Na Copa do Mundo de 2026, dos 26 jogadores da seleção brasileira, dois seguem o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, no Instagram. Os atacantes Paquetá, do Flamengo, e Neymar, do Santos, demonstram apoio ao político através da rede social. Por outro lado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, não conta com o respaldo de nenhum atleta convocado pelo técnico Carlo Ancelotti.
A checagem dos perfis dos jogadores ocorreu na quarta-feira, 1º de julho de 2026, e revelou que, além de Flávio Bolsonaro, o escritor Augusto Cury, do Avante, também é seguido por quatro jogadores da seleção. Os atletas que seguem Cury são: Alisson, goleiro do Liverpool; Weverton, goleiro do Grêmio; Danilo, lateral do Flamengo; e Fabinho, volante que deixou o Al-Ittihad em junho.
A Copa do Mundo, evento esportivo privado realizado a cada quatro anos pela FIFA, gera grande interesse tanto do público quanto dos atletas. As seleções se qualificam por meio de eliminatórias, e a escolha da comissão técnica e do elenco fica a cargo de entidades privadas. No Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é responsável por definir o treinador e os jogadores convocados, sendo que todos são convidados a participar, considerando a grande visibilidade e o potencial de ganhos comerciais envolvidos.
É importante ressaltar que a CBF é uma organização de direito privado, sem vínculos diretos com o governo federal. Portanto, a seleção que representa o Brasil na Copa do Mundo não é, de fato, o país em si, mas sim uma equipe escolhida por uma entidade privada, o que reforça a independência da CBF em relação a influências governamentais na composição do time.
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