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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Verão eleva em 30% os casos de cálculos renais e Ipesaúde recomenda atenção à hidratação

Estudos do setor de urologia indicam que a ocorrência de cálculos renais cresce aproximadamente 30% durante o verão. O aumento da temperatura, somado à maior transpiração e consequente perda de líquidos, concentra minerais na urina e favorece a formação das “pedras” nos rins em homens, mulheres e crianças. No Nordeste, região que registra calor intenso […]

13/01/2026 · 15h47
Verão eleva em 30% os casos de cálculos renais e Ipesaúde recomenda atenção à hidratação

Estudos do setor de urologia indicam que a ocorrência de cálculos renais cresce aproximadamente 30% durante o verão. O aumento da temperatura, somado à maior transpiração e consequente perda de líquidos, concentra minerais na urina e favorece a formação das “pedras” nos rins em homens, mulheres e crianças.

No Nordeste, região que registra calor intenso ao longo de quase todo o ano, o número de casos tende a ser ainda maior. Diante do quadro, o Instituto de Promoção e Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) orienta que qualquer desconforto urinário ou dor lombar seja avaliado por um urologista.

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Fatores de risco

O urologista do Ipesaúde Luciano Franco, com 27 anos de experiência, explica que o clima não é o único responsável pela doença. “Há uma predisposição genética em alguns pacientes para produzir mais cálculos”, afirma. Segundo o especialista, os cálculos podem ser formados por diferentes substâncias — como cálcio, ácido úrico, fosfato e magnésio — e, se não tratados, podem obstruir o rim e levar à perda do órgão.

Tipos de cálculos

• Ácido úrico: relacionados ao metabolismo.
• Cálcio: ligados à hidratação e à alimentação.
• Fosfato magnesiano: geralmente associados a infecções urinárias crônicas.

Independentemente da composição, todos podem provocar crises de dor e exigir tratamento para evitar danos permanentes.

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Prevenção e acompanhamento

Para quem tem histórico familiar, Franco recomenda realizar ultrassonografia renal pelo menos uma vez por ano e manter ingestão abundante de líquidos durante todo o ano, especialmente no verão.

Crianças também podem desenvolver cálculos, mas a elasticidade dos tecidos facilita a eliminação das pedras quando o diagnóstico é precoce. Pacientes que passaram por cirurgia bariátrica formam outro grupo de risco e devem redobrar a hidratação.

História de superação

Beneficiário do Ipesaúde, Rinaldo Feitosa, de Propriá, lida com cálculos renais há cerca de dez anos e já precisou passar por diversas cirurgias. Recentemente, após acompanhamento com o urologista Luciano Franco, recebeu a notícia de que seus rins estavam livres das pedras. “É só tomar água, é o remédio”, relatou.

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Especialistas reforçam que a melhor estratégia para reduzir a incidência de cálculos renais continua sendo a hidratação adequada, aliada ao monitoramento médico regular para pacientes mais propensos.

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Estudos do setor de urologia indicam que a ocorrência de cálculos renais cresce aproximadamente 30% durante o verão. O aumento da temperatura, somado à maior transpiração e consequente perda de líquidos, concentra minerais na urina e favorece a formação das “pedras” nos rins em homens, mulheres e crianças.

No Nordeste, região que registra calor intenso ao longo de quase todo o ano, o número de casos tende a ser ainda maior. Diante do quadro, o Instituto de Promoção e Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) orienta que qualquer desconforto urinário ou dor lombar seja avaliado por um urologista.

Fatores de risco

O urologista do Ipesaúde Luciano Franco, com 27 anos de experiência, explica que o clima não é o único responsável pela doença. “Há uma predisposição genética em alguns pacientes para produzir mais cálculos”, afirma. Segundo o especialista, os cálculos podem ser formados por diferentes substâncias — como cálcio, ácido úrico, fosfato e magnésio — e, se não tratados, podem obstruir o rim e levar à perda do órgão.

Tipos de cálculos

• Ácido úrico: relacionados ao metabolismo.
• Cálcio: ligados à hidratação e à alimentação.
• Fosfato magnesiano: geralmente associados a infecções urinárias crônicas.

Independentemente da composição, todos podem provocar crises de dor e exigir tratamento para evitar danos permanentes.

Prevenção e acompanhamento

Para quem tem histórico familiar, Franco recomenda realizar ultrassonografia renal pelo menos uma vez por ano e manter ingestão abundante de líquidos durante todo o ano, especialmente no verão.

Crianças também podem desenvolver cálculos, mas a elasticidade dos tecidos facilita a eliminação das pedras quando o diagnóstico é precoce. Pacientes que passaram por cirurgia bariátrica formam outro grupo de risco e devem redobrar a hidratação.

História de superação

Beneficiário do Ipesaúde, Rinaldo Feitosa, de Propriá, lida com cálculos renais há cerca de dez anos e já precisou passar por diversas cirurgias. Recentemente, após acompanhamento com o urologista Luciano Franco, recebeu a notícia de que seus rins estavam livres das pedras. “É só tomar água, é o remédio”, relatou.

Especialistas reforçam que a melhor estratégia para reduzir a incidência de cálculos renais continua sendo a hidratação adequada, aliada ao monitoramento médico regular para pacientes mais propensos.

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