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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar ao STF

Política

Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar ao STF

Defesa de Jair Bolsonaro pede ao STF prorrogação de prisão domiciliar com base em laudo médico.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h49
Defesa de Bolsonaro solicita prorrogação de prisão domiciliar ao STF

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, na noite de terça-feira (23), um pedido ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para prorrogar a prisão domiciliar do político, que foi concedida em março deste ano.

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O pedido inclui um relatório médico atualizado, apresentado no dia anterior (22). O advogado Paulo Cunha Bueno destacou que, embora o quadro clínico de Bolsonaro esteja estável, ainda requer cuidados especiais e atenção contínua.

“Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas”, afirmou o advogado em suas redes sociais.

Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em um processo relacionado a uma trama golpista, está cumprindo sua pena em sua residência, localizada no condomínio Solar de Brasília, um bairro nobre da capital federal. O prazo inicial da prisão domiciliar, autorizado por Moraes, termina nesta quinta-feira (25).

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Ao decidir pela prisão domiciliar, Moraes considerou laudos médicos que indicaram que o ex-presidente ainda apresentava sequelas de uma pneumonia que o levou a ficar 14 dias internado no hospital DF Star, em Brasília. A expectativa é de que o ministro se manifeste sobre a prorrogação até a data limite.

Além disso, Moraes irá considerar a apreensão de uma arma de fogo, supostamente pertencente a Bolsonaro, pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A arma, uma pistola Glock 9 mm, foi confiscada durante uma blitz de rotina no dia 15 de junho. O motorista do veículo parados pelos policiais se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e afirmou que a arma pertencia ao ex-presidente.

De acordo com a PCDF, o motorista alegou que a pistola apresentava problemas e foi solicitado que ele a levasse para reparos. A arma teria sido retirada da residência de Bolsonaro no mesmo dia e seria devolvida no dia seguinte. Nesta quarta-feira (24), Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste em até 48 horas sobre a possível falta disciplinar grave cometida por Bolsonaro ao manter a arma em sua posse.

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Segundo a Lei de Execução Penal, a posse indevida de um instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem é considerada falta grave para quem cumpre pena privativa de liberdade. Durante seu depoimento, Bolsonaro confirmou que a arma é registrada em seu nome e justificou sua posse, afirmando que havia três mulheres em casa, o que o levou a se sentir inseguro sem proteção.

O advogado Paulo Cunha Bueno reiterou que a arma pertence a Bolsonaro e enfatizou que não houve nenhuma determinação para o cancelamento de seu registro. Ele acredita que o inquérito da Polícia Civil será arquivado, uma vez que não houve intenção de descumprir qualquer determinação legal.

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou, na noite de terça-feira (23), um pedido ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para prorrogar a prisão domiciliar do político, que foi concedida em março deste ano.

O pedido inclui um relatório médico atualizado, apresentado no dia anterior (22). O advogado Paulo Cunha Bueno destacou que, embora o quadro clínico de Bolsonaro esteja estável, ainda requer cuidados especiais e atenção contínua.

“Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas”, afirmou o advogado em suas redes sociais.

Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em um processo relacionado a uma trama golpista, está cumprindo sua pena em sua residência, localizada no condomínio Solar de Brasília, um bairro nobre da capital federal. O prazo inicial da prisão domiciliar, autorizado por Moraes, termina nesta quinta-feira (25).

Ao decidir pela prisão domiciliar, Moraes considerou laudos médicos que indicaram que o ex-presidente ainda apresentava sequelas de uma pneumonia que o levou a ficar 14 dias internado no hospital DF Star, em Brasília. A expectativa é de que o ministro se manifeste sobre a prorrogação até a data limite.

Além disso, Moraes irá considerar a apreensão de uma arma de fogo, supostamente pertencente a Bolsonaro, pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A arma, uma pistola Glock 9 mm, foi confiscada durante uma blitz de rotina no dia 15 de junho. O motorista do veículo parados pelos policiais se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e afirmou que a arma pertencia ao ex-presidente.

De acordo com a PCDF, o motorista alegou que a pistola apresentava problemas e foi solicitado que ele a levasse para reparos. A arma teria sido retirada da residência de Bolsonaro no mesmo dia e seria devolvida no dia seguinte. Nesta quarta-feira (24), Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste em até 48 horas sobre a possível falta disciplinar grave cometida por Bolsonaro ao manter a arma em sua posse.

Segundo a Lei de Execução Penal, a posse indevida de um instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem é considerada falta grave para quem cumpre pena privativa de liberdade. Durante seu depoimento, Bolsonaro confirmou que a arma é registrada em seu nome e justificou sua posse, afirmando que havia três mulheres em casa, o que o levou a se sentir inseguro sem proteção.

O advogado Paulo Cunha Bueno reiterou que a arma pertence a Bolsonaro e enfatizou que não houve nenhuma determinação para o cancelamento de seu registro. Ele acredita que o inquérito da Polícia Civil será arquivado, uma vez que não houve intenção de descumprir qualquer determinação legal.

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