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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Brasil considera tarifas dos EUA como marco negativo nas relações bilaterais

Política

Brasil considera tarifas dos EUA como marco negativo nas relações bilaterais

Governo brasileiro critica tarifas de 25% dos EUA sobre produtos nacionais.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Brasil considera tarifas dos EUA como marco negativo nas relações bilaterais

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, declarou, nesta quinta-feira, 16 de julho, que o dia 15 de julho será lembrado como um “marco lastimável” nas relações entre Brasil e Estados Unidos. A declaração ocorreu após o governo americano, sob a administração de Donald Trump, confirmar a implementação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

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Segundo um comunicado publicado pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a nova medida entrará em vigor no dia 22 de julho. Essa decisão é baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite ao governo dos EUA tomar medidas unilaterais em resposta a práticas comerciais consideradas injustas.

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O governo brasileiro manifestou seu descontentamento por meio de uma nota oficial, na qual repudia a imposição das tarifas. “O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros”, afirma o texto. Essa posição reflete a preocupação do Brasil com o impacto que essa medida pode ter sobre a economia do país e as relações comerciais bilaterais.

A imposição de tarifas é uma questão que gera tensões nas relações internacionais, especialmente entre países que dependem do comércio mútuo. A expectativa é que o governo brasileiro busque formas de responder a essa medida, utilizando a reciprocidade como estratégia nas negociações comerciais futuras.

O aumento das tarifas é visto como uma tentativa do governo dos EUA de proteger sua indústria interna, mas isso pode resultar em retaliações e em um clima de incerteza nas relações comerciais. O Brasil, por sua vez, terá que avaliar suas opções para minimizar os efeitos adversos dessa nova realidade.

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Segundo um comunicado publicado pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a nova medida entrará em vigor no dia 22 de julho. Essa decisão é baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite ao governo dos EUA tomar medidas unilaterais em resposta a práticas comerciais consideradas injustas.

O governo brasileiro manifestou seu descontentamento por meio de uma nota oficial, na qual repudia a imposição das tarifas. “O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros”, afirma o texto. Essa posição reflete a preocupação do Brasil com o impacto que essa medida pode ter sobre a economia do país e as relações comerciais bilaterais.

A imposição de tarifas é uma questão que gera tensões nas relações internacionais, especialmente entre países que dependem do comércio mútuo. A expectativa é que o governo brasileiro busque formas de responder a essa medida, utilizando a reciprocidade como estratégia nas negociações comerciais futuras.

O aumento das tarifas é visto como uma tentativa do governo dos EUA de proteger sua indústria interna, mas isso pode resultar em retaliações e em um clima de incerteza nas relações comerciais. O Brasil, por sua vez, terá que avaliar suas opções para minimizar os efeitos adversos dessa nova realidade.

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