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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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STF mantém presos pai e primo de dono do Banco Master por fraudes

Política

STF mantém presos pai e primo de dono do Banco Master por fraudes

STF decide manter prisões de pai e primo de banqueiro investigados por fraudes.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h42
STF mantém presos pai e primo de dono do Banco Master por fraudes

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O STF negou liberdade a Henrique e Felipe Vorcaro, acusados de ajudar a ocultar recursos ilícitos. As prisões foram mantidas no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (16), manter as prisões de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, e de seu primo, Felipe Vorcaro. A decisão foi tomada em meio a investigações que apontam que ambos auxiliavam Daniel na ocultação de recursos relacionados a um esquema de fraudes no sistema financeiro, envolvendo o Banco Master.

As investigações foram intensificadas pela Polícia Federal (PF) e fazem parte da sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), um banco público vinculado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

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O julgamento, que resultou na manutenção das prisões, ocorreu por meio de um referendo da decisão individual do ministro André Mendonça, relator do caso. O resultado foi de 3 votos a 1 a favor da manutenção das prisões, com os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanhando o voto de Mendonça. O ministro Gilmar Mendes ficou vencido, votando pela concessão de prisão domiciliar ao pai de Vorcaro.

Durante o julgamento, o ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar, uma vez que, no início deste ano, ele assumiu que é sócio do Resort Tayayá, adquirido por um fundo de investimento controlado pelo Banco Master. Sua declaração de impedimento foi relevante para a condução do processo, dada a ligação com a instituição que está sob investigação.

Após a prisão de Henrique e Felipe, a defesa dos acusados argumentou que a prisão é desnecessária, mas a decisão do STF reafirma a gravidade das acusações e a necessidade de continuidade das investigações para esclarecer os fatos. O caso segue em andamento, com a expectativa de novos desdobramentos nas apurações financeiras e na atuação do Banco Master.

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O STF negou liberdade a Henrique e Felipe Vorcaro, acusados de ajudar a ocultar recursos ilícitos. As prisões foram mantidas no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (16), manter as prisões de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, e de seu primo, Felipe Vorcaro. A decisão foi tomada em meio a investigações que apontam que ambos auxiliavam Daniel na ocultação de recursos relacionados a um esquema de fraudes no sistema financeiro, envolvendo o Banco Master.

As investigações foram intensificadas pela Polícia Federal (PF) e fazem parte da sexta fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), um banco público vinculado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

O julgamento, que resultou na manutenção das prisões, ocorreu por meio de um referendo da decisão individual do ministro André Mendonça, relator do caso. O resultado foi de 3 votos a 1 a favor da manutenção das prisões, com os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanhando o voto de Mendonça. O ministro Gilmar Mendes ficou vencido, votando pela concessão de prisão domiciliar ao pai de Vorcaro.

Durante o julgamento, o ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar, uma vez que, no início deste ano, ele assumiu que é sócio do Resort Tayayá, adquirido por um fundo de investimento controlado pelo Banco Master. Sua declaração de impedimento foi relevante para a condução do processo, dada a ligação com a instituição que está sob investigação.

Após a prisão de Henrique e Felipe, a defesa dos acusados argumentou que a prisão é desnecessária, mas a decisão do STF reafirma a gravidade das acusações e a necessidade de continuidade das investigações para esclarecer os fatos. O caso segue em andamento, com a expectativa de novos desdobramentos nas apurações financeiras e na atuação do Banco Master.

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