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Trump assina memorando com Irã e abre caminho para fim de conflito

Internacional

Trump assina memorando com Irã e abre caminho para fim de conflito

EUA e Irã assinam memorando para reduzir tensões e encerrar conflito regional.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h04
Trump assina memorando com Irã e abre caminho para fim de conflito

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EUA e Irã deram passo histórico rumo à paz com memorando assinado em junho de 2026. Acordo visa encerrar tensões regionais e pode selar tratado definitivo entre as nações.

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Os governos dos Estados Unidos e do Irã confirmaram a assinatura de um memorando de entendimento que visa estabelecer as bases para um acordo definitivo, com o objetivo de reduzir as tensões entre os dois países e encerrar o conflito regional iniciado neste ano. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou pessoalmente uma cópia do documento no dia 17 de junho de 2026, durante compromissos oficiais na França, após a cúpula do G7.

O governo iraniano, no entanto, informou que a formalização do acordo já havia ocorrido por meio eletrônico, indicando que uma cerimônia presencial poderia não ser necessária. Representantes de ambos os países destacaram que o memorando estabelece diretrizes para uma negociação mais ampla que deve ocorrer nos próximos 60 dias.

Os pontos abordados no memorando incluem compromissos relacionados ao programa nuclear do Irã, mecanismos para a eventual suspensão de sanções econômicas, medidas para garantir a segurança marítima na região e a retomada gradual do fluxo comercial no Golfo Pérsico.

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“O Irã manterá o compromisso de não desenvolver armas nucleares e aceitará mecanismos de monitoramento sobre materiais enriquecidos”, afirmaram representantes dos dois países.

Além disso, o documento menciona discussões sobre a flexibilização das sanções impostas pelos Estados Unidos e a liberação gradual de ativos iranianos que estão congelados. As negociações também envolverão o futuro do estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, que tem se tornado ainda mais relevante devido aos riscos de interrupção do fluxo comercial.

Outro ponto importante nas negociações é a criação de um fundo estimado em US$ 300 bilhões, destinado a investimentos e à recuperação econômica do Irã. Apesar disso, Trump negou que os EUA financiarão diretamente essa iniciativa, afirmando: “Não estamos investindo. Não estamos contribuindo com 10 centavos”.

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Este memorando serve como uma estrutura inicial de negociação e ainda depende de definições sobre temas sensíveis, como o destino do programa nuclear iraniano, cronogramas para a suspensão de sanções e mecanismos de fiscalização permanentes. Caso as negociações avancem, os dois governos deverão discutir um acordo definitivo nas próximas semanas.

Os termos do memorando foram divulgados pela agência semiestatal iraniana Tasnim e incluem compromissos mútuos que ressaltam a intenção de evitar conflitos e promover a paz na região.

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EUA e Irã deram passo histórico rumo à paz com memorando assinado em junho de 2026. Acordo visa encerrar tensões regionais e pode selar tratado definitivo entre as nações.

Os governos dos Estados Unidos e do Irã confirmaram a assinatura de um memorando de entendimento que visa estabelecer as bases para um acordo definitivo, com o objetivo de reduzir as tensões entre os dois países e encerrar o conflito regional iniciado neste ano. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou pessoalmente uma cópia do documento no dia 17 de junho de 2026, durante compromissos oficiais na França, após a cúpula do G7.

O governo iraniano, no entanto, informou que a formalização do acordo já havia ocorrido por meio eletrônico, indicando que uma cerimônia presencial poderia não ser necessária. Representantes de ambos os países destacaram que o memorando estabelece diretrizes para uma negociação mais ampla que deve ocorrer nos próximos 60 dias.

Os pontos abordados no memorando incluem compromissos relacionados ao programa nuclear do Irã, mecanismos para a eventual suspensão de sanções econômicas, medidas para garantir a segurança marítima na região e a retomada gradual do fluxo comercial no Golfo Pérsico.

“O Irã manterá o compromisso de não desenvolver armas nucleares e aceitará mecanismos de monitoramento sobre materiais enriquecidos”, afirmaram representantes dos dois países.

Além disso, o documento menciona discussões sobre a flexibilização das sanções impostas pelos Estados Unidos e a liberação gradual de ativos iranianos que estão congelados. As negociações também envolverão o futuro do estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás natural, que tem se tornado ainda mais relevante devido aos riscos de interrupção do fluxo comercial.

Outro ponto importante nas negociações é a criação de um fundo estimado em US$ 300 bilhões, destinado a investimentos e à recuperação econômica do Irã. Apesar disso, Trump negou que os EUA financiarão diretamente essa iniciativa, afirmando: “Não estamos investindo. Não estamos contribuindo com 10 centavos”.

Este memorando serve como uma estrutura inicial de negociação e ainda depende de definições sobre temas sensíveis, como o destino do programa nuclear iraniano, cronogramas para a suspensão de sanções e mecanismos de fiscalização permanentes. Caso as negociações avancem, os dois governos deverão discutir um acordo definitivo nas próximas semanas.

Os termos do memorando foram divulgados pela agência semiestatal iraniana Tasnim e incluem compromissos mútuos que ressaltam a intenção de evitar conflitos e promover a paz na região.

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