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PF ameaça liderança de Wagner no Senado enquanto ele mira reeleição na Bahia

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PF ameaça liderança de Wagner no Senado enquanto ele mira reeleição na Bahia

Jaques Wagner enfrenta investigações e pressões na liderança do governo enquanto mira reeleição.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h11
PF ameaça liderança de Wagner no Senado enquanto ele mira reeleição na Bahia

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Investigado pela Polícia Federal, Jaques Wagner resiste à pressão para deixar a liderança do governo no Senado. Ao mesmo tempo, o petista disputa vaga na Bahia, onde divide a preferência do eleitorado com o ex-ministro Rui Costa.

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A investigação da Polícia Federal (PF) que envolve o senador Jaques Wagner (PT-BA) coloca sua posição como líder do governo no Senado em risco. Apesar das especulações sobre uma possível troca na liderança, Wagner resiste à pressão, focando também em sua reeleição nas eleições deste ano.

As principais pesquisas de intenção de votos indicam que Jaques Wagner divide a liderança na corrida pela Casa Alta com o ex-ministro Rui Costa, ambos do Partido dos Trabalhadores. Neste ano, dois senadores serão eleitos por estado, o que torna a disputa ainda mais acirrada para o atual líder do governo.

Dentro do PT, alguns membros avaliam que uma mudança abrupta na liderança do Senado poderia prejudicar a candidatura de Wagner e diminuir a força do partido na Bahia. Além da disputa por cadeiras no Senado, o governador Jerônimo Rodrigues também buscará a reeleição.

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“Não acho que o Lula vai fazer isso, mas se ele fizer, é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema”, afirmou Wagner.

Embora haja divergências entre os petistas, uma ala do partido acredita que, ao deixar a liderança, as críticas da oposição a Wagner diminuiriam, já que o principal objetivo das acusações seria atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa corrente minimiza o impacto das investigações nas eleições, lembrando que adversários como ACM Neto (União) também enfrentaram questões semelhantes.

O clima no Palácio do Planalto é de cautela, com uma ala do governo avaliando que a operação contra Wagner pode afetar a imagem do governo. Há quem defenda uma troca na liderança, mas a decisão de Lula deverá ser tomada após uma conversa direta com o senador.

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Na quinta-feira (18), Lula já teve um primeiro contato telefônico com Wagner, mas opta por aguardar uma reunião pessoal para discutir a situação. Durante uma agenda em Belo Horizonte (MG), o presidente foi indagado se Wagner ainda permaneceria como líder do governo, ao que respondeu com um aceno de “joia”, sem dar uma resposta clara.

Interlocutores do presidente estavam preparados para rebater possíveis acusações sobre relações do PT na Bahia com o caso do Banco Master, mas foram pegos de surpresa pela operação que atingiu o senador. Jaques Wagner e familiares foram alvos de busca e apreensão na última quinta-feira, sendo suspeitos de receber vantagens indevidas do Banco Master. O senador negou qualquer envolvimento com a instituição financeira.

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Investigado pela Polícia Federal, Jaques Wagner resiste à pressão para deixar a liderança do governo no Senado. Ao mesmo tempo, o petista disputa vaga na Bahia, onde divide a preferência do eleitorado com o ex-ministro Rui Costa.

A investigação da Polícia Federal (PF) que envolve o senador Jaques Wagner (PT-BA) coloca sua posição como líder do governo no Senado em risco. Apesar das especulações sobre uma possível troca na liderança, Wagner resiste à pressão, focando também em sua reeleição nas eleições deste ano.

As principais pesquisas de intenção de votos indicam que Jaques Wagner divide a liderança na corrida pela Casa Alta com o ex-ministro Rui Costa, ambos do Partido dos Trabalhadores. Neste ano, dois senadores serão eleitos por estado, o que torna a disputa ainda mais acirrada para o atual líder do governo.

Dentro do PT, alguns membros avaliam que uma mudança abrupta na liderança do Senado poderia prejudicar a candidatura de Wagner e diminuir a força do partido na Bahia. Além da disputa por cadeiras no Senado, o governador Jerônimo Rodrigues também buscará a reeleição.

“Não acho que o Lula vai fazer isso, mas se ele fizer, é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema”, afirmou Wagner.

Embora haja divergências entre os petistas, uma ala do partido acredita que, ao deixar a liderança, as críticas da oposição a Wagner diminuiriam, já que o principal objetivo das acusações seria atingir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Essa corrente minimiza o impacto das investigações nas eleições, lembrando que adversários como ACM Neto (União) também enfrentaram questões semelhantes.

O clima no Palácio do Planalto é de cautela, com uma ala do governo avaliando que a operação contra Wagner pode afetar a imagem do governo. Há quem defenda uma troca na liderança, mas a decisão de Lula deverá ser tomada após uma conversa direta com o senador.

Na quinta-feira (18), Lula já teve um primeiro contato telefônico com Wagner, mas opta por aguardar uma reunião pessoal para discutir a situação. Durante uma agenda em Belo Horizonte (MG), o presidente foi indagado se Wagner ainda permaneceria como líder do governo, ao que respondeu com um aceno de “joia”, sem dar uma resposta clara.

Interlocutores do presidente estavam preparados para rebater possíveis acusações sobre relações do PT na Bahia com o caso do Banco Master, mas foram pegos de surpresa pela operação que atingiu o senador. Jaques Wagner e familiares foram alvos de busca e apreensão na última quinta-feira, sendo suspeitos de receber vantagens indevidas do Banco Master. O senador negou qualquer envolvimento com a instituição financeira.

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