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Agro

UFS cria técnica 90% mais barata para reconstrução de cascos de jabutis em Sergipe

Pesquisadores utilizam materiais acessíveis para salvar animais feridos; novo método desenvolvido em São Cristóvão promete popularizar cirurgias complexas na veterinária. Ciência Sergipana de Baixo Custo A reconstrução de cascos em quelônios (jabutis, cágados e tartarugas) é um procedimento tradicionalmente caro, envolvendo resinas importadas e tecnologias que muitas vezes são inacessíveis para centros de triagem de […]

11/03/2026 · 06h29 · Atualizado às 19h10
UFS cria técnica 90% mais barata para reconstrução de cascos de jabutis em Sergipe

Pesquisadores utilizam materiais acessíveis para salvar animais feridos; novo método desenvolvido em São Cristóvão promete popularizar cirurgias complexas na veterinária.

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Ciência Sergipana de Baixo Custo

A reconstrução de cascos em quelônios (jabutis, cágados e tartarugas) é um procedimento tradicionalmente caro, envolvendo resinas importadas e tecnologias que muitas vezes são inacessíveis para centros de triagem de animais silvestres ou tutores de baixa renda.

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A inovação da UFS reside na adaptação de materiais nacionais e técnicas de engenharia de tecidos que permitem uma cicatrização eficiente e segura, devolvendo a proteção natural ao animal sem o peso financeiro das técnicas convencionais. Segundo os pesquisadores ouvidos pelo G1 Sergipe, o objetivo é que o método possa ser replicado em clínicas de todo o país.

Impacto na Fauna Silvestre

Jabutis são frequentemente vítimas de atropelamentos, quedas ou ataques de cães, o que resulta em fraturas graves no casco. Como o casco é uma extensão viva da coluna e das costelas do animal, essas lesões podem ser fatais sem intervenção.

  • Economia: Redução de custos que permite atender um volume maior de animais.
  • Sustentabilidade: Uso de insumos mais simples e menos agressivos ao meio ambiente.
  • Educação: O projeto envolve alunos de graduação e pós-graduação da UFS, consolidando Sergipe como polo de medicina de animais silvestres.

Resumo da Inovação

  • Instituição: Universidade Federal de Sergipe (UFS).
  • Vantagem Principal: Custo 90% menor que o mercado tradicional.
  • Aplicação: Reconstrução estética e funcional de cascos de quelônios feridos.
  • Próximo Passo: Publicação em revistas científicas internacionais para padronização do protocolo.

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Pesquisadores utilizam materiais acessíveis para salvar animais feridos; novo método desenvolvido em São Cristóvão promete popularizar cirurgias complexas na veterinária.


Ciência Sergipana de Baixo Custo

A reconstrução de cascos em quelônios (jabutis, cágados e tartarugas) é um procedimento tradicionalmente caro, envolvendo resinas importadas e tecnologias que muitas vezes são inacessíveis para centros de triagem de animais silvestres ou tutores de baixa renda.

A inovação da UFS reside na adaptação de materiais nacionais e técnicas de engenharia de tecidos que permitem uma cicatrização eficiente e segura, devolvendo a proteção natural ao animal sem o peso financeiro das técnicas convencionais. Segundo os pesquisadores ouvidos pelo G1 Sergipe, o objetivo é que o método possa ser replicado em clínicas de todo o país.

Impacto na Fauna Silvestre

Jabutis são frequentemente vítimas de atropelamentos, quedas ou ataques de cães, o que resulta em fraturas graves no casco. Como o casco é uma extensão viva da coluna e das costelas do animal, essas lesões podem ser fatais sem intervenção.

  • Economia: Redução de custos que permite atender um volume maior de animais.
  • Sustentabilidade: Uso de insumos mais simples e menos agressivos ao meio ambiente.
  • Educação: O projeto envolve alunos de graduação e pós-graduação da UFS, consolidando Sergipe como polo de medicina de animais silvestres.

Resumo da Inovação

  • Instituição: Universidade Federal de Sergipe (UFS).
  • Vantagem Principal: Custo 90% menor que o mercado tradicional.
  • Aplicação: Reconstrução estética e funcional de cascos de quelônios feridos.
  • Próximo Passo: Publicação em revistas científicas internacionais para padronização do protocolo.

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