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Justiça

Justiça mantém prisão domiciliar de oito condenados por tentativa de golpe após audiência de custódia

A Justiça manteve neste sábado (27) a prisão domiciliar de oito condenados pela trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada durante audiências de custódia conduzidas pela juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, integrante do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

29/12/2025 · 09h08
Justiça mantém prisão domiciliar de oito condenados por tentativa de golpe após audiência de custódia

A Justiça manteve neste sábado (27) a prisão domiciliar de oito condenados pela trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada durante audiências de custódia conduzidas pela juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, integrante do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

Na sexta-feira (26), Moraes havia determinado a prisão domiciliar de dez pessoas: sete militares do Exército, a delegada da Polícia Federal Lorena Bien Correa, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, e Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Federal não localizou Carlos Rocha, que é considerado foragido. Também não foi executada a ordem de prisão contra o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida. Segundo a PF, ele viajou à Bahia e afirmou que retornará a Goiânia para iniciar o cumprimento da medida cautelar.

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Moraes justificou a adoção das prisões domiciliares como forma de evitar novas tentativas de fuga para o exterior. O magistrado citou o caso do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, detido na sexta-feira depois de cruzar a fronteira com o Paraguai e tentar embarcar para El Salvador portando passaporte falso. O ministro lembrou ainda outras evasões, como a do ex-deputado Alexandre Ramagem, para sustentar que há um “modus operandi” organizado para escapar do território nacional.

As audiências deste sábado cumpriram a formalidade legal de apresentação dos presos à Justiça, mantendo-se inalteradas as condições determinadas pelo STF.

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A Justiça manteve neste sábado (27) a prisão domiciliar de oito condenados pela trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada durante audiências de custódia conduzidas pela juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, integrante do gabinete do ministro Alexandre de Moraes.

Na sexta-feira (26), Moraes havia determinado a prisão domiciliar de dez pessoas: sete militares do Exército, a delegada da Polícia Federal Lorena Bien Correa, o presidente do Instituto Voto Legal, Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, e Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante o cumprimento dos mandados, a Polícia Federal não localizou Carlos Rocha, que é considerado foragido. Também não foi executada a ordem de prisão contra o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida. Segundo a PF, ele viajou à Bahia e afirmou que retornará a Goiânia para iniciar o cumprimento da medida cautelar.

Moraes justificou a adoção das prisões domiciliares como forma de evitar novas tentativas de fuga para o exterior. O magistrado citou o caso do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, detido na sexta-feira depois de cruzar a fronteira com o Paraguai e tentar embarcar para El Salvador portando passaporte falso. O ministro lembrou ainda outras evasões, como a do ex-deputado Alexandre Ramagem, para sustentar que há um “modus operandi” organizado para escapar do território nacional.

As audiências deste sábado cumpriram a formalidade legal de apresentação dos presos à Justiça, mantendo-se inalteradas as condições determinadas pelo STF.

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