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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Governo lança programa de R$ 500 mi para atender idosos em casa

Política

Governo lança programa de R$ 500 mi para atender idosos em casa

Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa é lançado com investimento de R$ 500 milhões.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h56
Governo lança programa de R$ 500 mi para atender idosos em casa

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Idosos com limitações funcionais em todo o Brasil poderão receber equipes de saúde em casa. O Padi Brasil foi lançado hoje pelo Ministério da Saúde no Rio de Janeiro.

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O Ministério da Saúde lança hoje (18) no Rio de Janeiro o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil). O investimento previsto é de R$ 500 milhões, que será utilizado para estruturar e levar equipes multiprofissionais diretamente aos lares de idosos que apresentam limitações funcionais e não conseguem se deslocar até as unidades de saúde.

As administrações municipais poderão solicitar a criação de novas equipes ou a ampliação das já existentes na atenção básica, o que inclui incrementar a carga horária de atendimento e a contratação de novos profissionais, como médicos especialistas. Até agora, 2.733 municípios já solicitaram adesão ao Padi Brasil, totalizando 3.677 pedidos de equipes.

O repasse mensal para cada equipe poderá chegar a um incremento de até R$ 10 mil, totalizando até R$ 57,5 mil mensais, dependendo da modalidade da equipe multiprofissional (Ampliada, Complementar ou Estratégica).

“O idoso vai receber a visita de profissionais especializados com um olhar especial para as condições deles, que têm dificuldades de mobilidade e não conseguem fazer atividades físicas. Serão desde médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais até assistentes sociais”, explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

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Os municípios terão a liberdade de escolher a composição profissional ideal a partir de um cardápio oferecido pelo Ministério da Saúde. O governo federal prevê um investimento de R$ 163,2 milhões para 2026 e R$ 329,3 milhões para 2027.

A expectativa de vida ao nascer no Brasil atingiu 76,6 anos em 2024, e 80% da população idosa depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimentos médicos. Estima-se que cerca de 3 milhões de idosos acamados no Brasil sejam acompanhados pela atenção primária.

O Padi Brasil se une a outros programas que já existem, como o Farmácia Popular, que disponibiliza medicamentos para hipertensão, diabetes e fraldas geriátricas, e o Mais Especialistas, que visa reduzir o tempo de espera para cirurgias e exames. O ministro Padilha destaca que o objetivo é reorganizar o SUS para oferecer um cuidado mais eficaz aos idosos.

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A Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa é uma ferramenta estratégica que ajuda a monitorar a saúde desse público, disponível em formato físico e digital pelo aplicativo Meu SUS Digital. O ministério também disponibiliza materiais educativos para cuidadores, familiares e profissionais de saúde, focando na prevenção de quedas e na comunicação relacionada à demência.

Durante a cerimônia de lançamento, o Ministério da Saúde homenageou a médica e advogada Guilhermina Maria Galvão Siqueira Gomes, cuja iniciativa na década de 1990 inspirou o programa nacional. Na ocasião, Guilhermina atuou no Hospital Municipal Paulino Werneck, onde notou que pacientes idosos recebiam alta e retornavam frequentemente ao hospital devido à falta de acompanhamento adequado, levando à criação do Programa de Atenção Domiciliar (PAD).

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O Ministério da Saúde lança hoje (18) no Rio de Janeiro o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil). O investimento previsto é de R$ 500 milhões, que será utilizado para estruturar e levar equipes multiprofissionais diretamente aos lares de idosos que apresentam limitações funcionais e não conseguem se deslocar até as unidades de saúde.

As administrações municipais poderão solicitar a criação de novas equipes ou a ampliação das já existentes na atenção básica, o que inclui incrementar a carga horária de atendimento e a contratação de novos profissionais, como médicos especialistas. Até agora, 2.733 municípios já solicitaram adesão ao Padi Brasil, totalizando 3.677 pedidos de equipes.

O repasse mensal para cada equipe poderá chegar a um incremento de até R$ 10 mil, totalizando até R$ 57,5 mil mensais, dependendo da modalidade da equipe multiprofissional (Ampliada, Complementar ou Estratégica).

“O idoso vai receber a visita de profissionais especializados com um olhar especial para as condições deles, que têm dificuldades de mobilidade e não conseguem fazer atividades físicas. Serão desde médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais até assistentes sociais”, explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Os municípios terão a liberdade de escolher a composição profissional ideal a partir de um cardápio oferecido pelo Ministério da Saúde. O governo federal prevê um investimento de R$ 163,2 milhões para 2026 e R$ 329,3 milhões para 2027.

A expectativa de vida ao nascer no Brasil atingiu 76,6 anos em 2024, e 80% da população idosa depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimentos médicos. Estima-se que cerca de 3 milhões de idosos acamados no Brasil sejam acompanhados pela atenção primária.

O Padi Brasil se une a outros programas que já existem, como o Farmácia Popular, que disponibiliza medicamentos para hipertensão, diabetes e fraldas geriátricas, e o Mais Especialistas, que visa reduzir o tempo de espera para cirurgias e exames. O ministro Padilha destaca que o objetivo é reorganizar o SUS para oferecer um cuidado mais eficaz aos idosos.

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Durante a cerimônia de lançamento, o Ministério da Saúde homenageou a médica e advogada Guilhermina Maria Galvão Siqueira Gomes, cuja iniciativa na década de 1990 inspirou o programa nacional. Na ocasião, Guilhermina atuou no Hospital Municipal Paulino Werneck, onde notou que pacientes idosos recebiam alta e retornavam frequentemente ao hospital devido à falta de acompanhamento adequado, levando à criação do Programa de Atenção Domiciliar (PAD).

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