

O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), desistiu de sua candidatura após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin na noite dessa quinta-feira (8). O magistrado negou pedido para invalidar decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), medida que favoreceu a eleição do candidato Douglas Ruas (PL) em primeiro turno.

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Em nota, Eduardo Paes afirmou que a maioria dos eleitores fluminenses havia votado no último domingo (4) para que a eleição fosse decidida em segundo turno, mas que a decisão da Justiça deve ser respeitada.

“Infelizmente, a Justiça decidiu que não haverá segundo turno, contrariando a vontade soberana dos eleitores. E decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia.”

Paes também destacou a situação de crise que o estado enfrenta, em especial na segurança pública, e afirmou que seu compromisso com o Rio de Janeiro permanece.

“A eleição termina, mas o meu amor pelo Rio e o meu compromisso com o povo fluminense continuam os mesmos.”

O candidato informou que o grupo político a que pertence e o PSD estarão vigilantes em relação ao novo governo. Segundo a nota, o partido seguirá cobrando resultados de uma gestão que representa a continuidade do grupo que está no poder há oito anos e defenderá as mudanças consideradas necessárias para o estado.

“[Seguiremos] acompanhando e cobrando resultados de um governo que representa a continuidade do grupo político que está no poder há oito anos. Seguiremos defendendo as mudanças de que o nosso estado tanto precisa.”

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“Quero mais uma vez agradecer aos mais de 3,7 milhões de eleitores que votaram em mim, que confiaram nas nossas propostas e acreditaram no nosso projeto de mudança para o estado do Rio de Janeiro.”

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral decidiu nessa quinta-feira (8) pela retotalização dos votos válidos, excluindo da conta os direcionados a Anthony Garotinho. A sessão terminou com placar de 5 a 2. Com a retotalização, Douglas Ruas (PL) passou a superar por cerca de 74 mil votos os 50% dos votos válidos, elegendo-se governador do Rio de Janeiro já no primeiro turno.

Na primeira totalização, que será descartada, Ruas obteve 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos, antes da anulação dos 274.411 votos de Garotinho (3,71%). Eduardo Paes alcançou 3.706.984 votos válidos (42,76%). A declaração do novo resultado final depende de ato do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

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O resultado foi definido pelo TSE após recurso apresentado por Anthony Garotinho contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que indeferiu seu registro de candidatura. Enquanto o recurso não havia sido julgado, Garotinho teve o direito de aparecer na urna; no dia seguinte à votação, contudo, ele desistiu do recurso. Por unanimidade, o TSE negou a desistência e julgou o recurso nessa quinta-feira (8), declarando a nulidade dos votos recebidos por Garotinho.

Antes disso, na sexta-feira (2) anterior à votação, o ministro relator Floriano de Azevedo Marques havia decidido que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice no primeiro turno, realizado no último domingo (4). No domingo da eleição, o ministro Nunes Marques determinou que os votos dados a Garotinho fossem totalizados como válidos pela Justiça Eleitoral, até que o TSE julgasse o recurso pendente, o que ocorreu na sessão de quinta-feira (8).

Com a decisão do TSE, o cenário eleitoral mudou e motivou a desistência de Paes, que registra mais de 3,7 milhões de votos na totalização inicial. A definição formal do resultado pela Justiça Eleitoral do estado caberá ao TRE-RJ.

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Eduardo Paes renunciou à candidatura ao governo do Rio após o ministro Cristiano Zanin negar ao STF pedido para invalidar a anulação dos votos de Anthony Garotinho, que levou Douglas Ruas ao 1º turno. Paes afirmou que o eleitorado queria segundo turno.

O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), desistiu de sua candidatura após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin na noite dessa quinta-feira (8). O magistrado negou pedido para invalidar decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), medida que favoreceu a eleição do candidato Douglas Ruas (PL) em primeiro turno.

Em nota, Eduardo Paes afirmou que a maioria dos eleitores fluminenses havia votado no último domingo (4) para que a eleição fosse decidida em segundo turno, mas que a decisão da Justiça deve ser respeitada.

“Infelizmente, a Justiça decidiu que não haverá segundo turno, contrariando a vontade soberana dos eleitores. E decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona a democracia.”

Paes também destacou a situação de crise que o estado enfrenta, em especial na segurança pública, e afirmou que seu compromisso com o Rio de Janeiro permanece.

“A eleição termina, mas o meu amor pelo Rio e o meu compromisso com o povo fluminense continuam os mesmos.”

O candidato informou que o grupo político a que pertence e o PSD estarão vigilantes em relação ao novo governo. Segundo a nota, o partido seguirá cobrando resultados de uma gestão que representa a continuidade do grupo que está no poder há oito anos e defenderá as mudanças consideradas necessárias para o estado.

“[Seguiremos] acompanhando e cobrando resultados de um governo que representa a continuidade do grupo político que está no poder há oito anos. Seguiremos defendendo as mudanças de que o nosso estado tanto precisa.”

“Quero mais uma vez agradecer aos mais de 3,7 milhões de eleitores que votaram em mim, que confiaram nas nossas propostas e acreditaram no nosso projeto de mudança para o estado do Rio de Janeiro.”

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral decidiu nessa quinta-feira (8) pela retotalização dos votos válidos, excluindo da conta os direcionados a Anthony Garotinho. A sessão terminou com placar de 5 a 2. Com a retotalização, Douglas Ruas (PL) passou a superar por cerca de 74 mil votos os 50% dos votos válidos, elegendo-se governador do Rio de Janeiro já no primeiro turno.

Na primeira totalização, que será descartada, Ruas obteve 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos, antes da anulação dos 274.411 votos de Garotinho (3,71%). Eduardo Paes alcançou 3.706.984 votos válidos (42,76%). A declaração do novo resultado final depende de ato do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

O resultado foi definido pelo TSE após recurso apresentado por Anthony Garotinho contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral que indeferiu seu registro de candidatura. Enquanto o recurso não havia sido julgado, Garotinho teve o direito de aparecer na urna; no dia seguinte à votação, contudo, ele desistiu do recurso. Por unanimidade, o TSE negou a desistência e julgou o recurso nessa quinta-feira (8), declarando a nulidade dos votos recebidos por Garotinho.

Antes disso, na sexta-feira (2) anterior à votação, o ministro relator Floriano de Azevedo Marques havia decidido que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice no primeiro turno, realizado no último domingo (4). No domingo da eleição, o ministro Nunes Marques determinou que os votos dados a Garotinho fossem totalizados como válidos pela Justiça Eleitoral, até que o TSE julgasse o recurso pendente, o que ocorreu na sessão de quinta-feira (8).

Com a decisão do TSE, o cenário eleitoral mudou e motivou a desistência de Paes, que registra mais de 3,7 milhões de votos na totalização inicial. A definição formal do resultado pela Justiça Eleitoral do estado caberá ao TRE-RJ.

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