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Economia

Presidente da CNT pede ampliação do refino para conter alta dos combustíveis

Presidente da CNT destaca a necessidade de ampliar refino de combustíveis no Brasil.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h41
Presidente da CNT pede ampliação do refino para conter alta dos combustíveis

Vander Costa, presidente da CNT, afirmou no programa Conexão Infra que o país precisa ampliar o refino para reduzir importações. Segundo ele, a recente alta do petróleo evidenciou a urgência de investimentos no setor.

O Brasil precisa ampliar sua capacidade de refino de combustíveis para diminuir a dependência da importação e minimizar os efeitos de crises internacionais sobre os preços internos, conforme avaliação do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa. Durante sua participação no programa Conexão Infra, Costa destacou que a recente alta do petróleo, impulsionada pelo conflito entre Estados Unidos e Oriente Médio, evidenciou a necessidade de investimentos estruturais no setor.

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Segundo ele, as medidas adotadas pelo governo federal para conter o aumento dos preços dos combustíveis ajudaram a reduzir os impactos imediatos sobre a inflação, mas essas ações não representam uma solução duradoura.

“O governo fez o que podia ser feito”, afirmou. Entretanto, ele ressaltou que “é uma solução de curto prazo”.

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Costa explicou que a melhor abordagem, quando ocorre um aumento no preço do óleo diesel no mercado internacional, é acompanhar essa elevação. Ele argumentou que, caso o Brasil não ajuste os preços do diesel para níveis internacionais, pode haver escassez, a qual considera ainda mais prejudicial do que um preço elevado.

Nos últimos meses, o governo anunciou subsídios temporários para reduzir o preço da gasolina e do diesel, na tentativa de mitigar os efeitos da alta internacional do petróleo sobre a inflação. Na visão do presidente da CNT, esse tipo de medida é apropriado para momentos de crise, mas não deve ser mantido por períodos prolongados.

Costa também alertou sobre os impactos fiscais que políticas de subsídios prolongadas podem acarretar, como o aumento da taxa Selic e da inflação. Ele enfatizou a importância de se buscar soluções sustentáveis e de longo prazo para o setor de combustíveis, visando maior segurança e estabilidade econômica para o país.

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Vander Costa, presidente da CNT, afirmou no programa Conexão Infra que o país precisa ampliar o refino para reduzir importações. Segundo ele, a recente alta do petróleo evidenciou a urgência de investimentos no setor.

O Brasil precisa ampliar sua capacidade de refino de combustíveis para diminuir a dependência da importação e minimizar os efeitos de crises internacionais sobre os preços internos, conforme avaliação do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa. Durante sua participação no programa Conexão Infra, Costa destacou que a recente alta do petróleo, impulsionada pelo conflito entre Estados Unidos e Oriente Médio, evidenciou a necessidade de investimentos estruturais no setor.

Segundo ele, as medidas adotadas pelo governo federal para conter o aumento dos preços dos combustíveis ajudaram a reduzir os impactos imediatos sobre a inflação, mas essas ações não representam uma solução duradoura.

“O governo fez o que podia ser feito”, afirmou. Entretanto, ele ressaltou que “é uma solução de curto prazo”.

Costa explicou que a melhor abordagem, quando ocorre um aumento no preço do óleo diesel no mercado internacional, é acompanhar essa elevação. Ele argumentou que, caso o Brasil não ajuste os preços do diesel para níveis internacionais, pode haver escassez, a qual considera ainda mais prejudicial do que um preço elevado.

Nos últimos meses, o governo anunciou subsídios temporários para reduzir o preço da gasolina e do diesel, na tentativa de mitigar os efeitos da alta internacional do petróleo sobre a inflação. Na visão do presidente da CNT, esse tipo de medida é apropriado para momentos de crise, mas não deve ser mantido por períodos prolongados.

Costa também alertou sobre os impactos fiscais que políticas de subsídios prolongadas podem acarretar, como o aumento da taxa Selic e da inflação. Ele enfatizou a importância de se buscar soluções sustentáveis e de longo prazo para o setor de combustíveis, visando maior segurança e estabilidade econômica para o país.

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