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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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Moraes: deputado não deve fazer lobby no exterior em nome de outros países

Política

Moraes: deputado não deve fazer lobby no exterior em nome de outros países

Moraes afirma que deputados não devem fazer lobby no exterior durante julgamento.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h44
Moraes: deputado não deve fazer lobby no exterior em nome de outros países

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O STF julgou ação contra Eduardo Bolsonaro nesta terça (16). Moraes afirmou que parlamentar deve defender o Brasil, não interesses estrangeiros.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se manifestou nesta terça-feira (16) durante o julgamento de uma ação contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Moraes destacou que não é função de um deputado federal atuar como representante de interesses externos ou fazer “lobby” fora do Brasil.

A declaração do ministro ocorreu em um momento de debate sobre as atribuições e responsabilidades dos parlamentares, enfatizando que o papel de um deputado deve ser voltado para a defesa dos interesses da população e do país, e não para influenciar decisões em outros países.

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O julgamento que envolve o deputado Eduardo Bolsonaro traz à tona questões sobre a atuação de políticos brasileiros em relação à política externa e as implicações disso para a soberania nacional. A discussão se intensifica em um cenário onde as relações internacionais e a imagem do Brasil no exterior são constantemente debatidas.

Durante a sessão, Moraes ainda ressaltou que as ações de um deputado devem ser pautadas pela ética e pela responsabilidade, alertando para os riscos que a prática de lobby pode representar para a democracia e a legitimidade das instituições brasileiras.

“Não é função de um deputado federal fazer lobby no exterior contra o Brasil”, disse Moraes, reforçando a necessidade de que os representantes do povo mantenham seu foco nas questões internas e nas demandas da população.

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O caso de Eduardo Bolsonaro e a posição de Moraes levantam reflexões importantes sobre o papel dos parlamentares e como eles devem se comportar em relação a outros países. A expectativa é que a decisão do STF traga clareza sobre os limites da atuação política no cenário internacional e a responsabilidade dos representantes eleitos.

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O STF julgou ação contra Eduardo Bolsonaro nesta terça (16). Moraes afirmou que parlamentar deve defender o Brasil, não interesses estrangeiros.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se manifestou nesta terça-feira (16) durante o julgamento de uma ação contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Moraes destacou que não é função de um deputado federal atuar como representante de interesses externos ou fazer “lobby” fora do Brasil.

A declaração do ministro ocorreu em um momento de debate sobre as atribuições e responsabilidades dos parlamentares, enfatizando que o papel de um deputado deve ser voltado para a defesa dos interesses da população e do país, e não para influenciar decisões em outros países.

O julgamento que envolve o deputado Eduardo Bolsonaro traz à tona questões sobre a atuação de políticos brasileiros em relação à política externa e as implicações disso para a soberania nacional. A discussão se intensifica em um cenário onde as relações internacionais e a imagem do Brasil no exterior são constantemente debatidas.

Durante a sessão, Moraes ainda ressaltou que as ações de um deputado devem ser pautadas pela ética e pela responsabilidade, alertando para os riscos que a prática de lobby pode representar para a democracia e a legitimidade das instituições brasileiras.

“Não é função de um deputado federal fazer lobby no exterior contra o Brasil”, disse Moraes, reforçando a necessidade de que os representantes do povo mantenham seu foco nas questões internas e nas demandas da população.

O caso de Eduardo Bolsonaro e a posição de Moraes levantam reflexões importantes sobre o papel dos parlamentares e como eles devem se comportar em relação a outros países. A expectativa é que a decisão do STF traga clareza sobre os limites da atuação política no cenário internacional e a responsabilidade dos representantes eleitos.

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