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Roraima vai às urnas neste domingo para escolher novo governador

Brasil

Roraima vai às urnas neste domingo para escolher novo governador

Eleitores de Roraima vão às urnas neste domingo para eleição suplementar de governador.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h03
Roraima vai às urnas neste domingo para escolher novo governador

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Após cassação do governador Edilson Damião, Roraima realiza eleição suplementar neste domingo. Quase 385 mil eleitores decidem quem vai comandar o estado até 2027.

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Roraima realiza, neste domingo (21.jun.2026), uma eleição suplementar para escolher o novo governador e vice-governador do Estado. Ao todo, 384.582 eleitores estão aptos a votar, em 350 locais de votação distribuídos pelos 15 municípios. O horário de votação será das 8h às 17h.

O mandato que está em disputa se estenderá até 5 de janeiro de 2027. A convocação para a nova eleição foi determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a cassação do governador Edilson Damião, do União Brasil.

Com a saída de Damião, o presidente da Assembleia Legislativa, Soldado Sampaio, do Republicanos, assumiu interinamente o governo até que os novos gestores sejam definidos pelo voto popular. O Estado conta com 1.483 seções eleitorais, divididas em nove zonas eleitorais que atendem a todos os municípios.

Boa Vista, a capital, concentra a maior parte do eleitorado, com 229.509 eleitores, o que representa quase 60% do total. Rorainópolis e Cantá vêm em seguida, com 22.606 e 17.254 eleitores, respectivamente. São João da Baliza é o município com o menor colégio eleitoral, totalizando 5.556 votantes.

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Três chapas estão na disputa pelo governo. Sampaio concorre ao lado de Tayla Peres, ambos do Republicanos. Nelita Frank, do PT, tem Bartô Macuxi, do PSOL, como candidato a vice. Arthur Henrique e Subtenente Velton, do PL, participam do pleito em situação sub judice, aguardando análise da Justiça sobre sua candidatura, que foi barrada devido ao não cumprimento da regra de desincompatibilização.

O voto é obrigatório e aqueles que não comparecerem às urnas ou não justificarem a ausência poderão enfrentar multas e outras penalidades estabelecidas pela legislação eleitoral.

As eleições suplementares foram convocadas após o TSE ter cassado, em 30 de abril, o mandato do então governador Damião. O novo pleito foi marcado com pouco tempo de antecedência. Os interessados em concorrer precisaram seguir uma decisão do TRE-RR que estipulou um prazo de desincompatibilização de 24 horas, conforme a jurisprudência da Justiça Eleitoral.

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No entanto, em 27 de maio, o ministro Dino revogou a decisão do TRE-RR, determinando que a Corte reexaminasse o calendário eleitoral e seguisse as regras gerais de desincompatibilização, que variam de 3 a 6 meses. Essa mudança beneficiou Sampaio, que conta com o apoio do MDB, partido do ex-senador Romero Jucá.

Por outro lado, a decisão prejudicou Arthur Henrique, que havia renunciado ao cargo de prefeito de Boa Vista dentro do prazo estipulado pelo TRE e era um forte candidato nas pesquisas. A professora Antônia Pedrosa, do PT, também foi afetada pela mudança, sendo substituída por Nelita Frank, que, segundo analistas, possui pouca força eleitoral no Estado. O PL optou por não indicar um substituto, mantendo Arthur Henrique na disputa, embora seus votos possam ser anulados caso a decisão de Dino prevaleça.

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Após cassação do governador Edilson Damião, Roraima realiza eleição suplementar neste domingo. Quase 385 mil eleitores decidem quem vai comandar o estado até 2027.

Roraima realiza, neste domingo (21.jun.2026), uma eleição suplementar para escolher o novo governador e vice-governador do Estado. Ao todo, 384.582 eleitores estão aptos a votar, em 350 locais de votação distribuídos pelos 15 municípios. O horário de votação será das 8h às 17h.

O mandato que está em disputa se estenderá até 5 de janeiro de 2027. A convocação para a nova eleição foi determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a cassação do governador Edilson Damião, do União Brasil.

Com a saída de Damião, o presidente da Assembleia Legislativa, Soldado Sampaio, do Republicanos, assumiu interinamente o governo até que os novos gestores sejam definidos pelo voto popular. O Estado conta com 1.483 seções eleitorais, divididas em nove zonas eleitorais que atendem a todos os municípios.

Boa Vista, a capital, concentra a maior parte do eleitorado, com 229.509 eleitores, o que representa quase 60% do total. Rorainópolis e Cantá vêm em seguida, com 22.606 e 17.254 eleitores, respectivamente. São João da Baliza é o município com o menor colégio eleitoral, totalizando 5.556 votantes.

Três chapas estão na disputa pelo governo. Sampaio concorre ao lado de Tayla Peres, ambos do Republicanos. Nelita Frank, do PT, tem Bartô Macuxi, do PSOL, como candidato a vice. Arthur Henrique e Subtenente Velton, do PL, participam do pleito em situação sub judice, aguardando análise da Justiça sobre sua candidatura, que foi barrada devido ao não cumprimento da regra de desincompatibilização.

O voto é obrigatório e aqueles que não comparecerem às urnas ou não justificarem a ausência poderão enfrentar multas e outras penalidades estabelecidas pela legislação eleitoral.

As eleições suplementares foram convocadas após o TSE ter cassado, em 30 de abril, o mandato do então governador Damião. O novo pleito foi marcado com pouco tempo de antecedência. Os interessados em concorrer precisaram seguir uma decisão do TRE-RR que estipulou um prazo de desincompatibilização de 24 horas, conforme a jurisprudência da Justiça Eleitoral.

No entanto, em 27 de maio, o ministro Dino revogou a decisão do TRE-RR, determinando que a Corte reexaminasse o calendário eleitoral e seguisse as regras gerais de desincompatibilização, que variam de 3 a 6 meses. Essa mudança beneficiou Sampaio, que conta com o apoio do MDB, partido do ex-senador Romero Jucá.

Por outro lado, a decisão prejudicou Arthur Henrique, que havia renunciado ao cargo de prefeito de Boa Vista dentro do prazo estipulado pelo TRE e era um forte candidato nas pesquisas. A professora Antônia Pedrosa, do PT, também foi afetada pela mudança, sendo substituída por Nelita Frank, que, segundo analistas, possui pouca força eleitoral no Estado. O PL optou por não indicar um substituto, mantendo Arthur Henrique na disputa, embora seus votos possam ser anulados caso a decisão de Dino prevaleça.

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