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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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“Preço muito alto”: Trump ameaça Delcy Rodríguez após captura de Maduro e exige cooperação

Em entrevista à revista The Atlantic, presidente americano diz que consequências para a sucessora podem ser piores que as do líder chavista. Marco Rubio alerta: “Vamos avaliar pelo que fizerem”. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra a nova liderança […]

04/01/2026 · 21h07 · Atualizado às 19h02
“Preço muito alto”: Trump ameaça Delcy Rodríguez após captura de Maduro e exige cooperação

Em entrevista à revista The Atlantic, presidente americano diz que consequências para a sucessora podem ser piores que as do líder chavista. Marco Rubio alerta: “Vamos avaliar pelo que fizerem”.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra a nova liderança da Venezuela neste domingo (4). Em entrevista por telefone à revista The Atlantic, Trump enviou um recado direto e ameaçador à presidente interina, Delcy Rodríguez: ela pagará um “preço muito alto” caso não coopere com Washington.

A declaração ocorre menos de 24 horas após a operação militar norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro, no sábado (3). O ex-líder venezuelano já se encontra em um centro de detenção nos EUA.

O Ultimato de Trump

Trump foi enfático ao sugerir que o destino de Delcy pode ser ainda mais severo do que o de seu antecessor, caso ela opte por manter a linha dura do chavismo contra os interesses americanos.

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“Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disparou o presidente americano.

Pressão Diplomática

Mais cedo, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforçou a posição da Casa Branca em entrevista à CBS News. Rubio afirmou que o governo americano está “pronto para trabalhar” com os líderes remanescentes da Venezuela, mas impôs condições estritas.

“Vamos avaliar tudo pelo que eles fizerem, e vamos ver o que farão”, disse Rubio, deixando claro que o país possui “diversas ferramentas de pressão” caso a “decisão correta” não seja tomada.

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Sobre o futuro político do país sul-americano, o secretário adotou cautela. Segundo ele, ainda é “prematuro falar em eleições” neste momento, indicando que a prioridade imediata é a estabilização e a transição de poder, e que há “muito trabalho pela frente”.


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Em entrevista à revista The Atlantic, presidente americano diz que consequências para a sucessora podem ser piores que as do líder chavista. Marco Rubio alerta: “Vamos avaliar pelo que fizerem”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra a nova liderança da Venezuela neste domingo (4). Em entrevista por telefone à revista The Atlantic, Trump enviou um recado direto e ameaçador à presidente interina, Delcy Rodríguez: ela pagará um “preço muito alto” caso não coopere com Washington.

A declaração ocorre menos de 24 horas após a operação militar norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro, no sábado (3). O ex-líder venezuelano já se encontra em um centro de detenção nos EUA.

O Ultimato de Trump

Trump foi enfático ao sugerir que o destino de Delcy pode ser ainda mais severo do que o de seu antecessor, caso ela opte por manter a linha dura do chavismo contra os interesses americanos.

“Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disparou o presidente americano.

Pressão Diplomática

Mais cedo, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reforçou a posição da Casa Branca em entrevista à CBS News. Rubio afirmou que o governo americano está “pronto para trabalhar” com os líderes remanescentes da Venezuela, mas impôs condições estritas.

“Vamos avaliar tudo pelo que eles fizerem, e vamos ver o que farão”, disse Rubio, deixando claro que o país possui “diversas ferramentas de pressão” caso a “decisão correta” não seja tomada.

Sobre o futuro político do país sul-americano, o secretário adotou cautela. Segundo ele, ainda é “prematuro falar em eleições” neste momento, indicando que a prioridade imediata é a estabilização e a transição de poder, e que há “muito trabalho pela frente”.


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