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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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Hoje em Dia perde identidade ao trocar variedades por noticiário policial

Justiça

Hoje em Dia perde identidade ao trocar variedades por noticiário policial

O Hoje em Dia precisa resgatar sua diversidade de conteúdo e identidade original.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h41
Hoje em Dia perde identidade ao trocar variedades por noticiário policial

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O matutino da Record deixou para trás a mistura de entretenimento e serviço que o destacava. O avanço do jornalismo policial mudou o perfil do programa e afastou parte do público.

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O programa “Hoje em Dia”, da Record, já foi uma das melhores opções nas manhãs da televisão brasileira. Com uma trajetória que se destaca, especialmente no início, o programa conseguiu consolidar uma identidade própria, mesclando entretenimento, comportamento, prestação de serviço, culinária, entrevistas e temas do cotidiano, além de jornalismo.

Essa diversidade de atrações tornava o “Hoje em Dia” diferente, chamando a atenção e surpreendendo o público. No entanto, nos últimos anos, o foco no noticiário policial aumentou significativamente, com uma predominância de casos de violência e forte apelo factual, o que praticamente eliminou a participação do elenco em outros segmentos.

Informar é uma responsabilidade inegável, mas a busca incessante por audiência tem reduzido a diversidade de conteúdos e limitado a capacidade de explorar novos formatos. O que se observa é uma repetição de fórmulas cansativas, resultando em uma programação cada vez mais homogênea e com menos espaços para inovação.

O “Hoje em Dia”, pela história que construiu e pelo sucesso que já alcançou com sua proposta original, possui credenciais suficientes para resgatar essa vocação.

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Atualmente, a programação matutina na televisão está nivelada por baixo, com uma predominância do policialesco e conteúdos de baixa qualidade. Há uma preocupação com a audiência que não leva em conta a produção de conteúdos diferenciados, negligenciando que bons patrocinadores não associam suas marcas a conteúdos violentos.

No cenário atual, muito se fala sobre SBT, Globo e Cazé, além da repercussão da competição envolvendo esses canais. Contudo, é importante destacar o trabalho sério do SporTV, que se mantém fiel ao jornalismo de qualidade.

Renata Silveira, narradora da Globo, se destacou em suas transmissões na Bélgica e no Egito, apresentando um tom adequado e uma leitura equilibrada dos jogos. Sua presença em uma Copa do Mundo, narrando diretamente do estádio, é uma consequência natural de seu trabalho consistente.

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A repercussão do caso Vozinha, que ganhou notoriedade durante uma transmissão, ilustra o impacto que criadores de conteúdo podem ter na visibilidade de determinados eventos. Em tempos de redes sociais, audiência não se resume apenas a números, mas também a oportunidades e valor de mercado.

Além disso, Leo Dias tem chamado a atenção com suas denúncias relacionadas à CBF, que garantiram uma audiência expressiva no programa “Melhor da Tarde” da Band. A situação do Ibope também tem gerado discussões no SBT sobre a necessidade de medidas mais rigorosas.

Por fim, a insatisfação dos web-repórteres da RedeTV! com os atrasos nos pagamentos e a decisão de não ter mais plateias em alguns programas evidenciam a necessidade de mudanças na abordagem do jornalismo televisivo.

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O matutino da Record deixou para trás a mistura de entretenimento e serviço que o destacava. O avanço do jornalismo policial mudou o perfil do programa e afastou parte do público.

O programa “Hoje em Dia”, da Record, já foi uma das melhores opções nas manhãs da televisão brasileira. Com uma trajetória que se destaca, especialmente no início, o programa conseguiu consolidar uma identidade própria, mesclando entretenimento, comportamento, prestação de serviço, culinária, entrevistas e temas do cotidiano, além de jornalismo.

Essa diversidade de atrações tornava o “Hoje em Dia” diferente, chamando a atenção e surpreendendo o público. No entanto, nos últimos anos, o foco no noticiário policial aumentou significativamente, com uma predominância de casos de violência e forte apelo factual, o que praticamente eliminou a participação do elenco em outros segmentos.

Informar é uma responsabilidade inegável, mas a busca incessante por audiência tem reduzido a diversidade de conteúdos e limitado a capacidade de explorar novos formatos. O que se observa é uma repetição de fórmulas cansativas, resultando em uma programação cada vez mais homogênea e com menos espaços para inovação.

O “Hoje em Dia”, pela história que construiu e pelo sucesso que já alcançou com sua proposta original, possui credenciais suficientes para resgatar essa vocação.

Atualmente, a programação matutina na televisão está nivelada por baixo, com uma predominância do policialesco e conteúdos de baixa qualidade. Há uma preocupação com a audiência que não leva em conta a produção de conteúdos diferenciados, negligenciando que bons patrocinadores não associam suas marcas a conteúdos violentos.

No cenário atual, muito se fala sobre SBT, Globo e Cazé, além da repercussão da competição envolvendo esses canais. Contudo, é importante destacar o trabalho sério do SporTV, que se mantém fiel ao jornalismo de qualidade.

Renata Silveira, narradora da Globo, se destacou em suas transmissões na Bélgica e no Egito, apresentando um tom adequado e uma leitura equilibrada dos jogos. Sua presença em uma Copa do Mundo, narrando diretamente do estádio, é uma consequência natural de seu trabalho consistente.

A repercussão do caso Vozinha, que ganhou notoriedade durante uma transmissão, ilustra o impacto que criadores de conteúdo podem ter na visibilidade de determinados eventos. Em tempos de redes sociais, audiência não se resume apenas a números, mas também a oportunidades e valor de mercado.

Além disso, Leo Dias tem chamado a atenção com suas denúncias relacionadas à CBF, que garantiram uma audiência expressiva no programa “Melhor da Tarde” da Band. A situação do Ibope também tem gerado discussões no SBT sobre a necessidade de medidas mais rigorosas.

Por fim, a insatisfação dos web-repórteres da RedeTV! com os atrasos nos pagamentos e a decisão de não ter mais plateias em alguns programas evidenciam a necessidade de mudanças na abordagem do jornalismo televisivo.

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