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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Governo cria Banco Nacional de Celulares com Restrição para combater crimes

Política

Governo cria Banco Nacional de Celulares com Restrição para combater crimes

Governo federal cria Banco Nacional de Celulares com Restrição para combater roubos.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h49
Governo cria Banco Nacional de Celulares com Restrição para combater crimes

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O governo federal publica nesta quarta-feira (24) o decreto que cria o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR). O objetivo é reunir, armazenar e gerenciar informações sobre aparelhos roubados ou furtados em todo o Brasil. A medida está detalhada no Decreto nº 13.034/2026, publicado no Diário Oficial da União.

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A nova base de dados passará a integrar o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e substituirá o atual Cadastro Nacional de Celulares com Restrição. A gestão do BNCR ficará a cargo da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que está vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Até o momento, já existem informações sobre mais de 3,3 milhões de aparelhos que podem ser recuperados.

O BNCR foi criado com a intenção de ampliar a capacidade de prevenção, investigação e repressão a crimes relacionados à subtração e comercialização ilegal de dispositivos móveis. Além disso, a nova ferramenta deve contribuir significativamente para a recuperação e devolução de aparelhos aos seus proprietários legítimos.

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De acordo com o decreto, o banco permitirá o compartilhamento de informações entre os órgãos de segurança pública de todo o país, fortalecendo a atuação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Os estados e o Distrito Federal terão a responsabilidade de alimentar a base com registros de roubo, furto e recuperação de celulares, utilizando um sistema interoperável do Sinesp.

Em relação à proteção de dados, o decreto estabelece diretrizes para garantir a segurança das informações. O uso dos dados será restrito às finalidades previstas, sendo proibido o monitoramento de indivíduos ou a criação de perfis de usuários. O tratamento das informações deverá seguir a legislação de proteção de dados pessoais, respeitando princípios como finalidade, necessidade, segurança e transparência. Dados utilizados para fins estatísticos deverão ser anonimizados.

Por fim, o decreto prevê a criação de um comitê gestor, com função consultiva, que será responsável por acompanhar a implementação e o funcionamento do banco. Além disso, normas complementares serão definidas pelo Ministério da Justiça. Com essa medida, o governo busca consolidar uma base nacional mais robusta para enfrentar crimes que envolvem celulares, que são um dos tipos de ocorrência mais frequentes no país.

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O governo federal publica nesta quarta-feira (24) o decreto que cria o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR). O objetivo é reunir, armazenar e gerenciar informações sobre aparelhos roubados ou furtados em todo o Brasil. A medida está detalhada no Decreto nº 13.034/2026, publicado no Diário Oficial da União.

A nova base de dados passará a integrar o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e substituirá o atual Cadastro Nacional de Celulares com Restrição. A gestão do BNCR ficará a cargo da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que está vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Até o momento, já existem informações sobre mais de 3,3 milhões de aparelhos que podem ser recuperados.

O BNCR foi criado com a intenção de ampliar a capacidade de prevenção, investigação e repressão a crimes relacionados à subtração e comercialização ilegal de dispositivos móveis. Além disso, a nova ferramenta deve contribuir significativamente para a recuperação e devolução de aparelhos aos seus proprietários legítimos.

De acordo com o decreto, o banco permitirá o compartilhamento de informações entre os órgãos de segurança pública de todo o país, fortalecendo a atuação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Os estados e o Distrito Federal terão a responsabilidade de alimentar a base com registros de roubo, furto e recuperação de celulares, utilizando um sistema interoperável do Sinesp.

Em relação à proteção de dados, o decreto estabelece diretrizes para garantir a segurança das informações. O uso dos dados será restrito às finalidades previstas, sendo proibido o monitoramento de indivíduos ou a criação de perfis de usuários. O tratamento das informações deverá seguir a legislação de proteção de dados pessoais, respeitando princípios como finalidade, necessidade, segurança e transparência. Dados utilizados para fins estatísticos deverão ser anonimizados.

Por fim, o decreto prevê a criação de um comitê gestor, com função consultiva, que será responsável por acompanhar a implementação e o funcionamento do banco. Além disso, normas complementares serão definidas pelo Ministério da Justiça. Com essa medida, o governo busca consolidar uma base nacional mais robusta para enfrentar crimes que envolvem celulares, que são um dos tipos de ocorrência mais frequentes no país.

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