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Justiça

MPRJ denuncia oito por lavagem de R$5,2 mi em apostas online

MPRJ denunciou oito pessoas por esquema de lavagem de dinheiro do jogo do bicho via empresas de apostas online; valor identificado: R$ 5,2 milhões.

03/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h05
MPRJ denuncia oito por lavagem de R$5,2 mi em apostas online

O MPRJ acusa oito de integrar esquema que ocultou ao menos R$5,2 milhões por meio de empresas de apostas esportivas online. As investigações foram conduzidas pelo Gaeco e a denúncia foi recebida pela 2ª Vara especializada.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, conhecidas como bets. As investigações foram conduzidas pelo Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

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Segundo a denúncia, os investigados dissimularam e ocultaram ilicitamente pelo menos R$ 5,2 milhões. A peça acusatória foi recebida pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio.

Denunciados

  • Flavio da Silva Santos
  • Vinicius Pereira Drumond
  • Alexandre Vinicius da Costa Guedes
  • Jorge Roberto de Oliveira Figueiredo
  • João Eric Lourenço da Silva
  • Ana Paula Batista Vitorino
  • João Victor de Araujo Souza
  • Lucas Pastore Laporte de Souza

De acordo com a denúncia, recursos provenientes da contravenção eram inseridos na economia formal por meio da casa de apostas Rio Jogos, operada pela Lema Administração e Participações S/A. Para viabilizar o esquema, o grupo utilizava diferentes empresas, entre elas a JRF Eagle Participações e a Invectry Participações, além de pessoas apontadas como laranjas.

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Mandados e locais de busca

  • Barra da Tijuca (Rio de Janeiro)
  • Freguesia (Rio de Janeiro)
  • Botafogo (Rio de Janeiro)
  • Centro (Rio de Janeiro)
  • Paraná (fora do Rio)
  • Goiás (fora do Rio)

A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços indicados no Rio de Janeiro e em diligências nos estados do Paraná e de Goiás, com apoio dos respectivos ministérios públicos estaduais. A pedido do MPRJ, a Justiça determinou a suspensão das atividades e dos cadastros nacionais de Pessoas Jurídicas (CNPJs) da JRF Eagle Participações e da Invectry Participações.

O rastreamento financeiro apontou movimentações específicas ligadas ao esquema. Em 6 de maio de 2024, a Lema recebeu dois aportes de R$ 2,5 milhões cada: um proveniente de João Eric e outro da Apoio Consultoria Financeira, empresa de titularidade dos denunciados Ana Paula e João Victor. No mesmo dia, a Lema transferiu R$ 5,2 milhões à Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj) como pagamento da outorga necessária à exploração de apostas de cota fixa.

A denúncia descreve o uso de diferentes estruturas societárias e intermediários para dissimular a origem dos recursos e integrar valores provenientes da contravenção na economia formal. A investigação e as medidas judiciais buscaram identificar a participação das empresas e das pessoas envolvidas no esquema apontado pelo Ministério Público.

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O MPRJ acusa oito de integrar esquema que ocultou ao menos R$5,2 milhões por meio de empresas de apostas esportivas online. As investigações foram conduzidas pelo Gaeco e a denúncia foi recebida pela 2ª Vara especializada.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou oito pessoas por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao jogo do bicho por meio de empresas de apostas esportivas online, conhecidas como bets. As investigações foram conduzidas pelo Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Segundo a denúncia, os investigados dissimularam e ocultaram ilicitamente pelo menos R$ 5,2 milhões. A peça acusatória foi recebida pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio.

Denunciados

  • Flavio da Silva Santos
  • Vinicius Pereira Drumond
  • Alexandre Vinicius da Costa Guedes
  • Jorge Roberto de Oliveira Figueiredo
  • João Eric Lourenço da Silva
  • Ana Paula Batista Vitorino
  • João Victor de Araujo Souza
  • Lucas Pastore Laporte de Souza

De acordo com a denúncia, recursos provenientes da contravenção eram inseridos na economia formal por meio da casa de apostas Rio Jogos, operada pela Lema Administração e Participações S/A. Para viabilizar o esquema, o grupo utilizava diferentes empresas, entre elas a JRF Eagle Participações e a Invectry Participações, além de pessoas apontadas como laranjas.

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  • Barra da Tijuca (Rio de Janeiro)
  • Freguesia (Rio de Janeiro)
  • Botafogo (Rio de Janeiro)
  • Centro (Rio de Janeiro)
  • Paraná (fora do Rio)
  • Goiás (fora do Rio)

A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços indicados no Rio de Janeiro e em diligências nos estados do Paraná e de Goiás, com apoio dos respectivos ministérios públicos estaduais. A pedido do MPRJ, a Justiça determinou a suspensão das atividades e dos cadastros nacionais de Pessoas Jurídicas (CNPJs) da JRF Eagle Participações e da Invectry Participações.

O rastreamento financeiro apontou movimentações específicas ligadas ao esquema. Em 6 de maio de 2024, a Lema recebeu dois aportes de R$ 2,5 milhões cada: um proveniente de João Eric e outro da Apoio Consultoria Financeira, empresa de titularidade dos denunciados Ana Paula e João Victor. No mesmo dia, a Lema transferiu R$ 5,2 milhões à Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj) como pagamento da outorga necessária à exploração de apostas de cota fixa.

A denúncia descreve o uso de diferentes estruturas societárias e intermediários para dissimular a origem dos recursos e integrar valores provenientes da contravenção na economia formal. A investigação e as medidas judiciais buscaram identificar a participação das empresas e das pessoas envolvidas no esquema apontado pelo Ministério Público.

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