Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Pular para o conteúdo

Rio demite 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$221 milhões

Economia

Rio demite 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$221 milhões

Governo do Rio exonerou 6,1 mil comissionados; economia prevista é de R$ 221 milhões até dezembro.

25/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 22h44
Rio demite 6,1 mil comissionados e prevê economia de R$221 milhões

Gestão do Rio exonerou 6.145 comissionados de um total de 14.340 registrados em março. Muitos eram 'fantasmas' sem acesso aos sistemas; economia prevista: R$221 milhões até dezembro.

A atual gestão do governo do Estado do Rio de Janeiro cortou mais de 6 mil cargos em comissão em todos os órgãos da administração, de um total de 14.340 comissionados existentes em março de 2026. A projeção é que a medida gere uma economia de R$ 221 milhões até dezembro.

Publicidade

Grande parte dos servidores exonerados sequer tinha senhas de acesso aos sistemas do Estado, como o SEI, sendo considerados funcionários fantasmas. Os comissionados fantasmas apareciam apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto.

Até o dia 21 de agosto, já foram exonerados 6.145 servidores comissionados, enquanto as nomeações somam 2.496. A economia considerada no cálculo inclui apenas os cargos que continuam vagos, segundo os dados apresentados pela administração.

Há previsão de novas exonerações conforme os trabalhos de auditoria em andamento no Gabinete de Segurança Institucional e na Controladoria-Geral do Estado forem concluídos. As auditorias buscam identificar irregularidades e cargos desnecessários para ampliar a redução de despesas.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

As nomeações do primeiro escalão realizadas desde março são compostas, em sua maioria, por servidores de carreira. Em todos os níveis, os escolhidos passaram por avaliação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). As decisões foram apresentadas com a premissa de preservar o erário e aplicar os recursos públicos de forma responsável e eficiente, baseadas em eficiência, transparência e resultados.

Na reestruturação administrativa, a gestão reduziu o número de secretarias: atualmente a organização do governo conta com 28 pastas, ante 32 em março. Para reduzir o total de secretarias, o governo optou pela fusão de algumas pastas, medida que integra o plano de enxugamento da máquina pública.

A gestão interina do desembargador Ricardo Couto teve início no dia 23 de março de 2026. Ele assumiu o cargo após o governador Cláudio Castro renunciar para disputar uma vaga no Senado Federal. No dia 24 de março, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível. No dia 2 de junho, o plenário do TSE julgou os recursos e manteve a condenação por 5 votos a 2.

Publicidade

Com a decisão, Castro ficou inelegível por oito anos, contados a partir da eleição de 2022, tornando-se inelegível até 2030. A administração estadual afirmou que as medidas de ajuste e as avaliações de nomeações seguirão em curso enquanto as auditorias forem finalizadas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Gestão do Rio exonerou 6.145 comissionados de um total de 14.340 registrados em março. Muitos eram 'fantasmas' sem acesso aos sistemas; economia prevista: R$221 milhões até dezembro.

A atual gestão do governo do Estado do Rio de Janeiro cortou mais de 6 mil cargos em comissão em todos os órgãos da administração, de um total de 14.340 comissionados existentes em março de 2026. A projeção é que a medida gere uma economia de R$ 221 milhões até dezembro.

Grande parte dos servidores exonerados sequer tinha senhas de acesso aos sistemas do Estado, como o SEI, sendo considerados funcionários fantasmas. Os comissionados fantasmas apareciam apenas uma vez por mês para assinar a folha de ponto.

Até o dia 21 de agosto, já foram exonerados 6.145 servidores comissionados, enquanto as nomeações somam 2.496. A economia considerada no cálculo inclui apenas os cargos que continuam vagos, segundo os dados apresentados pela administração.

Há previsão de novas exonerações conforme os trabalhos de auditoria em andamento no Gabinete de Segurança Institucional e na Controladoria-Geral do Estado forem concluídos. As auditorias buscam identificar irregularidades e cargos desnecessários para ampliar a redução de despesas.

As nomeações do primeiro escalão realizadas desde março são compostas, em sua maioria, por servidores de carreira. Em todos os níveis, os escolhidos passaram por avaliação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). As decisões foram apresentadas com a premissa de preservar o erário e aplicar os recursos públicos de forma responsável e eficiente, baseadas em eficiência, transparência e resultados.

Na reestruturação administrativa, a gestão reduziu o número de secretarias: atualmente a organização do governo conta com 28 pastas, ante 32 em março. Para reduzir o total de secretarias, o governo optou pela fusão de algumas pastas, medida que integra o plano de enxugamento da máquina pública.

A gestão interina do desembargador Ricardo Couto teve início no dia 23 de março de 2026. Ele assumiu o cargo após o governador Cláudio Castro renunciar para disputar uma vaga no Senado Federal. No dia 24 de março, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível. No dia 2 de junho, o plenário do TSE julgou os recursos e manteve a condenação por 5 votos a 2.

Com a decisão, Castro ficou inelegível por oito anos, contados a partir da eleição de 2022, tornando-se inelegível até 2030. A administração estadual afirmou que as medidas de ajuste e as avaliações de nomeações seguirão em curso enquanto as auditorias forem finalizadas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA