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Aracaju, Terça-feira, 23 de junho de 2026
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Zema propõe ‘três choques’ para o Brasil e critica debate sobre escala 6×1

Brasil

Zema propõe ‘três choques’ para o Brasil e critica debate sobre escala 6×1

Romeu Zema critica discussão sobre a escala 6 X 1 e defende reformas para a economia.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h07
Zema propõe ‘três choques’ para o Brasil e critica debate sobre escala 6×1

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O pré-candidato à Presidência Romeu Zema defendeu reformas econômicas urgentes durante evento da CNI em Brasília. Para ele, o país precisa combater gastos públicos e aumentar a produtividade.

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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), criticou, nesta segunda-feira (22.jun.2026), o debate em torno do fim da escala 6 X 1 e destacou a necessidade de reformas no Brasil para reduzir os juros e aumentar a produtividade da economia. A declaração foi feita durante o evento “Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em Brasília.

Em sua fala, Zema elencou prioridades para o país, afirmando que o Brasil necessita de três “choques”: um de moralidade, um contra a gastança pública e outro contra a criminalidade. Ao discutir a economia, ele apontou que os juros elevados são resultado do aumento das despesas do governo e defendeu mudanças estruturais.

“Vamos precisar de um choque nessa questão da gastança, de rever uma reforma da Previdência. É necessário uma reforma administrativa e também uma revisão dos programas sociais”, declarou o ex-governador.

Segundo Zema, a redução dos juros é fundamental para estimular investimentos privados e aumentar a competitividade da indústria nacional. Ele ressaltou que juros menores significam uma carga menor para o setor privado, possibilitando mais investimentos.

“Muitos projetos que não ficam de pé hoje, na hora que os juros caírem, vão ficar de pé”, afirmou.

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Ainda na sua fala, Zema aproveitou para criticar propostas que visam a redução da jornada de trabalho. Sem mencionar diretamente seus adversários, ele afirmou que parte da classe política acredita que uma simples decisão poderia elevar a renda dos trabalhadores.

“O pessoal aqui de Brasília tem a ideia de que uma canetada vai fazer o Brasil crescer, vai fazer o trabalhador ganhar mais. Infelizmente, o brasileiro às vezes ainda acredita nesse tipo de coisa, como está aí a questão da escala 6 X 1”, disse.

O ex-governador também defendeu mudanças nos programas sociais, sugerindo que aqueles que rejeitam ofertas de emprego ou cursos de qualificação não deveriam continuar recebendo benefícios do governo.

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“Para mim, quem teve duas ou três ofertas de emprego formal, negou, não quer fazer curso, não está apto a receber auxílio de governo nenhum”, declarou.

Na parte final de seu discurso, Zema fez uma associação entre segurança pública e crescimento econômico, afirmando que a criminalidade é um obstáculo ao desenvolvimento do país. Ele mencionou resultados positivos de sua gestão em Minas Gerais, como a redução de explosões a caixas eletrônicos e agências bancárias.

“Eu falo que o Brasil tem jeito. Minas Gerais já mudou. O Brasil precisa de alguém que saiu do setor privado, que sempre precisou ralar e entende muito bem as dores de quem precisa pagar a conta no final do mês”, afirmou.

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O pré-candidato à Presidência Romeu Zema defendeu reformas econômicas urgentes durante evento da CNI em Brasília. Para ele, o país precisa combater gastos públicos e aumentar a produtividade.

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), criticou, nesta segunda-feira (22.jun.2026), o debate em torno do fim da escala 6 X 1 e destacou a necessidade de reformas no Brasil para reduzir os juros e aumentar a produtividade da economia. A declaração foi feita durante o evento “Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em Brasília.

Em sua fala, Zema elencou prioridades para o país, afirmando que o Brasil necessita de três “choques”: um de moralidade, um contra a gastança pública e outro contra a criminalidade. Ao discutir a economia, ele apontou que os juros elevados são resultado do aumento das despesas do governo e defendeu mudanças estruturais.

“Vamos precisar de um choque nessa questão da gastança, de rever uma reforma da Previdência. É necessário uma reforma administrativa e também uma revisão dos programas sociais”, declarou o ex-governador.

Segundo Zema, a redução dos juros é fundamental para estimular investimentos privados e aumentar a competitividade da indústria nacional. Ele ressaltou que juros menores significam uma carga menor para o setor privado, possibilitando mais investimentos.

“Muitos projetos que não ficam de pé hoje, na hora que os juros caírem, vão ficar de pé”, afirmou.

Ainda na sua fala, Zema aproveitou para criticar propostas que visam a redução da jornada de trabalho. Sem mencionar diretamente seus adversários, ele afirmou que parte da classe política acredita que uma simples decisão poderia elevar a renda dos trabalhadores.

“O pessoal aqui de Brasília tem a ideia de que uma canetada vai fazer o Brasil crescer, vai fazer o trabalhador ganhar mais. Infelizmente, o brasileiro às vezes ainda acredita nesse tipo de coisa, como está aí a questão da escala 6 X 1”, disse.

O ex-governador também defendeu mudanças nos programas sociais, sugerindo que aqueles que rejeitam ofertas de emprego ou cursos de qualificação não deveriam continuar recebendo benefícios do governo.

“Para mim, quem teve duas ou três ofertas de emprego formal, negou, não quer fazer curso, não está apto a receber auxílio de governo nenhum”, declarou.

Na parte final de seu discurso, Zema fez uma associação entre segurança pública e crescimento econômico, afirmando que a criminalidade é um obstáculo ao desenvolvimento do país. Ele mencionou resultados positivos de sua gestão em Minas Gerais, como a redução de explosões a caixas eletrônicos e agências bancárias.

“Eu falo que o Brasil tem jeito. Minas Gerais já mudou. O Brasil precisa de alguém que saiu do setor privado, que sempre precisou ralar e entende muito bem as dores de quem precisa pagar a conta no final do mês”, afirmou.

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