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Política

Marina Silva diz que suplências da chapa de Haddad serão definidas por consenso

Marina Silva diz que suplências da chapa ao Senado serão definidas em consenso.

29/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h34
Marina Silva diz que suplências da chapa de Haddad serão definidas por consenso

Na Paulista, no lançamento do Manifesto do Quilombo nos Parlamentos, Marina Silva afirmou que as vagas de suplentes serão acertadas por acordo entre as legendas. PCdoB, PV, PSOL, PT e PDT já têm indicados.

A candidata do Rede ao Senado por São Paulo, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (29.jul.2026) que a definição das suplências da chapa liderada por Fernando Haddad (PT) ao governo paulista será realizada por meio de um “consenso progressivo” entre os partidos que compõem a aliança.

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Durante o lançamento do Manifesto do Quilombo nos Parlamentos, na avenida Paulista, Marina destacou que a frente ampla, que apoia Haddad, possui várias legendas, incluindo PCdoB, PV, PSOL, PT e PDT, todas já indicaram suplentes. “Não há uma diferença entre a indicação do PSOL e a indicação que foi feita pelos outros partidos. Agora, o que vamos fazer é discutir dentro da frente ampla como é que a gente faz esse afunilamento”, afirmou.

O PSOL, que faz parte da federação com o Rede, anunciou o vereador de São Carlos, Djalma Nery, como seu candidato ao Senado. O PDT, por outro lado, não lançou candidato nem ao governo de São Paulo nem ao Senado. A chapa conta com Fernando Haddad como candidato ao governo, e Márcio França, do PSB, como vice. Além de Marina Silva, a composição inclui Simone Tebet, também do PSB, como postulante ao Senado.

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Marina Silva comentou que a discussão está apenas no início e enfatizou o esforço realizado para que sua candidatura ao Senado e a de Márcio França para vice de Haddad se concretizassem. “Agora é o momento das suplências. O bom é que são 4 vagas: duas primeiras suplências e duas segundas suplências. Então temos aí um espaço até o dia 5 [de agosto] para fazer o consenso progressivo”, declarou, referindo-se à possibilidade de o PDT lançar um candidato próprio ao Senado.

A suplência ao Senado é composta pelo 1º e pelo 2º suplentes. Caso, por exemplo, Marina Silva e Simone Tebet sejam escolhidas para ocupar novamente ministérios em um eventual 4º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os respectivos primeiros suplentes assumiriam as vagas deixadas por elas.

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Na Paulista, no lançamento do Manifesto do Quilombo nos Parlamentos, Marina Silva afirmou que as vagas de suplentes serão acertadas por acordo entre as legendas. PCdoB, PV, PSOL, PT e PDT já têm indicados.

A candidata do Rede ao Senado por São Paulo, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (29.jul.2026) que a definição das suplências da chapa liderada por Fernando Haddad (PT) ao governo paulista será realizada por meio de um “consenso progressivo” entre os partidos que compõem a aliança.

Durante o lançamento do Manifesto do Quilombo nos Parlamentos, na avenida Paulista, Marina destacou que a frente ampla, que apoia Haddad, possui várias legendas, incluindo PCdoB, PV, PSOL, PT e PDT, todas já indicaram suplentes. “Não há uma diferença entre a indicação do PSOL e a indicação que foi feita pelos outros partidos. Agora, o que vamos fazer é discutir dentro da frente ampla como é que a gente faz esse afunilamento”, afirmou.

O PSOL, que faz parte da federação com o Rede, anunciou o vereador de São Carlos, Djalma Nery, como seu candidato ao Senado. O PDT, por outro lado, não lançou candidato nem ao governo de São Paulo nem ao Senado. A chapa conta com Fernando Haddad como candidato ao governo, e Márcio França, do PSB, como vice. Além de Marina Silva, a composição inclui Simone Tebet, também do PSB, como postulante ao Senado.

Marina Silva comentou que a discussão está apenas no início e enfatizou o esforço realizado para que sua candidatura ao Senado e a de Márcio França para vice de Haddad se concretizassem. “Agora é o momento das suplências. O bom é que são 4 vagas: duas primeiras suplências e duas segundas suplências. Então temos aí um espaço até o dia 5 [de agosto] para fazer o consenso progressivo”, declarou, referindo-se à possibilidade de o PDT lançar um candidato próprio ao Senado.

A suplência ao Senado é composta pelo 1º e pelo 2º suplentes. Caso, por exemplo, Marina Silva e Simone Tebet sejam escolhidas para ocupar novamente ministérios em um eventual 4º mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os respectivos primeiros suplentes assumiriam as vagas deixadas por elas.

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