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Escudo em Defesa: Vorcaro Rebate Acusações de Fraude de R$ 12 Bilhões no Banco Master

Economia

Escudo em Defesa: Vorcaro Rebate Acusações de Fraude de R$ 12 Bilhões no Banco Master

A defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, divulgou neste sábado (22) uma nota oficial na qual sustenta que a investigação da Polícia Federal, que aponta fraude de aproximadamente R$ 12 bilhões, “se apoia em um fato inexistente”.

22/11/2025 · 21h34 · Atualizado às 19h07
Escudo em Defesa: Vorcaro Rebate Acusações de Fraude de R$ 12 Bilhões no Banco Master

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Advogados afirmam que as operações investigadas são legítimas e que as carteiras de crédito foram adquiridas de terceiros, rejeitando tese de que houve simulação massiva de empréstimos.

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A defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, divulgou neste sábado (22) uma nota oficial na qual sustenta que a investigação da Polícia Federal, que aponta fraude de aproximadamente R$ 12 bilhões, “se apoia em um fato inexistente”.

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Escudo em Defesa: Vorcaro Rebate Acusações de Fraude de R$ 12 Bilhões no Banco Master 2


Segundo os advogados, o Banco Master teria adquiridos carteiras de crédito junto a terceiros — originadores independentes — prática que dizem ser “comum no mercado financeiro”.
Ainda conforme a defesa, essas carteiras foram registradas no B3 e existiam garantias contratuais que permitiam substituição ou recompra de ativos não performados.
No comunicado, consta que “as carteiras objeto da investigação criminal jamais foram transferidas definitivamente ao Banco de Brasília – BRB”, outro elemento central das apurações, e que não existe dolo ou fraude identificada nos documentos de supervisão regulatória.
Do lado das autoridades, a Polícia Federal, em conjunto com o Banco Central do Brasil (BC) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), investiga desde 2024 a emissão de títulos de crédito falsos, a simulação de empréstimos e a negociação de carteiras com documentação questionável entre instituições financeiras — e aponta o Banco Master como principal alvo.
Em consequência da investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, e Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, no aeroporto de Guarulhos, enquanto tentava embarcar para o exterior.
A defesa contesta que as medidas cautelares foram baseadas em “premissas incorretas” e que a própria liquidação inviabilizou uma solução de mercado considerada legítima, com impacto potencial para o sistema financeiro e para a sociedade.
Enquanto isso, o BRB informou que resgatou ou substituiu mais de R$ 10 bilhões de um total divulgado de R$ 12,76 bilhões em operações de cessão de carteira com o Banco Master, embora a própria defesa aponte que esse montante não corresponde necessariamente a exposição direta ao banco de Vorcaro.
Diante desse cenário, o caso segue em movimentação nos tribunais e no âmbito regulatório, com amplas repercussões sobre confiança no sistema financeiro, modelos de negócios bancários e fiscalização — além de levantar questões sobre origem, controle e lastro dessas operações de crédito.

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Advogados afirmam que as operações investigadas são legítimas e que as carteiras de crédito foram adquiridas de terceiros, rejeitando tese de que houve simulação massiva de empréstimos.

A defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, divulgou neste sábado (22) uma nota oficial na qual sustenta que a investigação da Polícia Federal, que aponta fraude de aproximadamente R$ 12 bilhões, “se apoia em um fato inexistente”.

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Escudo em Defesa: Vorcaro Rebate Acusações de Fraude de R$ 12 Bilhões no Banco Master 4


Segundo os advogados, o Banco Master teria adquiridos carteiras de crédito junto a terceiros — originadores independentes — prática que dizem ser “comum no mercado financeiro”.
Ainda conforme a defesa, essas carteiras foram registradas no B3 e existiam garantias contratuais que permitiam substituição ou recompra de ativos não performados.
No comunicado, consta que “as carteiras objeto da investigação criminal jamais foram transferidas definitivamente ao Banco de Brasília – BRB”, outro elemento central das apurações, e que não existe dolo ou fraude identificada nos documentos de supervisão regulatória.
Do lado das autoridades, a Polícia Federal, em conjunto com o Banco Central do Brasil (BC) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), investiga desde 2024 a emissão de títulos de crédito falsos, a simulação de empréstimos e a negociação de carteiras com documentação questionável entre instituições financeiras — e aponta o Banco Master como principal alvo.
Em consequência da investigação, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, e Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, no aeroporto de Guarulhos, enquanto tentava embarcar para o exterior.
A defesa contesta que as medidas cautelares foram baseadas em “premissas incorretas” e que a própria liquidação inviabilizou uma solução de mercado considerada legítima, com impacto potencial para o sistema financeiro e para a sociedade.
Enquanto isso, o BRB informou que resgatou ou substituiu mais de R$ 10 bilhões de um total divulgado de R$ 12,76 bilhões em operações de cessão de carteira com o Banco Master, embora a própria defesa aponte que esse montante não corresponde necessariamente a exposição direta ao banco de Vorcaro.
Diante desse cenário, o caso segue em movimentação nos tribunais e no âmbito regulatório, com amplas repercussões sobre confiança no sistema financeiro, modelos de negócios bancários e fiscalização — além de levantar questões sobre origem, controle e lastro dessas operações de crédito.

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