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Justiça decreta falência do Grupo Oi após mais de uma década de crise financeira

Comunicação

Justiça decreta falência do Grupo Oi após mais de uma década de crise financeira

Publicidade Publicidade A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou, nesta segunda-feira (10), a falência do Grupo Oi, uma das maiores empresas de telecomunicações do país. A decisão marca o fim de um longo ciclo de tentativas de recuperação financeira que se estendeu por mais de dez anos. A […]

10/11/2025 · 15h51 · Atualizado às 19h12
Justiça decreta falência do Grupo Oi após mais de uma década de crise financeira
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A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou, nesta segunda-feira (10), a falência do Grupo Oi, uma das maiores empresas de telecomunicações do país.

A decisão marca o fim de um longo ciclo de tentativas de recuperação financeira que se estendeu por mais de dez anos. A crise da operadora se agravou após as fusões com a Brasil Telecom (BrT) e a Portugal Telecom, resultando em um endividamento bilionário e duas recuperações judiciais — a primeira iniciada em 2016 e a segunda em 2023.

Segundo a sentença da juíza Simone Gastesi Chevrand, “a Oi é tecnicamente falida”, destacando que o grupo não conseguiu reverter o quadro de insolvência, mesmo com sucessivas renegociações e alienações de ativos.

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O pedido de reconhecimento da falência foi protocolado na última sexta-feira (7) pela administração judicial do grupo, sob responsabilidade do advogado Bruno Rezende, o mesmo que atuou no caso das Lojas Americanas.

Apesar da falência, a magistrada determinou a continuação provisória das atividades da empresa, sob gestão do administrador judicial, para evitar a interrupção de serviços essenciais e prejuízos maiores aos consumidores e credores.

A Oi, que já foi símbolo de inovação no setor de telecomunicações brasileiro, agora enfrenta o maior desafio de sua história, com um passivo estimado em bilhões de reais e impacto direto sobre milhares de empregados, fornecedores e clientes.

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A 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou, nesta segunda-feira (10), a falência do Grupo Oi, uma das maiores empresas de telecomunicações do país.

A decisão marca o fim de um longo ciclo de tentativas de recuperação financeira que se estendeu por mais de dez anos. A crise da operadora se agravou após as fusões com a Brasil Telecom (BrT) e a Portugal Telecom, resultando em um endividamento bilionário e duas recuperações judiciais — a primeira iniciada em 2016 e a segunda em 2023.

Segundo a sentença da juíza Simone Gastesi Chevrand, “a Oi é tecnicamente falida”, destacando que o grupo não conseguiu reverter o quadro de insolvência, mesmo com sucessivas renegociações e alienações de ativos.

O pedido de reconhecimento da falência foi protocolado na última sexta-feira (7) pela administração judicial do grupo, sob responsabilidade do advogado Bruno Rezende, o mesmo que atuou no caso das Lojas Americanas.

Apesar da falência, a magistrada determinou a continuação provisória das atividades da empresa, sob gestão do administrador judicial, para evitar a interrupção de serviços essenciais e prejuízos maiores aos consumidores e credores.

A Oi, que já foi símbolo de inovação no setor de telecomunicações brasileiro, agora enfrenta o maior desafio de sua história, com um passivo estimado em bilhões de reais e impacto direto sobre milhares de empregados, fornecedores e clientes.

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