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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Jogo do Brasil derruba consumo de energia em quase 10% no país

Esporte

Jogo do Brasil derruba consumo de energia em quase 10% no país

Jogo da Copa do Mundo entre Brasil e Haiti reduziu consumo de energia em 9,6%.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h37
Jogo do Brasil derruba consumo de energia em quase 10% no país

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A vitória da seleção sobre o Haiti parou o Brasil. Durante a partida, a demanda elétrica nacional despencou 9,6%, atingindo o menor nível às 23h30.

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O segundo jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 provocou uma alteração significativa no comportamento do consumo de energia no Brasil. Durante a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, realizada na sexta-feira (19), a carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou uma queda máxima de 9,6% em relação ao padrão de referência do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O menor nível de carga observado durante a partida foi de 73.616 megawatts (MW), registrado às 23h30. Este resultado evidencia o impacto que os jogos da seleção têm sobre a demanda de energia, exigindo um acompanhamento constante da operação para lidar com as rápidas oscilações no consumo ao longo da noite.

Os dados divulgados pelo ONS indicam que a demanda começou a se desviar do comportamento normal antes mesmo do apito inicial. Uma hora antes do jogo, às 20h30, o sistema já reportava uma redução de aproximadamente 6.700 MW em comparação ao dia de referência, um volume equivalente à carga média do estado do Rio de Janeiro.

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Esse momento coincide com o início da preparação dos torcedores para assistir ao jogo. Com o início da partida, às 21h30, a queda na demanda continuou. Durante o primeiro tempo, a carga permaneceu cerca de 7.500 MW abaixo do comportamento esperado para o horário, refletindo a concentração de milhões de brasileiros em frente às telas de TV.

A primeira grande variação ocorreu durante o intervalo. Às 22h34, o sistema registrou um aumento de carga de 2.279 MW em apenas nove minutos, volume equivalente à carga média do Estado do Ceará. Esse movimento reflete a retomada simultânea de atividades domésticas, como a abertura de geladeiras e o preparo de alimentos.

Com o reinício da partida, a demanda voltou a cair e atingiu o menor patamar da noite às 23h30. Esse comportamento se repetiu em outros jogos da seleção brasileira em Copas do Mundo, quando o consumo de energia diminui à medida que a população se concentra na partida.

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Após o apito final, o sistema enfrentou nova recuperação da carga. Às 23h50, foi registrada uma elevação de 2.420 MW em apenas 17 minutos, montante equivalente à carga média do Estado do Maranhão. Essa rápida recuperação ocorreu à medida que os consumidores retornaram às suas atividades habituais após o encerramento do jogo.

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O segundo jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 provocou uma alteração significativa no comportamento do consumo de energia no Brasil. Durante a vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, realizada na sexta-feira (19), a carga do Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou uma queda máxima de 9,6% em relação ao padrão de referência do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O menor nível de carga observado durante a partida foi de 73.616 megawatts (MW), registrado às 23h30. Este resultado evidencia o impacto que os jogos da seleção têm sobre a demanda de energia, exigindo um acompanhamento constante da operação para lidar com as rápidas oscilações no consumo ao longo da noite.

Os dados divulgados pelo ONS indicam que a demanda começou a se desviar do comportamento normal antes mesmo do apito inicial. Uma hora antes do jogo, às 20h30, o sistema já reportava uma redução de aproximadamente 6.700 MW em comparação ao dia de referência, um volume equivalente à carga média do estado do Rio de Janeiro.

Esse momento coincide com o início da preparação dos torcedores para assistir ao jogo. Com o início da partida, às 21h30, a queda na demanda continuou. Durante o primeiro tempo, a carga permaneceu cerca de 7.500 MW abaixo do comportamento esperado para o horário, refletindo a concentração de milhões de brasileiros em frente às telas de TV.

A primeira grande variação ocorreu durante o intervalo. Às 22h34, o sistema registrou um aumento de carga de 2.279 MW em apenas nove minutos, volume equivalente à carga média do Estado do Ceará. Esse movimento reflete a retomada simultânea de atividades domésticas, como a abertura de geladeiras e o preparo de alimentos.

Com o reinício da partida, a demanda voltou a cair e atingiu o menor patamar da noite às 23h30. Esse comportamento se repetiu em outros jogos da seleção brasileira em Copas do Mundo, quando o consumo de energia diminui à medida que a população se concentra na partida.

Após o apito final, o sistema enfrentou nova recuperação da carga. Às 23h50, foi registrada uma elevação de 2.420 MW em apenas 17 minutos, montante equivalente à carga média do Estado do Maranhão. Essa rápida recuperação ocorreu à medida que os consumidores retornaram às suas atividades habituais após o encerramento do jogo.

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