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Internacional

Ataque russo em Kiev resulta em mais de 13 mortes, confirma prefeito da cidade

Ataque russo em Kiev deixa mais de 13 mortos e provoca destruição em diversos locais.

02/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h18
Ataque russo em Kiev resulta em mais de 13 mortes, confirma prefeito da cidade

Um grande ataque contra Kiev resultou na morte de mais de uma dúzia de pessoas durante a noite de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira, segundo informações do prefeito Vitaliy Klitschko. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, havia alertado anteriormente sobre a possibilidade de um ataque “massivo” por parte da Rússia.

As autoridades locais reportaram que a Rússia lançou mísseis balísticos e drones em uma ofensiva que durou 11 horas. O ataque causou destruição em cerca de 30 locais de Kiev, com mais de 85 pessoas feridas, incluindo crianças e profissionais de saúde atingidos em um bombardeio contra uma base de ambulâncias.

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“Houve impactos diretos muito significativos em prédios residenciais, onde, infelizmente, os corpos das vítimas estão sendo retirados dos escombros”, afirmou Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da cidade.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, as forças russas realizaram um “ataque massivo com armas de alta precisão e longo alcance”, mirando alvos militares e de infraestrutura energética em várias regiões da Ucrânia, incluindo Kiev, Dnipropetrovsk, Poltava, Cherkasy e Chernihiv. Contudo, as autoridades ucranianas destacaram que a ofensiva atingiu principalmente infraestrutura civil e edifícios residenciais.

“Exigimos respostas internacionais firmes, não apenas palavras de condenação, mas ações concretas para deter o terrorismo russo”, declarou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, alertando que o número de mortos provavelmente aumentará.

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Imagens e vídeos do ataque mostram incêndios em prédios parcialmente destruídos, enquanto equipes de resgate trabalham entre os escombros. O presidente Zelensky havia pedido aos cidadãos que redobrassem os cuidados e obedecessem aos alertas de ataque aéreo, afirmando que o presidente russo, Vladimir Putin, vinha “preparando um ataque massivo contra a Ucrânia há algum tempo”.

A noite de quarta-feira viu moradores se abrigarem em estações de metrô, preparando-se para os bombardeios. As sirenes começaram a soar por volta das 20h, horário local, e continuaram até a manhã seguinte.

Após mais de quatro anos do início da invasão em larga escala da Rússia, cidades ucranianas enfrentam ataques quase diários com drones e mísseis. Em resposta, a Ucrânia intensificou uma campanha de ataques com drones contra alvos na Rússia, visando sua infraestrutura energética.

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Recentemente, a Rússia informou ter interceptado 660 drones em um único dia, evidenciando a escalada da guerra que se estende a áreas cada vez mais distantes da linha de frente.

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Um grande ataque contra Kiev resultou na morte de mais de uma dúzia de pessoas durante a noite de quarta-feira e a madrugada de quinta-feira, segundo informações do prefeito Vitaliy Klitschko. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, havia alertado anteriormente sobre a possibilidade de um ataque “massivo” por parte da Rússia.

As autoridades locais reportaram que a Rússia lançou mísseis balísticos e drones em uma ofensiva que durou 11 horas. O ataque causou destruição em cerca de 30 locais de Kiev, com mais de 85 pessoas feridas, incluindo crianças e profissionais de saúde atingidos em um bombardeio contra uma base de ambulâncias.

“Houve impactos diretos muito significativos em prédios residenciais, onde, infelizmente, os corpos das vítimas estão sendo retirados dos escombros”, afirmou Tymur Tkachenko, chefe da administração militar da cidade.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, as forças russas realizaram um “ataque massivo com armas de alta precisão e longo alcance”, mirando alvos militares e de infraestrutura energética em várias regiões da Ucrânia, incluindo Kiev, Dnipropetrovsk, Poltava, Cherkasy e Chernihiv. Contudo, as autoridades ucranianas destacaram que a ofensiva atingiu principalmente infraestrutura civil e edifícios residenciais.

“Exigimos respostas internacionais firmes, não apenas palavras de condenação, mas ações concretas para deter o terrorismo russo”, declarou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiha, alertando que o número de mortos provavelmente aumentará.

Imagens e vídeos do ataque mostram incêndios em prédios parcialmente destruídos, enquanto equipes de resgate trabalham entre os escombros. O presidente Zelensky havia pedido aos cidadãos que redobrassem os cuidados e obedecessem aos alertas de ataque aéreo, afirmando que o presidente russo, Vladimir Putin, vinha “preparando um ataque massivo contra a Ucrânia há algum tempo”.

A noite de quarta-feira viu moradores se abrigarem em estações de metrô, preparando-se para os bombardeios. As sirenes começaram a soar por volta das 20h, horário local, e continuaram até a manhã seguinte.

Após mais de quatro anos do início da invasão em larga escala da Rússia, cidades ucranianas enfrentam ataques quase diários com drones e mísseis. Em resposta, a Ucrânia intensificou uma campanha de ataques com drones contra alvos na Rússia, visando sua infraestrutura energética.

Recentemente, a Rússia informou ter interceptado 660 drones em um único dia, evidenciando a escalada da guerra que se estende a áreas cada vez mais distantes da linha de frente.

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