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Lindbergh Farias Aciona STF e Pede Prisão de Eduardo Bolsonaro após Ataques ao TSE

Justiça

Lindbergh Farias Aciona STF e Pede Prisão de Eduardo Bolsonaro após Ataques ao TSE

Publicidade Deputado do PT alega que falas do filho do ex-presidente configuram crime contra o Estado Democrático de Direito; defesa de Eduardo fala em “perseguição política”. BRASÍLIA – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) protocolou hoje um pedido formal junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a prisão preventiva e a investigação do também deputado […]

06/04/2026 · 20h28 · Atualizado às 19h09
Lindbergh Farias Aciona STF e Pede Prisão de Eduardo Bolsonaro após Ataques ao TSE
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Deputado do PT alega que falas do filho do ex-presidente configuram crime contra o Estado Democrático de Direito; defesa de Eduardo fala em “perseguição política”.

BRASÍLIA – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) protocolou hoje um pedido formal junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a prisão preventiva e a investigação do também deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O motivo são declarações recentes de Eduardo que questionam a lisura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a integridade do sistema eletrônico de votação.

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O Teor da Denúncia

Segundo a representação enviada ao ministro relator no STF, Lindbergh argumenta que as falas de Eduardo Bolsonaro não estão protegidas pela imunidade parlamentar, pois teriam o objetivo de “incitar a desordem, colocar em dúvida as instituições republicanas e preparar o terreno para rupturas democráticas”.

Os principais pontos do pedido incluem:

  • Crime contra a Democracia: Alegação de violação dos artigos que punem a tentativa de depor governo legitimamente constituído ou impedir o funcionamento das instituições.

  • Reincidência: O documento cita falas anteriores do parlamentar como prova de um “comportamento sistemático de ataque aos Poderes”.

  • Cassação de Mandato: Além da prisão, Lindbergh defende que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados abra um processo no Conselho de Ética.

A Reação de Eduardo Bolsonaro

Através de suas redes sociais, Eduardo Bolsonaro classificou o pedido como uma “tentativa desesperada da esquerda de amordaçar a oposição”. Seus aliados defendem que o parlamentar apenas expressou “preocupações legítimas de seus eleitores” e que o pedido de prisão é uma medida autoritária e sem base jurídica sólida.

“O que vemos é a tentativa de criminalizar a opinião. Um deputado eleito tem o dever de questionar e fiscalizar todos os órgãos, inclusive o Judiciário”, afirmou um interlocutor da bancada do PL.

Contexto Político

O embate ocorre em um momento de alta tensão, com o Congresso Nacional discutindo novas regras para a regulação de redes sociais e o papel das cortes superiores no processo eleitoral de 2026. O STF, sob a relatoria de casos envolvendo atos antidemocráticos, tem adotado uma postura rigorosa contra discursos que coloquem em xeque a segurança das urnas.


Bastidores de Brasília (06/04/2026)

  • Câmara dos Deputados: O presidente da Casa tem evitado comentar o caso diretamente, mas líderes partidários indicam que a abertura de um processo no Conselho de Ética depende de uma pressão popular maior ou de uma determinação judicial explícita.

  • STF: A expectativa é que o ministro relator peça um parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de tomar qualquer decisão sobre o pedido de prisão ou busca e apreensão.


Este novo pedido de prisão aprofunda o fosso entre o governo e a oposição no Congresso.

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Deputado do PT alega que falas do filho do ex-presidente configuram crime contra o Estado Democrático de Direito; defesa de Eduardo fala em “perseguição política”.

BRASÍLIA – O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) protocolou hoje um pedido formal junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a prisão preventiva e a investigação do também deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O motivo são declarações recentes de Eduardo que questionam a lisura do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a integridade do sistema eletrônico de votação.

O Teor da Denúncia

Segundo a representação enviada ao ministro relator no STF, Lindbergh argumenta que as falas de Eduardo Bolsonaro não estão protegidas pela imunidade parlamentar, pois teriam o objetivo de “incitar a desordem, colocar em dúvida as instituições republicanas e preparar o terreno para rupturas democráticas”.

Os principais pontos do pedido incluem:

  • Crime contra a Democracia: Alegação de violação dos artigos que punem a tentativa de depor governo legitimamente constituído ou impedir o funcionamento das instituições.

  • Reincidência: O documento cita falas anteriores do parlamentar como prova de um “comportamento sistemático de ataque aos Poderes”.

  • Cassação de Mandato: Além da prisão, Lindbergh defende que a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados abra um processo no Conselho de Ética.

A Reação de Eduardo Bolsonaro

Através de suas redes sociais, Eduardo Bolsonaro classificou o pedido como uma “tentativa desesperada da esquerda de amordaçar a oposição”. Seus aliados defendem que o parlamentar apenas expressou “preocupações legítimas de seus eleitores” e que o pedido de prisão é uma medida autoritária e sem base jurídica sólida.

“O que vemos é a tentativa de criminalizar a opinião. Um deputado eleito tem o dever de questionar e fiscalizar todos os órgãos, inclusive o Judiciário”, afirmou um interlocutor da bancada do PL.

Contexto Político

O embate ocorre em um momento de alta tensão, com o Congresso Nacional discutindo novas regras para a regulação de redes sociais e o papel das cortes superiores no processo eleitoral de 2026. O STF, sob a relatoria de casos envolvendo atos antidemocráticos, tem adotado uma postura rigorosa contra discursos que coloquem em xeque a segurança das urnas.


Bastidores de Brasília (06/04/2026)

  • Câmara dos Deputados: O presidente da Casa tem evitado comentar o caso diretamente, mas líderes partidários indicam que a abertura de um processo no Conselho de Ética depende de uma pressão popular maior ou de uma determinação judicial explícita.

  • STF: A expectativa é que o ministro relator peça um parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de tomar qualquer decisão sobre o pedido de prisão ou busca e apreensão.


Este novo pedido de prisão aprofunda o fosso entre o governo e a oposição no Congresso.

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