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PF investiga apartamento de R$ 2,5 mi como propina a senador baiano

Política

PF investiga apartamento de R$ 2,5 mi como propina a senador baiano

Investigação aponta que senador Jaques Wagner pode ter recebido apartamento como propina.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h50
PF investiga apartamento de R$ 2,5 mi como propina a senador baiano

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A Polícia Federal mira um imóvel de luxo em Salvador ligado ao senador Jaques Wagner. O apartamento integra a 9ª fase da operação Compliance Zero, que apura esquema no sistema financeiro nacional.

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O imóvel de alto padrão mencionado na 9ª fase da operação Compliance Zero, que supostamente teria sido negociado como propina ao senador Jaques Wagner (PT-BA), localiza-se em um dos bairros mais valorizados de Salvador. Avaliado em aproximadamente R$ 2,5 milhões, o apartamento é parte do empreendimento de luxo Poème Horto, que conta com 36 andares e duas unidades por pavimento.

A Polícia Federal deflagrou a ação na quinta-feira (18 de junho de 2026) para investigar a possível participação de agentes públicos em um esquema de irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional. Jaques Wagner, atual líder do governo no Senado, é um dos alvos da operação.

Além de Wagner, Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno e ex-sócio do Banco Master, também está sendo investigado. Lima nega qualquer irregularidade.

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O apartamento em questão está situado no 17º andar do edifício e possui uma área privativa de cerca de 203 m², com quatro suítes. A Polícia Federal suspeita que o imóvel tenha sido negociado por R$ 2,45 milhões, com diálogos encontrados no celular de Augusto Lima indicando que Wagner teria enviado o contato do gerente do empreendimento ao empresário para facilitar a aquisição. Essa transação seria vista como uma contrapartida pelas ações do congressista em favor dos interesses do Banco Master e de Lima.

A investigação aponta que a compra do imóvel foi realizada através de uma empresa, com o intuito de ocultar a real propriedade de Wagner. Essa pessoa jurídica teria recebido recursos da Reag, uma gestora de fundos com conexões com o Banco Master. Além do apartamento, os investigadores também estão apurando o pagamento de propina a uma empresa ligada a um familiar de Wagner.

Em nota, a defesa de Wagner afirmou que as medidas “contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos”. A defesa de Augusto Lima também se posicionou, destacando que ele “sempre atuou dentro dos limites da lei”.

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O senador Jaques Wagner foi procurado para se manifestar sobre a operação da PF, mas não respondeu até o fechamento desta matéria. O texto será atualizado caso haja uma manifestação.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, expressou confiança na inocência de Wagner, afirmando que o senador esclarecerá sua participação nos acontecimentos investigados e espera que ele prove sua inocência durante a apuração. “Apoiamos todas as apurações envolvendo o Banco Master, a sociedade tem o direito de saber a verdade”, ressaltou.

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A Polícia Federal mira um imóvel de luxo em Salvador ligado ao senador Jaques Wagner. O apartamento integra a 9ª fase da operação Compliance Zero, que apura esquema no sistema financeiro nacional.

O imóvel de alto padrão mencionado na 9ª fase da operação Compliance Zero, que supostamente teria sido negociado como propina ao senador Jaques Wagner (PT-BA), localiza-se em um dos bairros mais valorizados de Salvador. Avaliado em aproximadamente R$ 2,5 milhões, o apartamento é parte do empreendimento de luxo Poème Horto, que conta com 36 andares e duas unidades por pavimento.

A Polícia Federal deflagrou a ação na quinta-feira (18 de junho de 2026) para investigar a possível participação de agentes públicos em um esquema de irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional. Jaques Wagner, atual líder do governo no Senado, é um dos alvos da operação.

Além de Wagner, Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno e ex-sócio do Banco Master, também está sendo investigado. Lima nega qualquer irregularidade.

O apartamento em questão está situado no 17º andar do edifício e possui uma área privativa de cerca de 203 m², com quatro suítes. A Polícia Federal suspeita que o imóvel tenha sido negociado por R$ 2,45 milhões, com diálogos encontrados no celular de Augusto Lima indicando que Wagner teria enviado o contato do gerente do empreendimento ao empresário para facilitar a aquisição. Essa transação seria vista como uma contrapartida pelas ações do congressista em favor dos interesses do Banco Master e de Lima.

A investigação aponta que a compra do imóvel foi realizada através de uma empresa, com o intuito de ocultar a real propriedade de Wagner. Essa pessoa jurídica teria recebido recursos da Reag, uma gestora de fundos com conexões com o Banco Master. Além do apartamento, os investigadores também estão apurando o pagamento de propina a uma empresa ligada a um familiar de Wagner.

Em nota, a defesa de Wagner afirmou que as medidas “contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos”. A defesa de Augusto Lima também se posicionou, destacando que ele “sempre atuou dentro dos limites da lei”.

O senador Jaques Wagner foi procurado para se manifestar sobre a operação da PF, mas não respondeu até o fechamento desta matéria. O texto será atualizado caso haja uma manifestação.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, expressou confiança na inocência de Wagner, afirmando que o senador esclarecerá sua participação nos acontecimentos investigados e espera que ele prove sua inocência durante a apuração. “Apoiamos todas as apurações envolvendo o Banco Master, a sociedade tem o direito de saber a verdade”, ressaltou.

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