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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Saúde

Psicóloga aponta pressão emocional no início do ano e defende atenção contínua à saúde mental

As campanhas de Janeiro Branco levam o tema da saúde mental ao centro do debate, mas o impacto emocional do primeiro mês do ano pode ser mais intenso do que se imagina, alerta a psicóloga clínica Candice Galvão. Segundo ela, a expectativa social de renovação imediata e produtividade gera frustração, ansiedade e autocrítica em quem não consegue atender a esse ideal.

21/01/2026 · 19h38
Psicóloga aponta pressão emocional no início do ano e defende atenção contínua à saúde mental

As campanhas de Janeiro Branco levam o tema da saúde mental ao centro do debate, mas o impacto emocional do primeiro mês do ano pode ser mais intenso do que se imagina, alerta a psicóloga clínica Candice Galvão. Segundo ela, a expectativa social de renovação imediata e produtividade gera frustração, ansiedade e autocrítica em quem não consegue atender a esse ideal.

Galvão explica que o discurso de “recomeço” cria a sensação de obrigação de iniciar o ano motivado. Quando isso não acontece, muitas pessoas sentem culpa e vivenciam um ciclo de cobranças internas. “O sofrimento psíquico não segue datas comemorativas”, reforça.

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A especialista critica a ideia de tratar o autocuidado como ação pontual. Para ela, o excesso de mensagens motivacionais e receitas prontas pode transformar o autocuidado em mais uma fonte de pressão. “Quando cuidar de si vira performance ou obrigação, perde a função protetiva”, observa.

Além das expectativas, janeiro costuma reunir fatores que agravam o estresse, como retorno ao trabalho, dívidas acumuladas, metas irreais e conflitos familiares não resolvidos. A combinação dessas demandas financeiras, profissionais e emocionais, segundo Galvão, torna o período especialmente desafiador.

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Para enfrentar esse cenário, a psicóloga destaca a importância da psicoterapia como prevenção e fortalecimento psíquico, não apenas como último recurso. Ela defende que o Janeiro Branco seja ponto de partida para um compromisso que se estenda pelos 12 meses do ano.

Mais informações podem ser encontradas no perfil da profissional no Instagram: @candicegalvaopsicologia.

 

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As campanhas de Janeiro Branco levam o tema da saúde mental ao centro do debate, mas o impacto emocional do primeiro mês do ano pode ser mais intenso do que se imagina, alerta a psicóloga clínica Candice Galvão. Segundo ela, a expectativa social de renovação imediata e produtividade gera frustração, ansiedade e autocrítica em quem não consegue atender a esse ideal.

Galvão explica que o discurso de “recomeço” cria a sensação de obrigação de iniciar o ano motivado. Quando isso não acontece, muitas pessoas sentem culpa e vivenciam um ciclo de cobranças internas. “O sofrimento psíquico não segue datas comemorativas”, reforça.

A especialista critica a ideia de tratar o autocuidado como ação pontual. Para ela, o excesso de mensagens motivacionais e receitas prontas pode transformar o autocuidado em mais uma fonte de pressão. “Quando cuidar de si vira performance ou obrigação, perde a função protetiva”, observa.

Além das expectativas, janeiro costuma reunir fatores que agravam o estresse, como retorno ao trabalho, dívidas acumuladas, metas irreais e conflitos familiares não resolvidos. A combinação dessas demandas financeiras, profissionais e emocionais, segundo Galvão, torna o período especialmente desafiador.

Para enfrentar esse cenário, a psicóloga destaca a importância da psicoterapia como prevenção e fortalecimento psíquico, não apenas como último recurso. Ela defende que o Janeiro Branco seja ponto de partida para um compromisso que se estenda pelos 12 meses do ano.

Mais informações podem ser encontradas no perfil da profissional no Instagram: @candicegalvaopsicologia.

 

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