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Aracaju, Segunda-feira, 29 de junho de 2026
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Terremoto de 4.6 atinge Venezuela cinco dias após tremores duplos

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Terremoto de 4.6 atinge Venezuela cinco dias após tremores duplos

Um novo terremoto de 4.6 atinge a Venezuela, cinco dias após tremores duplos.

29/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h54
Terremoto de 4.6 atinge Venezuela cinco dias após tremores duplos

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Um novo terremoto foi registrado na Venezuela nesta segunda-feira (29), com magnitude de 4.6 na escala Richter. O epicentro do tremor foi localizado na cidade de Carabelleda, situada no estado de La Guaira, que já havia sido severamente afetado por um duplo terremoto ocorrido há cinco dias.

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O tremor foi sentido também na capital, Caracas. Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, informou que este novo tremor foi classificado como uma “réplica de moderada intensidade”, ressaltando que não houve registro de danos adicionais em nenhuma parte do país.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) apontou que o tremor teve origem a 10 quilômetros de profundidade e a 27 quilômetros do centro de Carabelleda. Essa cidade, que conta com cerca de 50 mil habitantes e está localizada a aproximadamente 40 km de estrada de Caracas, foi uma das mais afetadas pelo terremoto duplo da semana passada.

Na sexta-feira (29), outro tremor, desta vez de magnitude 4.9, foi registrado. Desde o terremoto duplo da semana anterior, a Venezuela tem enfrentado uma série de réplicas. As réplicas são tremores secundários que ocorrem após um grande terremoto. A agência estatal do país informou que, desde o evento inicial, foram registrados pelo menos 430 tremores secundários.

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A professora de Direito da Universidade Central de Caracas, Tamara Ádrian, que reside na capital, relatou que tem sentido muitas réplicas nos últimos dias. Ela trabalha em um edifício que possui estrutura anti-sísmica do tipo japonesa e consegue perceber até os menores tremores.

“Trabalho nesse prédio há quase 30 anos e sinto pelo menos um ou dois tremores por semana. São sempre leves, mas sinto o movimento”, comentou Ádrian, acrescentando que eventos sísmicos com a magnitude dos últimos dias são raros.

De acordo com a última atualização do governo de Caracas, os terremotos resultaram em 1.500 mortes e 3.150 feridos. Um total de 25 mil socorristas, incluindo 2.600 estrangeiros, está mobilizado para localizar pessoas que possam estar presas sob os escombros. Até domingo (28), foram resgatadas 33 pessoas com vida.

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Entre os socorristas, há brasileiros que foram enviados pelo governo federal do Brasil. O país já enviou quatro aviões com ajuda humanitária ao território venezuelano. Os terremotos de magnitude 7.2 e 7.5 na escala Richter, ocorridos na quarta-feira (24), causaram grandes destruições e desabamentos em Caracas e em outras cidades, especialmente na província de La Guaira.

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Um novo terremoto foi registrado na Venezuela nesta segunda-feira (29), com magnitude de 4.6 na escala Richter. O epicentro do tremor foi localizado na cidade de Carabelleda, situada no estado de La Guaira, que já havia sido severamente afetado por um duplo terremoto ocorrido há cinco dias.

O tremor foi sentido também na capital, Caracas. Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, informou que este novo tremor foi classificado como uma “réplica de moderada intensidade”, ressaltando que não houve registro de danos adicionais em nenhuma parte do país.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) apontou que o tremor teve origem a 10 quilômetros de profundidade e a 27 quilômetros do centro de Carabelleda. Essa cidade, que conta com cerca de 50 mil habitantes e está localizada a aproximadamente 40 km de estrada de Caracas, foi uma das mais afetadas pelo terremoto duplo da semana passada.

Na sexta-feira (29), outro tremor, desta vez de magnitude 4.9, foi registrado. Desde o terremoto duplo da semana anterior, a Venezuela tem enfrentado uma série de réplicas. As réplicas são tremores secundários que ocorrem após um grande terremoto. A agência estatal do país informou que, desde o evento inicial, foram registrados pelo menos 430 tremores secundários.

A professora de Direito da Universidade Central de Caracas, Tamara Ádrian, que reside na capital, relatou que tem sentido muitas réplicas nos últimos dias. Ela trabalha em um edifício que possui estrutura anti-sísmica do tipo japonesa e consegue perceber até os menores tremores.

“Trabalho nesse prédio há quase 30 anos e sinto pelo menos um ou dois tremores por semana. São sempre leves, mas sinto o movimento”, comentou Ádrian, acrescentando que eventos sísmicos com a magnitude dos últimos dias são raros.

De acordo com a última atualização do governo de Caracas, os terremotos resultaram em 1.500 mortes e 3.150 feridos. Um total de 25 mil socorristas, incluindo 2.600 estrangeiros, está mobilizado para localizar pessoas que possam estar presas sob os escombros. Até domingo (28), foram resgatadas 33 pessoas com vida.

Entre os socorristas, há brasileiros que foram enviados pelo governo federal do Brasil. O país já enviou quatro aviões com ajuda humanitária ao território venezuelano. Os terremotos de magnitude 7.2 e 7.5 na escala Richter, ocorridos na quarta-feira (24), causaram grandes destruições e desabamentos em Caracas e em outras cidades, especialmente na província de La Guaira.

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