Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Prefeitura de SP nega pedido da Uber para operar mototáxi na capital

Política

Prefeitura de SP nega pedido da Uber para operar mototáxi na capital

Prefeitura de São Paulo nega pedido da Uber para operar mototáxi na capital, citando falta de seguro.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h14
Prefeitura de SP nega pedido da Uber para operar mototáxi na capital

Publicidade

A Prefeitura de São Paulo e o Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV) rejeitaram, nesta quarta-feira (15), o pedido da Uber para operar um serviço de mototáxi por meio do aplicativo na capital. A empresa contestou as razões apresentadas pela administração municipal, sustentando que a decisão representa uma tentativa de barrar o transporte de passageiros por motocicletas na cidade.

Publicidade

Publicidade

Segundo parecer jurídico da administração e do órgão vinculado à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, a Uber não apresentou documentos que comprovassem a contratação de seguro de acidentes pessoais, requisito exigido pela legislação aprovada na Câmara dos Vereadores.

A Uber, em nota, expressou estranheza diante da decisão, alegando que a prefeitura apontou a falta de assinatura em uma declaração da seguradora, embora esse mesmo documento já tivesse sido aceito anteriormente pela própria administração.

Desde 2023, a Prefeitura e as empresas Uber e 99 estão em conflito judicial sobre a liberação do serviço na cidade. Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os municípios não podem proibir o mototáxi, as empresas de transporte por aplicativo anunciaram a intenção de iniciar o serviço a partir de dezembro de 2025.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura regulamentasse o modal. A justificativa da Prefeitura para a oposição ao serviço, antes da regulamentação da Câmara, foi a preocupação com o aumento de acidentes em um trânsito já sobrecarregado.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Ainda que a regulamentação tenha sido aprovada pela Câmara Municipal, a Uber, a 99 e outras empresas da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) criticaram as obrigações impostas, considerando-as ilegais e afirmando que funcionam como uma proibição ao funcionamento das motos por aplicativo.

A 99 anunciou em abril de 2026 que desistiu de oferecer o serviço de mototáxi em São Paulo, focando na expansão de serviços de entrega, sem planos de lançar o mototáxi na capital.

A lei aprovada pela Câmara foi utilizada pela Prefeitura para justificar a rejeição do pedido da Uber. Entre as principais obrigações para as empresas estão a necessidade de estarem credenciadas pela Prefeitura, contratar seguro de acidentes e auxílio funeral, e permitir que o serviço seja realizado apenas por condutores cadastrados.

Publicidade

Para os mototaxistas, as exigências incluem ter no mínimo 21 anos, possuir há pelo menos dois anos a Carteira Nacional de Habilitação na categoria A ou AB, e ser aprovado em curso especializado para transporte de passageiros em motocicletas.

Além disso, o transporte de passageiros por moto é proibido em corredores e faixas exclusivas de ônibus, durante eventos climáticos intensos e em áreas com restrições de circulação.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

A Prefeitura de São Paulo e o Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV) rejeitaram, nesta quarta-feira (15), o pedido da Uber para operar um serviço de mototáxi por meio do aplicativo na capital. A empresa contestou as razões apresentadas pela administração municipal, sustentando que a decisão representa uma tentativa de barrar o transporte de passageiros por motocicletas na cidade.

Segundo parecer jurídico da administração e do órgão vinculado à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, a Uber não apresentou documentos que comprovassem a contratação de seguro de acidentes pessoais, requisito exigido pela legislação aprovada na Câmara dos Vereadores.

A Uber, em nota, expressou estranheza diante da decisão, alegando que a prefeitura apontou a falta de assinatura em uma declaração da seguradora, embora esse mesmo documento já tivesse sido aceito anteriormente pela própria administração.

Desde 2023, a Prefeitura e as empresas Uber e 99 estão em conflito judicial sobre a liberação do serviço na cidade. Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os municípios não podem proibir o mototáxi, as empresas de transporte por aplicativo anunciaram a intenção de iniciar o serviço a partir de dezembro de 2025.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura regulamentasse o modal. A justificativa da Prefeitura para a oposição ao serviço, antes da regulamentação da Câmara, foi a preocupação com o aumento de acidentes em um trânsito já sobrecarregado.

Ainda que a regulamentação tenha sido aprovada pela Câmara Municipal, a Uber, a 99 e outras empresas da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) criticaram as obrigações impostas, considerando-as ilegais e afirmando que funcionam como uma proibição ao funcionamento das motos por aplicativo.

A 99 anunciou em abril de 2026 que desistiu de oferecer o serviço de mototáxi em São Paulo, focando na expansão de serviços de entrega, sem planos de lançar o mototáxi na capital.

A lei aprovada pela Câmara foi utilizada pela Prefeitura para justificar a rejeição do pedido da Uber. Entre as principais obrigações para as empresas estão a necessidade de estarem credenciadas pela Prefeitura, contratar seguro de acidentes e auxílio funeral, e permitir que o serviço seja realizado apenas por condutores cadastrados.

Para os mototaxistas, as exigências incluem ter no mínimo 21 anos, possuir há pelo menos dois anos a Carteira Nacional de Habilitação na categoria A ou AB, e ser aprovado em curso especializado para transporte de passageiros em motocicletas.

Além disso, o transporte de passageiros por moto é proibido em corredores e faixas exclusivas de ônibus, durante eventos climáticos intensos e em áreas com restrições de circulação.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA