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Juliano Cazarré acusa Fábio Porchat de homofobia após ironia sobre o evento “O farol e a forja”

TRANSMISSÃO: Globo | Record O ator Juliano Cazarré reagiu publicamente às críticas que envolvem o projeto “O farol e a forja” e acusou o humorista...

01/05/2026 · 10h55 · Atualizado às 18h50
Juliano Cazarré acusa Fábio Porchat de homofobia após ironia sobre o evento “O farol e a forja”

O ator Juliano Cazarré reagiu publicamente às críticas que envolvem o projeto “O farol e a forja” e acusou o humorista Fábio Porchat de adotar postura homofóbica após um vídeo em que Porchat ironiza o evento. Cazarré falou sobre a repercussão negativa durante uma transmissão ao vivo, defendendo-se de ataques e respondendo a colegas que manifestaram oposição à iniciativa.

O projeto passou a ser alvo de questionamentos de artistas como Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Julia Lemmertz, que apontaram incoerências na proposta diante do debate sobre desigualdade de gênero e violência contra mulheres. Em resposta, Cazarré criticou tanto as manifestações contrárias quanto o tom adotado por influenciadores nas redes sociais.

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Ao comentar o vídeo de Porchat, Cazarré lembrou de episódios anteriores em que recebeu críticas públicas e disse que parte das provocações tenta atribuir a ele uma suposta orientação sexual como ofensa. O ator afirmou que, em ocasiões anteriores, outros comunicadores também o ridicularizaram ao sugerirem que ele seria “um gay enrustido”, e classificou esse tipo de ataque como homofóbico.

O artista afirmou ainda que tem sido alvo de mensagens agressivas em seu perfil e questionou quem, de fato, estaria sendo intolerante nas trocas que se deram nas redes. Segundo Cazarré, ele nunca entrou no perfil de terceiros para ofendê-los, enquanto parte dos críticos teria invadido o seu para xingamentos.

Durante a live, Cazarré também citou o ator Paulo Betti, recordando um debate prévio entre os dois no qual, segundo ele, Betti perdeu a compostura. Cazarré disse que manteve postura cordial e atribuiu a escalada do tom à falta de preparo do colega para discutir os temas em pauta, como política e economia.

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Sobre a natureza do evento “O farol e a forja”, o ator negou que se trate de um curso de masculinidade e explicou que o encontro reunirá vários palestrantes para tratar de diferentes assuntos. Em tom irônico, ofereceu — como provocação — um eventual curso “de grátis” para Porchat e para Marcelo Adnet, mas reforçou que a proposta é ouvir pessoas que admira e promover debates, e não ensinar alguém a “ser homem”.

O ator encerrou suas falas ressaltando que convidou profissionais que admira para contribuir com o evento e reafirmando que a iniciativa não tem o objetivo de impor modelos comportamentais.

 

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O ator Juliano Cazarré reagiu publicamente às críticas que envolvem o projeto “O farol e a forja” e acusou o humorista Fábio Porchat de adotar postura homofóbica após um vídeo em que Porchat ironiza o evento. Cazarré falou sobre a repercussão negativa durante uma transmissão ao vivo, defendendo-se de ataques e respondendo a colegas que manifestaram oposição à iniciativa.

O projeto passou a ser alvo de questionamentos de artistas como Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Julia Lemmertz, que apontaram incoerências na proposta diante do debate sobre desigualdade de gênero e violência contra mulheres. Em resposta, Cazarré criticou tanto as manifestações contrárias quanto o tom adotado por influenciadores nas redes sociais.

Ao comentar o vídeo de Porchat, Cazarré lembrou de episódios anteriores em que recebeu críticas públicas e disse que parte das provocações tenta atribuir a ele uma suposta orientação sexual como ofensa. O ator afirmou que, em ocasiões anteriores, outros comunicadores também o ridicularizaram ao sugerirem que ele seria “um gay enrustido”, e classificou esse tipo de ataque como homofóbico.

O artista afirmou ainda que tem sido alvo de mensagens agressivas em seu perfil e questionou quem, de fato, estaria sendo intolerante nas trocas que se deram nas redes. Segundo Cazarré, ele nunca entrou no perfil de terceiros para ofendê-los, enquanto parte dos críticos teria invadido o seu para xingamentos.

Durante a live, Cazarré também citou o ator Paulo Betti, recordando um debate prévio entre os dois no qual, segundo ele, Betti perdeu a compostura. Cazarré disse que manteve postura cordial e atribuiu a escalada do tom à falta de preparo do colega para discutir os temas em pauta, como política e economia.

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Sobre a natureza do evento “O farol e a forja”, o ator negou que se trate de um curso de masculinidade e explicou que o encontro reunirá vários palestrantes para tratar de diferentes assuntos. Em tom irônico, ofereceu — como provocação — um eventual curso “de grátis” para Porchat e para Marcelo Adnet, mas reforçou que a proposta é ouvir pessoas que admira e promover debates, e não ensinar alguém a “ser homem”.

O ator encerrou suas falas ressaltando que convidou profissionais que admira para contribuir com o evento e reafirmando que a iniciativa não tem o objetivo de impor modelos comportamentais.

 

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