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Aracaju, Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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Congresso instala comissão para analisar MP que acaba com taxa de importação

Política

Congresso instala comissão para analisar MP que acaba com taxa de importação

Hoje, Congresso instala comissão para analisar MP que extingue taxa de importação.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h56
Congresso instala comissão para analisar MP que acaba com taxa de importação

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O Congresso Nacional marcou para hoje, 12 de agosto de 2026, uma sessão destinada à instalação da comissão mista que analisará a Medida Provisória (MP) que extingue o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”.

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A MP, editada pelo governo em maio deste ano, ainda precisa passar pela aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para se tornar lei de forma definitiva até o dia 8 de setembro. Caso contrário, o texto perderá a validade e deixará de ser aplicado.

Se a MP não for aprovada pelo Congresso, o Ministério da Fazenda perderá a autorização para zerar a alíquota, e a tributação voltará a ser cobrada, impactando diretamente as compras internacionais abaixo do limite estabelecido.

O governo busca acelerar a votação antes do fim do prazo de validade. Em nota, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, destacou: “É nossa prioridade a instalação da comissão mista e trabalhar pela sua rápida aprovação, fazendo valer a medida provisória assinada pelo presidente Lula”.

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A taxa das blusinhas foi implementada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso, que criou o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, no âmbito do programa Remessa Conforme. O objetivo era regularizar o comércio eletrônico de acordo com os parâmetros da Receita Federal.

Após essa implementação, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

Em 12 de maio de 2026, o governo Lula propôs o fim da taxação. Além de extinguir o tributo, a MP estabelece que bens de até US$ 3 mil poderão ter alíquotas constantes ou progressivas definidas pelo Ministério da Fazenda. Para encomendas que variam entre US$ 50 e US$ 3 mil, a tributação se mantém em 60%, com dedução fixa de US$ 30 sobre o valor do imposto.

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A proposta gerou reações diversas na população. A oposição criticou a medida, considerando-a um ataque ao poder de compra dos brasileiros. No entanto, a avaliação dentro do Palácio do Planalto é que a decisão de acabar com a isenção para compras internacionais de até US$ 50, aprovada em 2024, foi uma das ações que mais impactou negativamente a popularidade do governo Lula.

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A MP, editada pelo governo em maio deste ano, ainda precisa passar pela aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para se tornar lei de forma definitiva até o dia 8 de setembro. Caso contrário, o texto perderá a validade e deixará de ser aplicado.

Se a MP não for aprovada pelo Congresso, o Ministério da Fazenda perderá a autorização para zerar a alíquota, e a tributação voltará a ser cobrada, impactando diretamente as compras internacionais abaixo do limite estabelecido.

O governo busca acelerar a votação antes do fim do prazo de validade. Em nota, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, destacou: “É nossa prioridade a instalação da comissão mista e trabalhar pela sua rápida aprovação, fazendo valer a medida provisória assinada pelo presidente Lula”.

A taxa das blusinhas foi implementada em agosto de 2024, após aprovação do Congresso, que criou o imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, no âmbito do programa Remessa Conforme. O objetivo era regularizar o comércio eletrônico de acordo com os parâmetros da Receita Federal.

Após essa implementação, dez estados elevaram o ICMS sobre essas compras de 17% para 20%, com a mudança entrando em vigor em abril do ano passado.

Em 12 de maio de 2026, o governo Lula propôs o fim da taxação. Além de extinguir o tributo, a MP estabelece que bens de até US$ 3 mil poderão ter alíquotas constantes ou progressivas definidas pelo Ministério da Fazenda. Para encomendas que variam entre US$ 50 e US$ 3 mil, a tributação se mantém em 60%, com dedução fixa de US$ 30 sobre o valor do imposto.

A proposta gerou reações diversas na população. A oposição criticou a medida, considerando-a um ataque ao poder de compra dos brasileiros. No entanto, a avaliação dentro do Palácio do Planalto é que a decisão de acabar com a isenção para compras internacionais de até US$ 50, aprovada em 2024, foi uma das ações que mais impactou negativamente a popularidade do governo Lula.

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