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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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PMs vão a júri pela morte do delator do PCC Gritzbach em SP

Brasil

PMs vão a júri pela morte do delator do PCC Gritzbach em SP

Júri de PMs acusados pela morte de Vinicius Gritzbach começa hoje em Guarulhos.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h35
PMs vão a júri pela morte do delator do PCC Gritzbach em SP

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Três policiais militares começam a ser julgados nesta segunda (22) em Guarulhos. Defesa contesta provas de geolocalização que ligam os réus aos disparos fatais.

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O júri de três policiais militares acusados pela morte do empresário Vinicius Gritzbach terá início nesta segunda-feira (22) no Fórum de Guarulhos. A defesa dos PMs anunciou que irá questionar as provas de geolocalização apresentadas pelo Ministério Público, que indicam os policiais como autores dos disparos que resultaram na morte do delator do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Os acusados, Denis Antonio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva, enfrentam acusações de dois homicídios: o de Antônio Vinicius Gritzbach e o de Celso Araujo Sampaio de Novais, além de duas tentativas de homicídio. O julgamento ocorre cerca de um ano e meio após os crimes, ocorridos em novembro de 2024.

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A defesa, liderada pelo advogado Dr. Renato Soares do Nascimento, se manifestou sobre a contestação das geolocalizações, afirmando que a equipe vai demonstrar, com documentos, os erros que colocam os policiais na cena do crime. “Nós vamos demonstrar aqui através de documentos, principalmente as localizações, os erros nas geolocalizações que colocariam os nossos clientes na cena do crime, e que isso nunca aconteceu”, declarou Soares.

“Eles estavam em Osasco. Denis estava na sua casa, Juan estava em Osasco e Genaldo estava em Osasco na sua casa, inclusive com telefone desligado. Eu queria saber, eles vão ter que explicar aqui pros jurados como que um telefone desligado vai estar aqui em Guarulhos”, afirmou o advogado.

A geolocalização é considerada um dos principais elementos do caso e crucial na denúncia contra os policiais. O Tribunal do Júri ouvirá 21 testemunhas durante o processo, que contará com a participação de sete jurados. A expectativa é que o julgamento dure cinco dias, com a análise das provas e depoimentos sendo fundamentais para a decisão final.

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Três policiais militares começam a ser julgados nesta segunda (22) em Guarulhos. Defesa contesta provas de geolocalização que ligam os réus aos disparos fatais.

O júri de três policiais militares acusados pela morte do empresário Vinicius Gritzbach terá início nesta segunda-feira (22) no Fórum de Guarulhos. A defesa dos PMs anunciou que irá questionar as provas de geolocalização apresentadas pelo Ministério Público, que indicam os policiais como autores dos disparos que resultaram na morte do delator do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Os acusados, Denis Antonio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva, enfrentam acusações de dois homicídios: o de Antônio Vinicius Gritzbach e o de Celso Araujo Sampaio de Novais, além de duas tentativas de homicídio. O julgamento ocorre cerca de um ano e meio após os crimes, ocorridos em novembro de 2024.

A defesa, liderada pelo advogado Dr. Renato Soares do Nascimento, se manifestou sobre a contestação das geolocalizações, afirmando que a equipe vai demonstrar, com documentos, os erros que colocam os policiais na cena do crime. “Nós vamos demonstrar aqui através de documentos, principalmente as localizações, os erros nas geolocalizações que colocariam os nossos clientes na cena do crime, e que isso nunca aconteceu”, declarou Soares.

“Eles estavam em Osasco. Denis estava na sua casa, Juan estava em Osasco e Genaldo estava em Osasco na sua casa, inclusive com telefone desligado. Eu queria saber, eles vão ter que explicar aqui pros jurados como que um telefone desligado vai estar aqui em Guarulhos”, afirmou o advogado.

A geolocalização é considerada um dos principais elementos do caso e crucial na denúncia contra os policiais. O Tribunal do Júri ouvirá 21 testemunhas durante o processo, que contará com a participação de sete jurados. A expectativa é que o julgamento dure cinco dias, com a análise das provas e depoimentos sendo fundamentais para a decisão final.

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