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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Chuvas na Costa do Marfim disparam preço do cacau 9% em Nova York

Brasil

Chuvas na Costa do Marfim disparam preço do cacau 9% em Nova York

Cacau teve alta de 9% em Nova York, impulsionado por chuvas na Costa do Marfim.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h33
Chuvas na Costa do Marfim disparam preço do cacau 9% em Nova York

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Inundações no maior produtor mundial de cacau travam colheita e transporte. Commodity fechou a US$ 4.621 por tonelada, maior patamar em seis semanas.

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As condições climáticas na Costa do Marfim impactaram os preços futuros do cacau na bolsa de Nova York, com uma alta significativa de 9,06% registrada na sessão desta segunda-feira, 22 de junho de 2026. O contrato do cacau para entrega em setembro fechou cotado a US$ 4.621 por tonelada.

De acordo com informações do Barchart, os preços do cacau atingiram seu maior patamar em seis semanas, impulsionados pelas chuvas excessivas na Costa do Marfim. Essas chuvas têm causado inundações que dificultam o acesso dos agricultores às fazendas e portos, impactando diretamente na produção.

A umidade excessiva, além de dificultar o tráfego, também representa um risco elevado de podridão parda nos cacaueiros, o que pode reduzir a produção e comprometer a colheita. Assim, o mercado se vê em alerta para os efeitos que essas condições climáticas poderão ter na oferta do produto.

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O cenário se torna ainda mais complexo considerando que o cacau é uma das principais commodities do setor agrícola, e sua variação de preço pode afetar o mercado global de chocolate. Os produtores e investidores estarão atentos às previsões meteorológicas nas próximas semanas, uma vez que a continuidade das chuvas pode agravar ainda mais a situação.

“As chuvas têm inundado estradas e impedido o acesso dos agricultores às fazendas e aos portos”, informou o Barchart.

Além do cacau, outros produtos também estão sendo monitorados no mercado. O contrato futuro do café arábica para entrega em setembro teve uma queda de 0,30%, encerrando o dia a US$ 2,67 por libra-peso, em função da expectativa de clima mais seco no Brasil, que pode permitir a retomada da safra cafeeira.

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O açúcar também registrou queda, com o contrato para entrega em outubro finalizando a 14,37 centavos de dólar a libra-peso, uma baixa de 2,05%. Esse movimento é influenciado pela redução nos preços do petróleo, que afeta as usinas de açúcar.

O algodão e o suco de laranja também apresentaram leves quedas, refletindo as pressões do mercado. O algodão teve uma redução de 0,33%, enquanto o suco de laranja desvalorizou 2,38%. O mercado agrícola continua volátil, exigindo atenção dos investidores e produtores para as flutuações de preços e condições climáticas.

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Inundações no maior produtor mundial de cacau travam colheita e transporte. Commodity fechou a US$ 4.621 por tonelada, maior patamar em seis semanas.

As condições climáticas na Costa do Marfim impactaram os preços futuros do cacau na bolsa de Nova York, com uma alta significativa de 9,06% registrada na sessão desta segunda-feira, 22 de junho de 2026. O contrato do cacau para entrega em setembro fechou cotado a US$ 4.621 por tonelada.

De acordo com informações do Barchart, os preços do cacau atingiram seu maior patamar em seis semanas, impulsionados pelas chuvas excessivas na Costa do Marfim. Essas chuvas têm causado inundações que dificultam o acesso dos agricultores às fazendas e portos, impactando diretamente na produção.

A umidade excessiva, além de dificultar o tráfego, também representa um risco elevado de podridão parda nos cacaueiros, o que pode reduzir a produção e comprometer a colheita. Assim, o mercado se vê em alerta para os efeitos que essas condições climáticas poderão ter na oferta do produto.

O cenário se torna ainda mais complexo considerando que o cacau é uma das principais commodities do setor agrícola, e sua variação de preço pode afetar o mercado global de chocolate. Os produtores e investidores estarão atentos às previsões meteorológicas nas próximas semanas, uma vez que a continuidade das chuvas pode agravar ainda mais a situação.

“As chuvas têm inundado estradas e impedido o acesso dos agricultores às fazendas e aos portos”, informou o Barchart.

Além do cacau, outros produtos também estão sendo monitorados no mercado. O contrato futuro do café arábica para entrega em setembro teve uma queda de 0,30%, encerrando o dia a US$ 2,67 por libra-peso, em função da expectativa de clima mais seco no Brasil, que pode permitir a retomada da safra cafeeira.

O açúcar também registrou queda, com o contrato para entrega em outubro finalizando a 14,37 centavos de dólar a libra-peso, uma baixa de 2,05%. Esse movimento é influenciado pela redução nos preços do petróleo, que afeta as usinas de açúcar.

O algodão e o suco de laranja também apresentaram leves quedas, refletindo as pressões do mercado. O algodão teve uma redução de 0,33%, enquanto o suco de laranja desvalorizou 2,38%. O mercado agrícola continua volátil, exigindo atenção dos investidores e produtores para as flutuações de preços e condições climáticas.

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