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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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PT minimiza crise com Alcolumbre e descarta ruptura com Senado

Política

PT minimiza crise com Alcolumbre e descarta ruptura com Senado

Edinho Silva minimiza atrito entre Lula e Alcolumbre, negando ruptura entre eles.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h44
PT minimiza crise com Alcolumbre e descarta ruptura com Senado

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O presidente do PT, Edinho Silva, afastou nesta terça (16) a ideia de rompimento entre Lula e o presidente do Senado. Para ele, divergências são naturais na democracia.

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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, minimizou nesta terça-feira (16.jun.2026) o atrito entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Durante um almoço organizado por frentes parlamentares em Brasília, Edinho negou a possibilidade de uma ruptura entre os dois políticos.

“Não acho que ele está rompido com Davi Alcolumbre. É natural que Davi Alcolumbre tenha posições, neste momento, divergentes das posições do governo. Isso é parte da democracia. A gente não pode fazer disso um problema”,

declarou Edinho a jornalistas.

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As frentes parlamentares que organizaram o evento incluem a Frente Parlamentar Mista pelo Brasil Competitivo, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo, a Frente Parlamentar de Tecnologia e Atividades Nucleares e a Frente Parlamentar em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria.

A situação entre Lula e Alcolumbre gerou preocupação entre governistas, que acreditam ser necessário promover uma conversa formal para acalmar os ânimos. A resistência do presidente Lula se deve, em parte, à recente rejeição no Senado ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Esta foi a primeira negativa em 132 anos.

Além disso, a decisão de Alcolumbre em pautar projetos considerados polêmicos, conhecidos como pautas-bomba, contribui para a percepção de um aumento no desentendimento entre os dois. Um exemplo é o projeto que cria uma linha de crédito para aliviar as dívidas do setor agropecuário, que possui um impacto estimado de R$ 140 bilhões e foi aprovado na quarta-feira (10.jun).

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Esse contexto político pode influenciar as ações futuras tanto do governo quanto do Senado, sendo crucial para a governabilidade e a relação entre os poderes.

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O presidente do PT, Edinho Silva, afastou nesta terça (16) a ideia de rompimento entre Lula e o presidente do Senado. Para ele, divergências são naturais na democracia.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, minimizou nesta terça-feira (16.jun.2026) o atrito entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Durante um almoço organizado por frentes parlamentares em Brasília, Edinho negou a possibilidade de uma ruptura entre os dois políticos.

“Não acho que ele está rompido com Davi Alcolumbre. É natural que Davi Alcolumbre tenha posições, neste momento, divergentes das posições do governo. Isso é parte da democracia. A gente não pode fazer disso um problema”,

declarou Edinho a jornalistas.

As frentes parlamentares que organizaram o evento incluem a Frente Parlamentar Mista pelo Brasil Competitivo, a Frente Parlamentar do Empreendedorismo, a Frente Parlamentar de Tecnologia e Atividades Nucleares e a Frente Parlamentar em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria.

A situação entre Lula e Alcolumbre gerou preocupação entre governistas, que acreditam ser necessário promover uma conversa formal para acalmar os ânimos. A resistência do presidente Lula se deve, em parte, à recente rejeição no Senado ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Esta foi a primeira negativa em 132 anos.

Além disso, a decisão de Alcolumbre em pautar projetos considerados polêmicos, conhecidos como pautas-bomba, contribui para a percepção de um aumento no desentendimento entre os dois. Um exemplo é o projeto que cria uma linha de crédito para aliviar as dívidas do setor agropecuário, que possui um impacto estimado de R$ 140 bilhões e foi aprovado na quarta-feira (10.jun).

Esse contexto político pode influenciar as ações futuras tanto do governo quanto do Senado, sendo crucial para a governabilidade e a relação entre os poderes.

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