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Política

Lula e Alcolumbre ensaiam trégua política rumo a 2027

Lula e Alcolumbre se reaproximam visando reeleições em 2027 e governabilidade.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h06
Lula e Alcolumbre ensaiam trégua política rumo a 2027

Após o rompimento provocado pela rejeição de Jorge Messias ao STF, Lula e Alcolumbre retomam diálogo visando 2027. Alcolumbre busca reeleição no Senado; Lula quer fortalecer governabilidade para novo mandato.

Davi Alcolumbre (União-AP) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm se aproximado novamente, com foco nas eleições de 2027. Enquanto Alcolumbre busca a reeleição para a presidência do Senado, Lula almeja conquistar um quarto mandato em outubro, com uma governabilidade mais sólida já em andamento.

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A relação entre os dois foi marcada por um rompimento, que se deu após a rejeição de Jorge Messias, indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), em uma votação no Senado que teve influência direta de Alcolumbre. No entanto, outros fatores também estão em jogo nesta nova dinâmica.

Oposição no retrovisor. Tereza Cristina (PP-MS) e Rogério Marinho (PL-RN) estão entre os senadores que articulam para tentar desbancar Alcolumbre da presidência do Senado. Para que Alcolumbre consiga a reeleição, ele precisará contar com o apoio da esquerda. Por outro lado, Lula não gostaria de iniciar o que pode ser seu último mandato com um aliado do bolsonarismo na presidência do Congresso.

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A relação entre Lula e Alcolumbre será crucial para o futuro político, especialmente considerando a correlação de forças no Senado. O PL e outros partidos de direita estão se organizando para formar uma bancada forte, capaz de contestar e até destituir ministros do STF. Alcolumbre, portanto, pode ainda precisar do apoio desse grupo.”

Até o primeiro turno das eleições, Alcolumbre não garante a votação de uma proposta que visa acabar com a escala 6×1 até as eleições, mas o Palácio do Planalto está buscando a aprovação de outras pautas até outubro. Entre essas pautas estão a Medida Provisória que extingue a chamada “taxa das blusinhas” e o Projeto de Lei Complementar que permite ao governo utilizar arrecadações extraordinárias com o petróleo para reduzir ou zerar impostos sobre combustíveis, que chega à Câmara com diversas emendas.

A aproximação entre Alcolumbre e Lula pode representar um novo capítulo nas políticas do Senado e na governabilidade do país, à medida que ambos se preparam para os desafios eleitorais que se aproximam.

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Após o rompimento provocado pela rejeição de Jorge Messias ao STF, Lula e Alcolumbre retomam diálogo visando 2027. Alcolumbre busca reeleição no Senado; Lula quer fortalecer governabilidade para novo mandato.

Davi Alcolumbre (União-AP) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm se aproximado novamente, com foco nas eleições de 2027. Enquanto Alcolumbre busca a reeleição para a presidência do Senado, Lula almeja conquistar um quarto mandato em outubro, com uma governabilidade mais sólida já em andamento.

A relação entre os dois foi marcada por um rompimento, que se deu após a rejeição de Jorge Messias, indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), em uma votação no Senado que teve influência direta de Alcolumbre. No entanto, outros fatores também estão em jogo nesta nova dinâmica.

Oposição no retrovisor. Tereza Cristina (PP-MS) e Rogério Marinho (PL-RN) estão entre os senadores que articulam para tentar desbancar Alcolumbre da presidência do Senado. Para que Alcolumbre consiga a reeleição, ele precisará contar com o apoio da esquerda. Por outro lado, Lula não gostaria de iniciar o que pode ser seu último mandato com um aliado do bolsonarismo na presidência do Congresso.

A relação entre Lula e Alcolumbre será crucial para o futuro político, especialmente considerando a correlação de forças no Senado. O PL e outros partidos de direita estão se organizando para formar uma bancada forte, capaz de contestar e até destituir ministros do STF. Alcolumbre, portanto, pode ainda precisar do apoio desse grupo.”

Até o primeiro turno das eleições, Alcolumbre não garante a votação de uma proposta que visa acabar com a escala 6×1 até as eleições, mas o Palácio do Planalto está buscando a aprovação de outras pautas até outubro. Entre essas pautas estão a Medida Provisória que extingue a chamada “taxa das blusinhas” e o Projeto de Lei Complementar que permite ao governo utilizar arrecadações extraordinárias com o petróleo para reduzir ou zerar impostos sobre combustíveis, que chega à Câmara com diversas emendas.

A aproximação entre Alcolumbre e Lula pode representar um novo capítulo nas políticas do Senado e na governabilidade do país, à medida que ambos se preparam para os desafios eleitorais que se aproximam.

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