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STF julga deputados do PL por suspeita de cobrança de propina em emendas, entre eles Bosco Costa

Política

STF julga deputados do PL por suspeita de cobrança de propina em emendas, entre eles Bosco Costa

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta terça-feira (10), o julgamento de dois deputados federais e de um suplente filiados ao...

10/03/2026 · 13h06 · Atualizado às 18h46
STF julga deputados do PL por suspeita de cobrança de propina em emendas, entre eles Bosco Costa
Reprodução redes sociais

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta terça-feira (10), o julgamento de dois deputados federais e de um suplente filiados ao PL, que respondem a acusações de corrupção passiva e de integrar organização criminosa. A sessão teve previsão de início para as 9h.

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São réus na ação penal os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo teria exigido pagamento indevido para viabilizar a liberação de emendas parlamentares.

Além dos três políticos, o processo inclui mais cinco pessoas ligadas aos citados, que também passarão por julgamento na mesma ação penal.

Conforme a denúncia da PGR, entre janeiro e agosto de 2020 os investigados teriam solicitado R$ 1,6 milhão como vantagem indevida para a liberação de um total de R$ 6,6 milhões em emendas destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão.

O caso é relatado no STF pelo ministro Cristiano Zanin. A Primeira Turma também é composta pelos ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

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Além da sessão da manhã desta terça, o tribunal agendou mais duas reuniões para continuar a análise do processo: uma à tarde e outra na manhã de quarta-feira (11).

Posicionamentos da defesa

Ao longo da tramitação do inquérito, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho afirmou ao STF que as acusações apresentadas pela PGR são frágeis e desprovidas de fundamentação suficiente.

stf 1908200973

Os advogados de Bosco Costa pediram a rejeição da denúncia por ausência de provas, sustentando que a acusação se apoia em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas” das quais o suplente diz não ter conhecimento.

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Já a defesa do deputado Pastor Gil questionou a legalidade das provas obtidas durante a investigação, alegando que o processo deveria ter sido iniciado diretamente no Supremo e não na Justiça Federal do Maranhão, e acrescentou que a peça acusatória se baseia em hipóteses e conjecturas.

O julgamento prossegue conforme o calendário estabelecido pela Primeira Turma do STF, com as sessões complementares previstas para analisar as alegações das partes e as provas apresentadas.

 

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta terça-feira (10), o julgamento de dois deputados federais e de um suplente filiados ao PL, que respondem a acusações de corrupção passiva e de integrar organização criminosa. A sessão teve previsão de início para as 9h.

São réus na ação penal os parlamentares Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo teria exigido pagamento indevido para viabilizar a liberação de emendas parlamentares.

Além dos três políticos, o processo inclui mais cinco pessoas ligadas aos citados, que também passarão por julgamento na mesma ação penal.

Conforme a denúncia da PGR, entre janeiro e agosto de 2020 os investigados teriam solicitado R$ 1,6 milhão como vantagem indevida para a liberação de um total de R$ 6,6 milhões em emendas destinadas ao município de São José de Ribamar, no Maranhão.

O caso é relatado no STF pelo ministro Cristiano Zanin. A Primeira Turma também é composta pelos ministros Flavio Dino, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

Além da sessão da manhã desta terça, o tribunal agendou mais duas reuniões para continuar a análise do processo: uma à tarde e outra na manhã de quarta-feira (11).

Posicionamentos da defesa

Ao longo da tramitação do inquérito, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho afirmou ao STF que as acusações apresentadas pela PGR são frágeis e desprovidas de fundamentação suficiente.

stf 1908200973

Os advogados de Bosco Costa pediram a rejeição da denúncia por ausência de provas, sustentando que a acusação se apoia em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas” das quais o suplente diz não ter conhecimento.

Já a defesa do deputado Pastor Gil questionou a legalidade das provas obtidas durante a investigação, alegando que o processo deveria ter sido iniciado diretamente no Supremo e não na Justiça Federal do Maranhão, e acrescentou que a peça acusatória se baseia em hipóteses e conjecturas.

O julgamento prossegue conforme o calendário estabelecido pela Primeira Turma do STF, com as sessões complementares previstas para analisar as alegações das partes e as provas apresentadas.

 

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