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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Keiko Fujimori se aproxima da presidência com vantagem decisiva no Peru

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Keiko Fujimori se aproxima da presidência com vantagem decisiva no Peru

Keiko Fujimori se aproxima da presidência do Peru com vantagem decisiva nas eleições.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h49
Keiko Fujimori se aproxima da presidência com vantagem decisiva no Peru

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No Peru, a candidata Keiko Fujimori obteve uma vantagem matemática considerável na contagem dos votos do segundo turno das eleições presidenciais. Após mais de duas semanas desde a votação, a expectativa é que a Justiça Eleitoral anuncie a direitista como a próxima chefe do governo peruano.

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Keiko Fujimori acumula 50,1% dos votos, estando a cerca de 43 mil votos à frente de seu rival, Roberto Sánchez, que representa a esquerda. Com pouco mais de 40 mil votos restantes para serem contabilizados até a manhã desta quarta-feira (24), a candidata não pode mais perder a primeira posição. No entanto, a autoridade eleitoral peruana ainda não declarou oficialmente um vencedor.

De acordo com informações, esse pronunciamento oficial deve ocorrer apenas no próximo mês. Na terça-feira, Keiko Fujimori expressou críticas em relação à demora na divulgação dos resultados, uma vez que deseja iniciar a transição de poder o quanto antes.

“Acho que a população merece um pronunciamento mais rápido”, afirmou Fujimori.

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Keiko é filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que foi condenado a 16 anos de prisão por violações de direitos humanos durante seu governo nos anos 1990.

Roberto Sánchez, em segundo lugar, tem levantado acusações sobre irregularidades no processo eleitoral e se recusa a reconhecer os resultados. Ele solicitou a anulação de cerca de 300 mil votos oriundos do exterior, um pedido que foi rejeitado pelo júri eleitoral na noite de terça-feira. A maioria das contestações foi considerada improcedente.

Se a confirmação do resultado final da eleição presidencial no Peru se concretizar, Keiko Fujimori herdará uma crise política, em um país que já teve oito presidentes em menos de dez anos, devido a renúncias e destituições, sendo que quatro deles enfrentaram prisão.

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O partido de Fujimori terá a maior representação no Congresso, com 22 cadeiras das 60 no Senado e 41 das 130 na Câmara dos Deputados. Já o partido de Sánchez terá o segundo maior número de representantes, com 14 senadores e 32 deputados.

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Keiko Fujimori acumula 50,1% dos votos, estando a cerca de 43 mil votos à frente de seu rival, Roberto Sánchez, que representa a esquerda. Com pouco mais de 40 mil votos restantes para serem contabilizados até a manhã desta quarta-feira (24), a candidata não pode mais perder a primeira posição. No entanto, a autoridade eleitoral peruana ainda não declarou oficialmente um vencedor.

De acordo com informações, esse pronunciamento oficial deve ocorrer apenas no próximo mês. Na terça-feira, Keiko Fujimori expressou críticas em relação à demora na divulgação dos resultados, uma vez que deseja iniciar a transição de poder o quanto antes.

“Acho que a população merece um pronunciamento mais rápido”, afirmou Fujimori.

Keiko é filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que foi condenado a 16 anos de prisão por violações de direitos humanos durante seu governo nos anos 1990.

Roberto Sánchez, em segundo lugar, tem levantado acusações sobre irregularidades no processo eleitoral e se recusa a reconhecer os resultados. Ele solicitou a anulação de cerca de 300 mil votos oriundos do exterior, um pedido que foi rejeitado pelo júri eleitoral na noite de terça-feira. A maioria das contestações foi considerada improcedente.

Se a confirmação do resultado final da eleição presidencial no Peru se concretizar, Keiko Fujimori herdará uma crise política, em um país que já teve oito presidentes em menos de dez anos, devido a renúncias e destituições, sendo que quatro deles enfrentaram prisão.

O partido de Fujimori terá a maior representação no Congresso, com 22 cadeiras das 60 no Senado e 41 das 130 na Câmara dos Deputados. Já o partido de Sánchez terá o segundo maior número de representantes, com 14 senadores e 32 deputados.

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