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Agro

Sergipe amplia ações de vigilância após ganhar status de livre de febre aftosa sem vacinação

Sergipe intensificou a defesa sanitária do rebanho desde abril de 2024, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu o estado como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A retirada da imunização exigiu reforço das barreiras sanitárias, maior agilidade nas respostas e integração de produtores, médicos-veterinários, técnicos e instituições.

30/11/2025 · 12h21
Sergipe amplia ações de vigilância após ganhar status de livre de febre aftosa sem vacinação

Sergipe intensificou a defesa sanitária do rebanho desde abril de 2024, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu o estado como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A retirada da imunização exigiu reforço das barreiras sanitárias, maior agilidade nas respostas e integração de produtores, médicos-veterinários, técnicos e instituições.

Segundo a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), Aparecida Andrade, o controle documental também ganhou peso. A emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) passou a ser monitorada com rigor para assegurar que apenas animais saudáveis circulem no território sergipano.

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Atualização cadastral

A Portaria nº 20/2024/EMDAGRO determina que a campanha anual de atualização de rebanhos ocorra entre 1º de abril e 31 de maio. Durante o período, a Emdagro promove ações itinerantes, parcerias com prefeituras e atendimento nas unidades locais para ampliar a regularização cadastral. Com dados atualizados, o estado fortalece a rastreabilidade e a rapidez na tomada de decisões.

Fórum de vigilância

Na semana passada, a Emdagro realizou o Fórum Anual de Vigilância para a Febre Aftosa, reunindo produtores, estudantes, técnicos e representantes de entidades do setor. O encontro abordou os desafios pós-retirada da vacinação e alinhou estratégias para manter o status sanitário.

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O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, Urias Fagner Santos Nascimento, destacou que a manutenção do reconhecimento depende da vigilância ativa e da notificação imediata de suspeitas. Já o estudante de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Lucas Faria de Holanda, ressaltou a importância de aproximar a academia do campo para atualizar futuros profissionais sobre as exigências sanitárias.

Com fiscalizações de trânsito animal, inspeções em feiras e programas de educação sanitária, Sergipe fortalece a estrutura de defesa construída ao longo dos últimos anos, buscando garantir a segurança e a competitividade do rebanho.

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Sergipe intensificou a defesa sanitária do rebanho desde abril de 2024, quando o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu o estado como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A retirada da imunização exigiu reforço das barreiras sanitárias, maior agilidade nas respostas e integração de produtores, médicos-veterinários, técnicos e instituições.

Segundo a Diretora de Defesa Animal e Vegetal da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), Aparecida Andrade, o controle documental também ganhou peso. A emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) passou a ser monitorada com rigor para assegurar que apenas animais saudáveis circulem no território sergipano.

Atualização cadastral

A Portaria nº 20/2024/EMDAGRO determina que a campanha anual de atualização de rebanhos ocorra entre 1º de abril e 31 de maio. Durante o período, a Emdagro promove ações itinerantes, parcerias com prefeituras e atendimento nas unidades locais para ampliar a regularização cadastral. Com dados atualizados, o estado fortalece a rastreabilidade e a rapidez na tomada de decisões.

Fórum de vigilância

Na semana passada, a Emdagro realizou o Fórum Anual de Vigilância para a Febre Aftosa, reunindo produtores, estudantes, técnicos e representantes de entidades do setor. O encontro abordou os desafios pós-retirada da vacinação e alinhou estratégias para manter o status sanitário.

O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária, Urias Fagner Santos Nascimento, destacou que a manutenção do reconhecimento depende da vigilância ativa e da notificação imediata de suspeitas. Já o estudante de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Lucas Faria de Holanda, ressaltou a importância de aproximar a academia do campo para atualizar futuros profissionais sobre as exigências sanitárias.

Com fiscalizações de trânsito animal, inspeções em feiras e programas de educação sanitária, Sergipe fortalece a estrutura de defesa construída ao longo dos últimos anos, buscando garantir a segurança e a competitividade do rebanho.

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