Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
Pular para o conteúdo

Queima de cana-de-açúcar e seus efeitos na saúde: Deputados exigem ações urgentes

Notícias

Queima de cana-de-açúcar e seus efeitos na saúde: Deputados exigem ações urgentes

A queima da cana-de-açúcar foi alvo de intensos debates na Assembleia Legislativa de Sergipe, nesta terça-feira (4). Parlamentares apontaram os danos econômicos, ambientais e à saúde pública, além dos transtornos diários enfrentados pela população, especialmente em municípios como Areia Branca, Itabaiana, Nossa Senhora das Dores e Maruim.

05/02/2025 · 11h01 · Atualizado às 19h13
Queima de cana-de-açúcar e seus efeitos na saúde: Deputados exigem ações urgentes

Publicidade

Parlamentares denunciam prejuízos econômicos, sujeira nas ruas e riscos graves à saúde causados pela prática

Publicidade

Publicidade

A queima da cana-de-açúcar foi alvo de intensos debates na Assembleia Legislativa de Sergipe, nesta terça-feira (4). Parlamentares apontaram os danos econômicos, ambientais e à saúde pública, além dos transtornos diários enfrentados pela população, especialmente em municípios como Areia Branca, Itabaiana, Nossa Senhora das Dores e Maruim.

O deputado Marcos Oliveira (PL) criticou duramente a persistência dessa prática agrícola antiquada:

“É de chorar, mas a realidade é dura: muitos pais e mães acordam com suas casas envoltas em fuligem. Isso não é decoração de inverno, é prejuízo na certa. Temos procedimentos no MPSE, mas ainda sem solução concreta”, afirmou, cobrando medidas enérgicas.

A situação se agrava com o aumento do consumo de água para limpar a fuligem que se acumula nas ruas e nas residências, o que pesa ainda mais no bolso dos moradores.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A deputada Linda Brasil (PSOL) reforçou a necessidade de uma intervenção direta do Ministério Público de Sergipe (MPSE):

“As fuligens das queimadas atingem a população de Maruim e prejudicam a saúde das pessoas. Precisamos de ações firmes e urgentes.”

Já o deputado Luizão Donatrampi (União Brasil) destacou o impacto negativo da prática na saúde pública:

Publicidade

“Muitas pessoas adoecem e nem sabem a origem. É essencial convocar os usineiros e exigir prazos para acabar com esse problema. A mecanização é o caminho: modernizar a colheita e abandonar de vez essa prática poluidora.”

A prática da queima, que visa facilitar a colheita manual da cana, já é considerada ultrapassada, além de estar associada a problemas respiratórios graves, especialmente em crianças e idosos.

A mobilização dos deputados acende um alerta para que soluções efetivas, como a mecanização da colheita, sejam adotadas, buscando proteger a população e o meio ambiente.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Publicidade

Parlamentares denunciam prejuízos econômicos, sujeira nas ruas e riscos graves à saúde causados pela prática

A queima da cana-de-açúcar foi alvo de intensos debates na Assembleia Legislativa de Sergipe, nesta terça-feira (4). Parlamentares apontaram os danos econômicos, ambientais e à saúde pública, além dos transtornos diários enfrentados pela população, especialmente em municípios como Areia Branca, Itabaiana, Nossa Senhora das Dores e Maruim.

O deputado Marcos Oliveira (PL) criticou duramente a persistência dessa prática agrícola antiquada:

“É de chorar, mas a realidade é dura: muitos pais e mães acordam com suas casas envoltas em fuligem. Isso não é decoração de inverno, é prejuízo na certa. Temos procedimentos no MPSE, mas ainda sem solução concreta”, afirmou, cobrando medidas enérgicas.

A situação se agrava com o aumento do consumo de água para limpar a fuligem que se acumula nas ruas e nas residências, o que pesa ainda mais no bolso dos moradores.

A deputada Linda Brasil (PSOL) reforçou a necessidade de uma intervenção direta do Ministério Público de Sergipe (MPSE):

“As fuligens das queimadas atingem a população de Maruim e prejudicam a saúde das pessoas. Precisamos de ações firmes e urgentes.”

Já o deputado Luizão Donatrampi (União Brasil) destacou o impacto negativo da prática na saúde pública:

“Muitas pessoas adoecem e nem sabem a origem. É essencial convocar os usineiros e exigir prazos para acabar com esse problema. A mecanização é o caminho: modernizar a colheita e abandonar de vez essa prática poluidora.”

A prática da queima, que visa facilitar a colheita manual da cana, já é considerada ultrapassada, além de estar associada a problemas respiratórios graves, especialmente em crianças e idosos.

A mobilização dos deputados acende um alerta para que soluções efetivas, como a mecanização da colheita, sejam adotadas, buscando proteger a população e o meio ambiente.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA