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Aracaju, Quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Dislub Equador amplia sua atuação com logística e geração de energia

Economia

Dislub Equador amplia sua atuação com logística e geração de energia

Dislub Equador investe em logística e energia, ampliando presença no mercado.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h28
Dislub Equador amplia sua atuação com logística e geração de energia

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A Dislub Equador está estruturando uma estratégia de crescimento focada em três áreas principais: distribuição de combustíveis, infraestrutura logística e geração de energia. Além de expandir sua rede de postos nas regiões onde já atua, a empresa está na fase final de investimentos em um terminal de tancagem no Porto do Pecém, no Ceará, e se prepara para iniciar operações em projetos termelétricos na Bahia e em Mato Grosso.

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Em entrevista ao programa Alta Voltagem, o CEO do grupo, Marcelo Magalhães, destacou que a diversificação visa complementar a atividade tradicional de distribuição de combustíveis, que enfrenta margens mais apertadas, e ampliar a presença da companhia em diferentes elos da cadeia de energia. Atualmente, a Dislub atua em 17 estados, com a marca Dislub no Nordeste e a marca Equador nas regiões Norte e Centro-Oeste, operando mais de 500 postos e com meta de alcançar cerca de 800 unidades até 2029.

O plano de expansão não inclui a entrada em novas regiões — a estratégia se concentra no fortalecimento da presença nos mercados já existentes, com prioridade para o Ceará no curto prazo. Na área de infraestrutura, a empresa está finalizando a construção de um terminal de tancagem no Porto do Pecém, que recebeu investimentos de R$ 640 milhões e deve iniciar operação comercial no terceiro trimestre de 2027, após obtenção das autorizações necessárias da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Magalhães afirmou que o terminal terá capacidade inicial de 130 mil m³ e ajudará a mitigar um gargalo logístico no abastecimento de combustíveis no Ceará. Atualmente, cerca de metade dos combustíveis líquidos consumidos no estado é transportada por via terrestre, opção mais cara que pressiona o preço final pago pelo consumidor. Com a nova estrutura, a Dislub pretende aumentar a capacidade de recebimento, armazenamento e distribuição por via marítima, reduzindo custos logísticos e aumentando a segurança do abastecimento regional.

A terceira frente do plano é a geração de energia. No último leilão de reserva de capacidade, a Dislub Equador participou, em parceria com outras empresas, de dois projetos termelétricos a serem implantados na Bahia e em Mato Grosso. “Vamos operar projetos termelétricos na Bahia e no Mato Grosso”, declarou Magalhães.

Embora a entrada no setor de geração de energia seja vista com cautela, devido à falta de experiência da empresa no segmento, o consórcio do qual a Dislub participa deve realizar entregas já em 2025, com investimentos que somam cerca de R$ 1 milhão. “Há uma demanda grande por turbinas a gás no mundo, mas nossos projetos térmicos serão feitos com motores. Projetos menores por motorização, com equipamentos que podem ser adquiridos no Brasil”, explicou o CEO.

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Segundo Magalhães, a empresa está em processo de habilitação como agente gerador e busca aproveitar a experiência acumulada no fornecimento e na logística de combustíveis para atuar também na produção de energia elétrica.

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A Dislub Equador está estruturando uma estratégia de crescimento focada em três áreas principais: distribuição de combustíveis, infraestrutura logística e geração de energia. Além de expandir sua rede de postos nas regiões onde já atua, a empresa está na fase final de investimentos em um terminal de tancagem no Porto do Pecém, no Ceará, e se prepara para iniciar operações em projetos termelétricos na Bahia e em Mato Grosso.

Em entrevista ao programa Alta Voltagem, o CEO do grupo, Marcelo Magalhães, destacou que a diversificação visa complementar a atividade tradicional de distribuição de combustíveis, que enfrenta margens mais apertadas, e ampliar a presença da companhia em diferentes elos da cadeia de energia. Atualmente, a Dislub atua em 17 estados, com a marca Dislub no Nordeste e a marca Equador nas regiões Norte e Centro-Oeste, operando mais de 500 postos e com meta de alcançar cerca de 800 unidades até 2029.

O plano de expansão não inclui a entrada em novas regiões — a estratégia se concentra no fortalecimento da presença nos mercados já existentes, com prioridade para o Ceará no curto prazo. Na área de infraestrutura, a empresa está finalizando a construção de um terminal de tancagem no Porto do Pecém, que recebeu investimentos de R$ 640 milhões e deve iniciar operação comercial no terceiro trimestre de 2027, após obtenção das autorizações necessárias da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Magalhães afirmou que o terminal terá capacidade inicial de 130 mil m³ e ajudará a mitigar um gargalo logístico no abastecimento de combustíveis no Ceará. Atualmente, cerca de metade dos combustíveis líquidos consumidos no estado é transportada por via terrestre, opção mais cara que pressiona o preço final pago pelo consumidor. Com a nova estrutura, a Dislub pretende aumentar a capacidade de recebimento, armazenamento e distribuição por via marítima, reduzindo custos logísticos e aumentando a segurança do abastecimento regional.

A terceira frente do plano é a geração de energia. No último leilão de reserva de capacidade, a Dislub Equador participou, em parceria com outras empresas, de dois projetos termelétricos a serem implantados na Bahia e em Mato Grosso. “Vamos operar projetos termelétricos na Bahia e no Mato Grosso”, declarou Magalhães.

Embora a entrada no setor de geração de energia seja vista com cautela, devido à falta de experiência da empresa no segmento, o consórcio do qual a Dislub participa deve realizar entregas já em 2025, com investimentos que somam cerca de R$ 1 milhão. “Há uma demanda grande por turbinas a gás no mundo, mas nossos projetos térmicos serão feitos com motores. Projetos menores por motorização, com equipamentos que podem ser adquiridos no Brasil”, explicou o CEO.

Segundo Magalhães, a empresa está em processo de habilitação como agente gerador e busca aproveitar a experiência acumulada no fornecimento e na logística de combustíveis para atuar também na produção de energia elétrica.

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