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Política

Senado inicia discussão da PEC 6×1 após 35 dias de espera

Senado discute a PEC 6x1 após 35 dias de espera e crescente pressão por votação.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h26
Senado inicia discussão da PEC 6×1 após 35 dias de espera

O Senado começa a discutir hoje, 1º de julho, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6×1. Essa discussão ocorre exatamente 35 dias após o texto chegar à Casa e a duas semanas do recesso parlamentar. A primeira etapa das discussões se dará em uma sessão temática, mas a tramitação formal ainda não teve início, incluindo a escolha de um relator. A PEC, que visa acabar com a escala 6×1, permanece parada na Secretaria Legislativa, sem ter sido encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça.

A pressão por parte de sindicatos, categorias de trabalhadores e empregados em relação à PEC tem aumentado, mas até o momento, não houve movimentação significativa na Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já havia declarado anteriormente que a Casa não se tornará um mero carimbador de decisões da Câmara dos Deputados.

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“Uma matéria debatida há muitos meses na Câmara dos Deputados não pode ser, imediatamente, automaticamente, carimbada e deliberada no plenário do Senado Federal. Esta é uma cobrança permanente dos senadores em relação ao trâmite adotado pela presidência do Senado Federal”, afirmou Alcolumbre em plenário.

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Antes da sessão temática, Alcolumbre se reunirá com o senador Paulo Paim, a deputada Érika Hilton, que está à frente dos debates, e a líder do governo no Senado, Tereza Cristina. O objetivo é ouvir a posição do governo e das centrais sindicais, assim como já foi feito com empresários.

Paralelamente, a pressão pela votação da PEC continua a crescer. Na terça-feira, manifestações ocorreram em pelo menos 15 estados em apoio à proposta. No Rio de Janeiro, a greve de ônibus chega ao terceiro dia, com a reivindicação de melhores condições de trabalho e o fim da escala 6×1, pleiteando a adoção de cinco dias trabalhados seguidos por dois de folga, sem redução salarial.

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O Senado começa a discutir hoje, 1º de julho, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6×1. Essa discussão ocorre exatamente 35 dias após o texto chegar à Casa e a duas semanas do recesso parlamentar. A primeira etapa das discussões se dará em uma sessão temática, mas a tramitação formal ainda não teve início, incluindo a escolha de um relator. A PEC, que visa acabar com a escala 6×1, permanece parada na Secretaria Legislativa, sem ter sido encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça.

A pressão por parte de sindicatos, categorias de trabalhadores e empregados em relação à PEC tem aumentado, mas até o momento, não houve movimentação significativa na Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já havia declarado anteriormente que a Casa não se tornará um mero carimbador de decisões da Câmara dos Deputados.

“Uma matéria debatida há muitos meses na Câmara dos Deputados não pode ser, imediatamente, automaticamente, carimbada e deliberada no plenário do Senado Federal. Esta é uma cobrança permanente dos senadores em relação ao trâmite adotado pela presidência do Senado Federal”, afirmou Alcolumbre em plenário.

Antes da sessão temática, Alcolumbre se reunirá com o senador Paulo Paim, a deputada Érika Hilton, que está à frente dos debates, e a líder do governo no Senado, Tereza Cristina. O objetivo é ouvir a posição do governo e das centrais sindicais, assim como já foi feito com empresários.

Paralelamente, a pressão pela votação da PEC continua a crescer. Na terça-feira, manifestações ocorreram em pelo menos 15 estados em apoio à proposta. No Rio de Janeiro, a greve de ônibus chega ao terceiro dia, com a reivindicação de melhores condições de trabalho e o fim da escala 6×1, pleiteando a adoção de cinco dias trabalhados seguidos por dois de folga, sem redução salarial.

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