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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Cota zero para carros elétricos é renovada e beneficia consumidores brasileiros

Veículos

Cota zero para carros elétricos é renovada e beneficia consumidores brasileiros

Governo renova cota zero para veículos elétricos, visando beneficiar consumidores e indústria nacional.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h49
Cota zero para carros elétricos é renovada e beneficia consumidores brasileiros

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O governo federal renovou, por seis meses, as cotas de importação com alíquota zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD). Essa decisão visa garantir melhores preços para o consumidor brasileiro e fortalecer a indústria automotiva nacional. A informação foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, na manhã desta quarta-feira (24).

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O ministro destacou que a presença dos veículos elétricos já se tornou parte da cena urbana do Brasil. Ele afirmou que a decisão do governo não foi tomada para prejudicar a produção nacional, mas sim para favorecer o consumidor e o mercado. A medida entrará em vigor a partir de 1º de julho e contempla um limite de US$ 463 milhões em veículos nos regimes CKD e SKD, que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.

“Essa decisão foi tomada porque essas montadoras estão se instalando no país para produzir. Tem uma lá em São Paulo, tem outra na Bahia que já estão começando a produzir veículos híbridos, híbridos flex, aqui no país, o que é bom para oferta, tanto para o mercado quanto para geração de emprego e de renda”, afirmou o ministro.

Apesar do apoio à renovação das cotas, o ministro também se posicionou sobre as críticas das montadoras tradicionais. Ele ressaltou que apenas as empresas que fabricarem no Brasil terão acesso às linhas de financiamento. “O Brasil tem uma série de medidas para acomodar todos os interesses que são legítimos”, acrescentou.

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) expressou preocupação com a manutenção das cotas, afirmando que isso pode prejudicar fabricantes instalados no Brasil, além de trabalhadores e empresas nacionais de autopeças.

Paralelamente, o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu manter o cronograma de aumento das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos. A partir de julho, os veículos eletrificados semidesmontados (SKD) terão a tarifa de importação elevada para 35%, enquanto os modelos desmontados (CKD) continuarão com alíquota de 14% até o fim de 2026, passando para 35% em janeiro de 2027.

“O governo federal tem intensificado e fortalecido muito a indústria automotiva no Brasil. Quem quiser montar, fabricar, produzir aqui no país encontra vantagens em instrumentos de fomento, de apoio. Mas [o país] também não criou uma barreira para a importação”, concluiu Márcio Elias Rosa.

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O ministro ainda comentou sobre a pressão que o governo enfrenta para reduzir o imposto de importação, ressaltando que a elevação para 35% a partir de 1º de julho foi mantida. Assim, o Brasil inicia um cronograma de aumento do imposto, que deve atingir esse patamar para todos os veículos em janeiro do próximo ano.

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O governo federal renovou, por seis meses, as cotas de importação com alíquota zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD). Essa decisão visa garantir melhores preços para o consumidor brasileiro e fortalecer a indústria automotiva nacional. A informação foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, na manhã desta quarta-feira (24).

O ministro destacou que a presença dos veículos elétricos já se tornou parte da cena urbana do Brasil. Ele afirmou que a decisão do governo não foi tomada para prejudicar a produção nacional, mas sim para favorecer o consumidor e o mercado. A medida entrará em vigor a partir de 1º de julho e contempla um limite de US$ 463 milhões em veículos nos regimes CKD e SKD, que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.

“Essa decisão foi tomada porque essas montadoras estão se instalando no país para produzir. Tem uma lá em São Paulo, tem outra na Bahia que já estão começando a produzir veículos híbridos, híbridos flex, aqui no país, o que é bom para oferta, tanto para o mercado quanto para geração de emprego e de renda”, afirmou o ministro.

Apesar do apoio à renovação das cotas, o ministro também se posicionou sobre as críticas das montadoras tradicionais. Ele ressaltou que apenas as empresas que fabricarem no Brasil terão acesso às linhas de financiamento. “O Brasil tem uma série de medidas para acomodar todos os interesses que são legítimos”, acrescentou.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) expressou preocupação com a manutenção das cotas, afirmando que isso pode prejudicar fabricantes instalados no Brasil, além de trabalhadores e empresas nacionais de autopeças.

Paralelamente, o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu manter o cronograma de aumento das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos. A partir de julho, os veículos eletrificados semidesmontados (SKD) terão a tarifa de importação elevada para 35%, enquanto os modelos desmontados (CKD) continuarão com alíquota de 14% até o fim de 2026, passando para 35% em janeiro de 2027.

“O governo federal tem intensificado e fortalecido muito a indústria automotiva no Brasil. Quem quiser montar, fabricar, produzir aqui no país encontra vantagens em instrumentos de fomento, de apoio. Mas [o país] também não criou uma barreira para a importação”, concluiu Márcio Elias Rosa.

O ministro ainda comentou sobre a pressão que o governo enfrenta para reduzir o imposto de importação, ressaltando que a elevação para 35% a partir de 1º de julho foi mantida. Assim, o Brasil inicia um cronograma de aumento do imposto, que deve atingir esse patamar para todos os veículos em janeiro do próximo ano.

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